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Arquivo de julho, 2009

31/07/2009 - 10:38

Perguntar não ofende

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A pedido da Ferrari, teste de Michael Schumacher com a F60 foi liberado pela Fota. Se a Toro Rosso pedisse liberação para um teste do Jaime Alguersuari, as equipes fariam o mesmo?

Marcus Lellis

Autor: - Categoria(s): F1 Tags: , , , , , , , ,
31/07/2009 - 01:09

Stock na Bahia a até R$ 120: vale a pena?

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Roberto Viana/AGECOM/BA

Os ingressos da prova da Stock Car em Salvador acabaram em 48h. Abriram mais duas arquibancadas. Também rapidamente, os bilhetes se esgotaram. O mais barato custava R$ 80, com meia. O mais caro, R$ 120 — aproximadamente 1/4 do salário mínimo.

Eu não tenho R$ 120 para um ingresso de corrida. E não se engane: o baiano também não tem. Em 2004, o Estado era apenas o 16º do país em PIB per capita — este elevado por cidades extremamente desiguais como São Francisco do Conde, cheio de petróleo e de gente pobre.

Dito isso, vamos lá: o baiano é um apaixonado por automobilismo, como se pôde ver na pessimamente organizada etapa da F-Renault e Copa Clio, em 2005. Diz-se que 200 mil pessoas foram ao circuito, a maior audiência da história do esporte-motor brasileiro. Hoje, em Salvador, só se fala da corrida, muitíssimo bem promovida e assessorada por estas bandas. Por isso o público máximo. Mas eu me pergunto: o baiano fez bom negócio ao pagar R$ 120 por dois dias da categoria?

Pesquisei, pois. E fiquei um tanto surpreso. Neste final de semana, a F-Superliga corre em Donington Park. Os ingressos custam € 20 — R$ 53 — para os dias 31 e 1º. Menores de 16 anos, sim, 16, não pagam — na Stock, são as crianças até oito. Além dos carros de clubes de futebol, quem for ao tradicional autódromo inglês verá também a F1 Histórica (lembra dela?) e mais cinco categorias menores.

Continuemos: a F2 correrá também em Donington, duas semanas depois. R$ 56 pelo final de semana — no regime de “pague um, leve dois”. Novamente, quem tem até 16 anos entra de graça e pode ver ainda a F2 Histórica, a GT Cup e o Lotus Elise Trophy. Os pilotos da categoria de acesso à F1 da FIA até participam de uma tarde de autógrafos com o público. No sábado (15), será feita uma homenagem a Henry Surtees, falecido após acidente em Brands Hatch.

Não quero cansar o caro leitor: peço paciência. Quatro dias de automobilismo: F3000 Europeia + 24h de Zolder + Copa Clio Inglesa + GT4? R$ 66. DTM — veja bem, o DTM — e F3 Europeia em Nürburgring, amanhã e domingo, da reta dos boxes?  R$ 87.

A Indy, agora. Juro que é a última. Em Kentucky, KY, o famoso oval de duplo sentido. Domingo, pra ver as corridas da Indy e da Lights, o menor ingresso custa R$ 75 e o maior R$ 131, ambos com direito a show de rock. Nossa, R$ 131? Um absurdo. Que sacana, essa IRL.

P.S.: Vale dar uma lida nos comentários, pessoal. Há depoimentos bastante interessantes.

Felipe Paranhos

Autor: - Categoria(s): Stock Car Tags: , , , , , ,
29/07/2009 - 09:22

E Mosley tinha razão

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Muita gente tem, desde a mais TENRA idade, aquele sentimento rebelde de sempre ser “contra tudo e contra todos”. Obviamente, eu também passei por essa fase, e resquícios dela ainda continuam a permear esta avantajada cabeçorra com relação a alguns assuntos. Um deles trata de dirigentes políticos: para mim, eles estão invariavelmente errados — a não ser que seus adversários de momento consigam a proeza de errar ainda mais.

Pois Max Mosley, para mim, era um exemplo claro do dirigente que sempre erra. Desde as mudanças de 1997, que tornaram a F1 um esporte quase sacal de assistir — e eu me lembro de ler críticas às alterações desde essa época —, sempre vi no inglês o típico cara que faz de tudo para chamar mais atenção para si do que para o esporte que comanda.

Mas reconhecer que está errado, dizem, é uma benção (como não sou muito chegado a ESOTERIMOS, acho apenas uma merda saber que errei). E este é o caso: Mosley, no fim das contas, tinha razão de tudo que fez na F1, principalmente nos últimos dois anos. A decisão da BMW de deixar a F1, anunciada nesta quarta-feira, é das coisas mais patéticas e lamentáveis que eu já vi.

