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19/07/2009 - 12:27

O 'segredo' do sucesso da Top Race: gastar pouco

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A crise econômica mundial deixou o automobilismo de joelhos e causou transtornos em muitos lugares do mundo, até mesmo em países com moeda forte. Com uma economia que não é muito sólida, a Argentina também passa por problemas e faz esforços para conter o avanço da crise. Por isso, é de surpreender ver uma categoria do país sul-americano, a Top Race V6, ultrapassar barreiras, fazer sua primeira viagem internacional e trazer um campeão mundial de F1, Jacques Villeneuve. De acordo com Alejandro Urtubey, presidente da categoria argentina, não há muito segredo para sobreviver em meio aos contratempos econômicos. A solução encontrada é a mais simples possível: levar qualidade às pistas, mas gastando pouco.

“O Top Race nasceu em 2004 com um conceito distinto daquele que temos no automobilismo na Argentina. Foi a criação de uma categoria puro-sangue, que atende às expectativas do público que é amante do automobilismo, mas tem um baixo custo”, afirmou o dirigente. A Top Race alinhou 39 carros no grid em São Paulo e tem a participação de cinco montadoras: Mercedes, Ford, Chevrolet, Peugeot e Volkswagen.

BloGP apurou que, na Argentina, as equipes gastam cerca de R$ 20 mil para correr em cada etapa. Mas a prova do Brasil foi especial. A organização da Top Race V6 bancou todas as despesas dos times, com passagens aéreas, ônibus para trazer mecânicos, engenheiros e demais integrantes, translados e hotel cinco estrelas para os pilotos. Assim, assegurou a festa da categoria no autódromo de Interlagos.

Marcus Lellis

Autor: - Categoria(s): Top Race V6 Tags: , , , , , ,

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2 comentários para “O 'segredo' do sucesso da Top Race: gastar pouco”

  1. FLÁVIO SILVA disse:

    Não há participação de montadoras na TRV6, os carros são construidos (bolhas) conforme o que roda nas ruas ou para agradar o público. Há alguns anos atrás, uns 2 aproximadamente, o carro da moda era a Alfa Rome 156, atualmente a “onda” é andar, ou melhor correr de Mercedes Benz.
    E para os criticos que dizem que a nossa Stock é um festival de batidas, o que dizer do “show de batidas e esbarradas dos hermanos”?
    Ja o fato de pilotos argentinos se agredirem publicamente em função de toques ou batidas, na minha opinião não é coisa de “apaixonado” por automobilismo, é sim coisa de “amador mesmo”, falta de profissionalismo.
    Por último é importante observar que a TRV6 é de um único dono, ou seja o Sr. Alexandre Urtubey, portanto como um negócio deve funcionar e gerar lucro. Essa fórmula faz sucesso aqui através da Fórmula Truck (familia Félix). Pergunto, é esse o caminho para o automobilismo mundial?

  2. Luis disse:

    Gostaria de aproveitar esse topico e relaciona-lo com a F1.

    Por que vemos um artigo como esse elogiando a organização da Top Race baseado no baixo custo e quando o senhor Max Mosley vem com essas ideias para a F1 ele é crucificado pela grande maioria do publico?

    Acho que não está havendo coerencia com muita gente por aí. Sou 100% favorável a iniciativas que baixem o custo e principalmente aumentem a competitividade (aspecto hoje critico na F1).

    Abraços a todos.

Os comentários do texto estão encerrados.

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