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04/12/2009 - 13:02

20 anos e uma ausência

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“Eu nasci com o cabelo enroladinho, um monte de cachinho na cachola, oi tóin…”

 

Felipe Paranhos

Completa-se neste mês 20 anos do McLaren Autosport BRDC Young Driver, prêmio concedido anualmente pela equipe de Woking e pela revista inglesa às revelações do automobilismo britânico.

O primeiro trofeu quem recebeu foi David Coulthard, aos 18 anos, depois de sua temporada de estreia como profissional, no BTCC — começou no turismo o escocês. Nestas duas décadas, foram premiados algumas promessas que se concretizaram e muitos, muitos flops em vermelho, azul e branco.

Em 1990, segundo ano da premiação, Gareth (who?) Rees foi o contemplado , graças aos bons resultados em pequenas categorias de fórmula, como a F-Opel. Parou com apenas 29 anos, depois de correr na F3000 em 1998.

Naquela década, ainda houve outras revelações que não brilharam tanto quanto o esperado, caso de Jamie Davies (1994), Jonny Kane (1995), Darren Turner (1996) e Andrew Kirkaldy (1997).

Mas nem tudo são flops. Em 1992, apareceu um certo Dario, que depois viria a se firmar como um dos maiores pilotos da história do automobilismo norte-americano, com dois títulos da Indy. Seis anos depois, Jenson Button levou o prêmio. Gary Paffett ganhou em 1999 e Anthony Davidson no último ano do milênio.

Já no século XXI, venceram o prêmio Alex Lloyd em 2003 e Paul di Resta em 2004. Nos últimos quatro anos, ninguém muuuito relevante:  Oliver Jarvis (DTM), Oliver Turvey (iSport na GP2 em 2010), Stefan Wilson (irmão de Justin, na Indy Lights em 2010) e, no ano passado, Alexander Sims — este eu acho que vai longe [lá vou eu me estrepar].

Button foi o primeiro vencedor da premiação a ser campeão da F1. Mas peraê, e Lewis Hamilton? Sim, nunca foi nem indicado ao BRDC Young Driver, e eu não consegui encontrar uma resposta plausível [alguém sabe?]. Talvez o fato de ele ter sido “adotado” pela McLaren desde cedo o tenha impedido de participar, mas… Fail, amigos. Mesmo assim.

Autor: - Categoria(s): F1 Tags: ,

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6 comentários para “20 anos e uma ausência”

  1. Flavio Chinini disse:

    Olá! Eu tenho uma Autosport antiga, onde mostra a festa do Young Driver de 1995 (Johnny Kane foi o campeão, ganhou teste com a McLaren etc)… Lá, o Lewis Hamilton ganhou um premio como revelação do ano (ainda corria de kart). Inclusive, ganhou o troféu das mãos do Emerson Fittipaldi…
    Abração!

  2. André disse:

    Apesar de que não sou o maior fã dessa adoção da McLaren (sei lá o porque, fica parecendo que o pilotos viram robôs) como a de Lewis Hamilton, e que não entra em questão agora, acho que essas premiações contam. Só que de uns anos pra cá, foram alguns fails consideráveis. A ver o Jarvis, que dá calo nos olhos de ver correndo…

    Eu tinha até postado no meu blog uma mini bio do Dario, e tinha comentado esse prêmio, depois que ele ganhou o título, e ainda gostaria de ver ele na F1.

  3. Rodrigo Rocha disse:

    Acho que você disse tudo, ele não deve ter ganhado por questões éticas.

  4. Verde disse:

    Gareth Rees só correu na Opel após vencer o BRDC, lá pelos idos de 1992. Ganhou o título da categoria com um monte de suspeitas de irregularidades por trás. Na Fórmula 3000, era só mais um. O recheadíssimo grid da categoria, tanto em número quanto em qualidade, não ajudava.

    Oliver Jarvis é talento perdido, garanto. O mesmo pode ser dito sobre Jamie Davies e Jonny Kane.

    Até que os pilotos que ganharam o prêmio não são tão ruins assim…

Os comentários do texto estão encerrados.

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