Como que um fabricante que trabalha focado no desempenho — e, caramba, trabalha tão bem — consegue tomar uma decisão estapafúrdia dessas? Uma empresa que lida com a imagem conseguir incinerar a sua tão facilmente é algo que me deixa meio bobo (e isso que eu já sou quase um bobo completo).

Sempre fui fã dos carros da BMW. Nunca tive um, obviamente, porque eles valem umas quatro vidas das boas, como diria O Homem sem Nome n’O Terceiro Tira, mas são carros que eu admiro desde pequeno. Mais do que Ferrari, Mercedes, Audi, pau a pau com Porsche. E aí os caras fazem isso… incompreensível.

Mas, é como o chefe não cansa de dizer: o balancete reina sozinho, e foda-se a história e o envolvimento com o esporte. O nosso trabalho — e aqui falo do trabalho que fazemos no GP — é sobre algo supérfluo para o mundo, o que nos torna também supérfluos. É dose constatar isso quando se começa a trabalhar às 5h da matina.

Para aliviar a raiva, um pouco de ROXETTE para todos:

Abraços,
Francisco Luz

Autor: - Categoria(s): F1 Tags: , ,
27/07/2009 - 03:12

Tracy x Moraes (Tagliani, Bourdais)

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Felipe Paranhos

Primeira volta do GP de Edmonton. Paul Tracy, da KV, tenta ultrapassar Mario Moraes, também da KV, por dentro de uma curva que não é ponto normal de ultrapassagem no circuito. Batem. Moraes, que fazia normalmente o contorno, tem sua suspensão quebrada e abandona. Tracy segue na pista e termina em sexto.

Moraes esquece a boa vizinhança e diz, no Twitter, que Paul “só tem fudido tudo”, em vez de ajudar no desenvolvimento. O canadense retruca: “Ele é muito louco está muito irritado e disse à equipe que não quer falar comigo. É melhor ter amigos do que odiar a todos.” [Havia errado a tradução, me perdoem. Coisas de quem escreve às 3 da manhã]

Aqui um parêntese sobre o boa-praça Tracy e dois de seus melhores amigos.

Eu adoro a Indy por sua autenticidade. Nesta F1 asséptica, isso nunca aconteceria. Mas, sem dúvida, é um problema para a KV. Moraes é bastante talentoso, mas, por azares e erros, tem abandonado muitas provas nesta temporada. E tem só 20 anos. Tracy tem o dobro da idade, corre só as provas que seu patrocinador canadense banca, mas tem ido bem nos mistos. Abandonou em Toronto graças a um erro infantil de Castroneves e só lamentou, não partiu para a briga.

Para mim, Tracy errou feio, mas acho que outras pessoas podem perfeitamente achar que o acidente foi “de corrida”. O que me parece claro é que a maioria dos pilotos da Indy tem problemas na hora de calcular se dá ou não para ultrapassar em um circuito misto. Alguns por inexperiência — Moraes, Matos —, outros por grossura — Tracy, Viso. Não vejo, por exemplo, Dixon e Franchitti, dois pilotos extremamente técnicos, se tocarem ou causarem acidentes por falha feia — como, aliás, o próprio Moraes fez com Ed Carpenter em Glen.

Continuo achando que a Indy devia correr mais em mistos. Sempre sai algo de interessante para debater. Mas quem tem razão? Vejam e opinem. O lance ocorre a 0s33 do vídeo que está aqui.

Autor: - Categoria(s): F-Indy Tags: , , , , ,
24/07/2009 - 19:23

A GP2 é uma piada [2]

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Foi assim: na classificação para a corrida 1 em Hungaroring, Romain Grosjean fez merda e atingiu o compatriota Franck Perera. Ambos ficaram fora do treino com apenas sete minutos de sessão. E os tempos de ambos até então eram acima de 107%  em relação ao tempo do pole Lucas Di Grassi.

Perera recebeu punição. “Os comissários decidiram” que ele não vai correr a prova por conta da citada regra da porcentagem. Grosjean vai. Ao franco-suíço, “foi dada permissão para largar”.

A GP2 é uma piada. Ou melhor, quem a comanda é.

[Felipe Paranhos]

P.S.: Aliás, segundo Alberto Valerio informou em seu twitter (@betinhovalerio), Perera procurou Romain para tirar satisfações. Grosjean: “Quem é você???” Ê, humildade…

P.S.²: Veja o incidente:

Autor: - Categoria(s): GP2 Tags: , , ,
22/07/2009 - 15:07

'Calma', Argentina segue se protegendo da gripe A

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Carlos Petrio é jornalista do “Clarín” e esteve no Brasil para cobrir a etapa da Top Race V6 em Interlagos. O BloGP aproveitou para conversar com o repórter para saber a situação em que se encontra a Argentina depois do surto de gripe A no país vizinho do Brasil. Petrio disse que os argentinos chegaram a ficar em um estado inicial de pânico, mas que já se acalmaram. Mesmo assim, seguem recomendações como evitar lugares públicos, cancelam viagens e só usam máscaras se estiverem contaminados, para não contagiar outras pessoas. O “periodista” também relatou que a recepção no Brasil foi boa, sem qualquer tipo de discriminação por causa da gripe A. Confira a entrevista.

