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22/05/2009 - 18:24

Sinais da crise aparecem também em Mônaco

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Paul Gilham/Getty Images

Nem mesmo o “mundo encantado” de Mônaco ficou imune aos problemas econômicos no mundo. O ambiente do GP de Mônaco desta temporada está bem diferente ao de tempos passados. Sinais da crise.

O relato foi feito por Nico Rosberg à revista alemã “Auto Motor und Sport”. Segundo o piloto da Williams, é fácil de observar que há muitos lugares vazios nas arquibancadas. Há poucos “superiates” na marina de Monte Carlo. Os poucos que estão atracados não são tão espetaculares. Nos hotéis, muitos quartos estão vagos. “Há menos agitação do que no passado”, falou o líder dos treinos livres desta quinta-feira (21).

Realmente, a coisa está feia em Mônaco. O que pode explicar isso é o aumento dos preços em Monte Carlo. Sim, enquanto o mundo se mata para guardar o pouco que resta de dinheiro, os monegascos decidiram colocar os preços que já eram altíssimos “no topo do céu”. Isso foi abordado pelo Flavio Gomes em seu blog.

O Jackie Stewart não pôde se hospedar na suíte que ocupava há 40 anos no Hotel de Paris, na Praça do Cassino. Em 2008, para passar cinco noites, foram gastos US$ 40 mil. Esse ano, pelo mesmo período, o hotel passou a cobrar US$ 75 mil.

O patrocinador de Sir Jackie, o Royal Bank of Scotland, avisou que não tinha cacife para bancar as despesas. E mandou o tricampeão mundial procurar uma outra alternativa.

Não sei se ele achou. Pelo jeito, houve casos parecidos. E o pessoal preferiu não colocar a mão no bolso.

Como disse, sinais da crise.

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