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05/12/2009 - 17:19

Camilo mostra por que 500 Milhas não é brincadeira

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É comum dizer que as 500 Milhas de Kart da Granja Viana é mais uma brincadeira de fim de ano, para os pilotos relaxarem, que é uma “pelada”, em comparação ao futebol. Mas cada vez está provado que os pilotos entram para valer nessa prova, que não se permitem errar e que o estresse pode ir ao extremo. Se fosse mesmo uma reunião para brincar, não haveria discussões como no box da Dolly, em que Thiago Camilo – que corre mesmo com um ferimento na mão direita – e um mecânico tiveram uma séria discussão, muito por conta pela enorme vontade de vencer de ambos.

Tudo começou na troca de pilotos. Camilo deu lugar a Sérgio Jimenez e houve alguns problemas nessa mudança. Tudo resolvido, Jimenez foi liberado, e o kart, de volta para a pista. Só que Thiago e o mecânico começaram a discutir por causa de alguma coisa que deu errado.

A discussão ficou mais acalorada, o piloto da Stock Car foi puxado para dentro do lugar reservado do box, e o mecânico ainda continuou explicando, de forma agitada, suas razões para o que não deu certo na troca de pilotos.

Os ânimos ficaram exaltados, mas a situação estava longe de descambar para uma briga física, tudo ficou sob controle. Minutos depois, Camilo voltou, cumprimentou o mecânico e tudo ficou acertado.

Isso é absolutamente normal em um prova competitiva. Todos sempre estão à beira de um ataque de nervos porque querem que tudo dê certo. Um erro pode significar uma derrota.

Isso é só para provar que não existe essa história de confraternização de fim de ano. Cenas como a que foi descrita mostram que quando piloto está na pista, não há brincadeiras.

Marcus Lellis [@marcuslellis]

Autor: - Categoria(s): 500 Milhas de Kart Tags: , , , , , ,

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3 comentários para “Camilo mostra por que 500 Milhas não é brincadeira”

  1. rodrigo bernades disse:

    esse camilo e um ze ruela mesmo sempre arrumando briga

  2. Diogo Maia disse:

    É um piloto como esses que quero na f1 :D

  3. O pau fechou, mesmo, à noite. Um piloto entrava no box, outro fez algum sinal e o que estava entrando saltou do kart em movimento e partiu pra porrada. Quem contornou a situação foi a turma do deixa-disso, porque o pessoal da segurança ficou assistindo. A mim, coube segurar, com o pé, o kart dele, que foi abandonado pelos mecânicos que correram pôr fim à briga. Depois de quase 11h de corrida, dá pra dizer que é coisa normal…

Os comentários do texto estão encerrados.

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