BloGP: Como está a situação em Buenos Aires e no restante da Argentina? Existe pânico entre a população?

Carlos Petrio: Há algumas semanas, houve um momento, que não sei se foi de pânico exacerbado, mas que as pessoas iam imediatamente aos hospitais assim que achavam que tinham os sintomas. Vários serviços de saúde entraram em colapso, as pessoas esperavam por horas para serem atendidas. Medicamentos se esgotavam em poucas horas. Mas não se vê muitas pessoas usando máscaras. Algumas usam, mas a recomendação é que as máscaras só devem ser usadas por pessoas que estão com a gripe, para não contagiar outras pessoas. Elas não servem para proteger pessoas de pegarem a gripe. Há algumas restrições, as pessoas vão menos para os shoppings, cinemas, teatros, restaurantes. Estamos em férias escolares, que é uma época em que as pessoas saem muito com seus filhos. Tudo isso foi restringido, existe um cuidado. Mas digo que, neste momento, não há pânico.

BloGP: Quais são as recomendações do governo argentino para a população?

CP: Basicamente, suspenderam as aulas por quase um mês. Recomenda-se às pessoas para que não frequentem muito lugares públicos. Há cuidados especiais com pessoas com resistência baixa, como mulheres grávidas e pessoas com doenças crônicas. O governo determinou que todos devem ser atendidos em qualquer centro de saúde público ou privado porque o tratamento é por conta do Estado. Não importa se a pessoa tem ou não plano de saúde. Existem as recomendações básicas, como lavar as mãos várias vezes por dia. Uma recomendação muito forte é que se uma pessoa ficar com mais de 38°C de febre por mais de um dia e meio, deve procurar um médico. Porque é muito comum você ter febre por dois ou três dias. Você fica de repouso e espera passar. Agora, pelo que dizem, as crianças são as mais afetadas. As pessoas se preocupam muito com isso, com seus filhos, mas diminuiu a sensação de pânico. Também se notou muitas coisas no lado econômico, porque as pessoas não saem mais para comer fora, muitas não viajaram para o interior ou do interior para Buenos Aires, que é um dos lugares com maior número de casos. Bariloche recebe muitos brasileiros. Nesse ano, a ida dos brasileiros para lá diminuiu muito. Isso não quer dizer que os brasileiros nos discriminam. O que acontece é que muita gente prefere não se arriscar. Pensa: “Viajo para lá no ano que vem, para que viajar esse ano?”. Não só em Bariloche, o turismo no país diminuiu. Existe uma situação de cuidados e prevenções que não se tomariam em outros momentos. Por exemplo, recentemente houve um feriado na quinta, dia 9 de julho (dia da Independência na Argentina). Na sexta, dia 10, o governo nacional decretou um feriado sanitário para a administração pública. Mas a prefeitura de Buenos Aires, que é opositora ao governo nacional, não aderiu ao feriado porque seus especialistas disseram que isso não servia para nada. Aparecem essas contradições que deixam as pessoas desorientadas. Mas, como disse, não me parece que existe uma situação de pânico. Já houve, mas agora não há.

BloGP: Vocês da delegação argentina que vieram ao Brasil por conta da Top Race V6 sentiram algum tipo de discriminação no Brasil devido à epidemia da gripe A em seu país?

CP: Não tivemos muito contato, ainda mais porque o trabalho com o automobilismo nos toma todo o dia, não estamos num hotel em uma zona central, para sairmos e caminharmos. Mas não fomos destratados no hotel, tão pouco aqui. Não sei o que aconteceria se um de nós da delegação argentina fosse para alguma lanchonete e tossisse. Não sei se poderia haver algum problema desse caso. Não sentimos nada discriminatório ou alguma desconfiança, como falar conosco se afastando da gente [demonstra se afastando do repórter do GP], não houve nada nesse sentido. Nem sequer quando desembarcamos no Brasil. Aliás, imaginávamos que haveria um enorme controle no aeroporto. Houve um controle, tivemos de assinar um formulário, fomos avaliados para se certificarem de que não estávamos com uma temperatura alta, mas nada muito sério.

BloGP: Ninguém usou máscaras aqui no Brasil?

CP: Não, apenas no aeroporto.

BloGP: Na sua opinião, essa crise vai durar mais quanto tempo?

CP: Na Argentina, o que os especialistas dizem é que o pico aconteceria na próxima semana e começaria a diminuir. Outros dizem que isso tem a ver com o clima. Assim que diminuir o frio, vai diminuir o problema. Tenho a sensação que houve uma alarma muito grande, de que o vírus era mais letal do que é na verdade, menor do que a gripe comum. Mas o problema pode voltar no próximo inverno. Só que os laboratórios vão ter as vacinas para a gripe. Acredito que estaremos muito mais preparados no inverno que vem.

Marcus Lellis

Autor: - Categoria(s): Geral, Top Race V6 Tags: , , , , , ,
20/07/2009 - 16:32

A cobertura que não acabou

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O material colhido na cobertura da F-Truck e da Top Race V6 em Interlagos ainda não acabou. Entre hoje e quarta, vou publicar mais alguns textos no Grande Prêmio e aqui no BloGP. Posso adiantar assuntos interessantes, como a opinião de alguns argentinos que estavam lá sobre o surto da gripe A no nosso país vizinho e uma breve análise da F-Truck um ano depois da morte de seu fundador, Aurélio Batista Félix.

Também queria deixar uma ressalva sobre um post mais abaixo, “Treino é treino, jogo é jogo”. Falei sobre a falta de comida na sala de imprensa na sexta e sábado, queria destacar que foi uma brincadeira. Esse aspecto é bobo, não é a falta de alimentos, que é uma cortesia da organização, que vai atrapalhar nosso trabalho ou o trabalho de quem cuida da categoria. Podia parecer que era uma crítica, mas não era.

Não tenho nada a reclamar da assessoria da Truck e da Top Race, sempre solícitos e prontos para o ajudar. É isso!

Marcus Lellis

Autor: - Categoria(s): F-Truck, Sem categoria, Top Race V6 Tags: , , , , , ,
19/07/2009 - 14:33

E o pau quebrou, sim

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Conversando com o câmera da ESPN argentina, apuramos que houve porrada, sim, na discussão entre Norberto Fontana e Marcos Di Palma. Aliás, eles conseguiram até imagens do ocorrido.

Foi briga feia. Di Palma tentava esganar Fontana, que devolvia puxando os vastos cabelos do oponente. Depois chegou a turma do “deixa disso”, afastou os dois. Isso aconteceu no intervalo entre as baterias rápidas e a prova principal. A organização da Top Race não se omitiu, já que a confusão aconteceu perto da Torre de Controle, e desclassificou os dois da corrida.

Segundo o câmera da ESPN argentina, Di Palma é, digamos, uma pessoa fora do controle. Já aprontou várias. Contou-nos que, uma vez, um avião onde estava Di Palma aterissou fora da rota comum para que a polícia pudesse prendê-lo.

Marcus Lellis 

Autor: - Categoria(s): Top Race V6 Tags: , , ,
19/07/2009 - 12:54

E o pau quase quebrou na Top Race

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Argentino é raçudo em tudo. Os ânimos ficam exaltados até no automobilismo. Depois de um choque que o tirou da corrida da Top Race V6 em Interlagos, Laureano Campanera partiu para cima de Henry Martín. Queria o tirar do carro e partir para a porrada, antes de ser contido pelos integrantes de sua equipe.

Ao se dirigir para os boxes da categoria, que ficam atrás do pit-lane, Laureano soltou os cachorros em Henry em entrevista para a Fox Sports. Até o chamou de filho da puta.

Pior que não foi a primeira discussão do dia. Norberto Fontana e Marcos Di Palma quase chegaram às vias de fato após as baterias rápidas pela manhã.

Marcus Lellis

Autor: - Categoria(s): Top Race V6 Tags: , , ,
19/07/2009 - 12:33

A revista que mostra a força do automobilismo argentino

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Muitos podem discutir, mas a paixão dos argentinos por automobilismo é maior do que a dos brasileiros. Recebemos exemplares da revista semanal Corsa, especializada no esporte. São 66 páginas. O automobilismo argentino ocupa a maioria delas. O resto fica com a F1, com o relato do GP da Inglaterra (a revista é de junho), F-Truck (apoiada pela parceria com a Top Race) Nascar mexicana e mais uma ou outra categoria de fora.

A capa é dedicada à Top Race V6. A revista abre com esse assunto. A F1 só aparece nas últimas páginas.

É sabido que o povo argentino é bem nacionalista, gosta muito de cultuar suas próprias coisas. E, cá entre nós, isso é mais do que certo. Por isso, o automobilismo local deles é forte, mesmo não tendo um piloto na F1. Isso também se comprova no número de jornalistas que veio para o Brasil, como foi relatado posts abaixo.

Brasil, fica aí a lição.

Marcus Lellis

Autor: - Categoria(s): Geral, Top Race V6 Tags: , , , ,
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