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Arquivo de dezembro, 2009

17/12/2009 - 17:08

Três anos nesta noite

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Sim, o título é uma referência a Paulo Francis. E, sim, este é mais um texto falando de futebol em blog sobre automobilismo. Mas é fim de ano, fim de feira e, quando acordei e vi no calendário que hoje é 17 de dezembro, lembrei do Dia de São Gabiru.

Mas que também poderia ser o dia de São PEDRITO Iarley. Ou de São Clemer. Ou São Fernandão, com a taça mais linda jamais feita erguida aos gelados céus japoneses, enquanto eu fritava com os pés rasgados no asfalto de 50ºC em busca de cerveja – que havia acabado em Novo Hamburgo.

Juro que já tentei, de todas as formas, entender o que leva alguém a não gostar de esporte – de não se arrepiar ao ver vídeos como estes, ou dos times das vossas preferências (escolhas piores do que as minhas, já admito), ou de corridas fantásticas, de duelos na pista. Mas, quando eu paro e revejo estas cenas, e lembro dos 20 anos de dor e paixão que o vermelho e o branco, fundidos em COLORADO, me causaram, e lembro ainda mais de uma noite fria de agosto…

Não dá. Esporte é isso aí. Não é preciso entender o que acontece: basta ter vontade de morrer explodindo de alegria ao marcar um gol que tudo se resolve, fica belo e leve e feliz.

Saudações coloradas,
Francisco Luz

Autor: - Categoria(s): Off-topic Tags: , , ,
16/12/2009 - 20:01

Assista

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Felipe Paranhos [@felipeparanhos]

Sabe aqueles depoimentos que passam depois de Viver a Vida, novela das 21h da Globo? O quê? Não assiste? Assista nesta quinta-feira (17). A Michelle Bragantini avisou que o depoimento gravado por seu irmão, André Bragantini Jr., vai ser exibido no fim do episódio deste dia. Não antecipo a história porque ninguém melhor do que ele para falar sobre. Mas vale a pena. Garanto.

Autor: - Categoria(s): Geral Tags: , , ,
15/12/2009 - 13:53

Nova equipe, novo casco

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Felipe Paranhos

A Virgin apresentou hoje, além da escalação para 2010, o capacete de Timo Glock para a estreia pela equipe. O alemão segue a tendência atual dos capacetes e faz adaptações ano a ano. O casco para 2010, no entanto, parece bem diferente. Veja, no trabalho gráfico fenomenal, profissional, gigantescamente maravilhoso no Paint deste que vos escreve.

GlockHelmets

Autor: - Categoria(s): F1 Tags: , , ,
14/12/2009 - 18:21

Se chegar na final…

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0702205PGERMANY CELEBRATES

Felipe Paranhos

Um detalhe me chamou a atenção no calendário da F1 para 2010: o GP da Inglaterra acontecerá em 11 de julho, mesma data da final da Copa do Mundo da África do Sul. A corrida será às 9h e a partida às 15h30, ambas no horário de Brasília.

Ao contrário do que possa parecer, esta não é exatamente uma invenção de Bernie Ecclestone: será a sétima vez que a decisão da Copa coincide com um GP da F1. Isso já aconteceu com outras seis finais: 1954, 1962, 1970, 1974, 1990 e 1998.

Em 1954, a Hungria de Sandor Kocsis e Ferenc Puskas sucumbiu aos surpreendentes alemães, que haviam perdido por 8 a 3 na primeira fase e conseguiram o que ficou conhecido como Milagre de Berna ao vencer por 3 a 2. No mesmo dia 4 de julho, Juan Manuel Fangio ganhava o GP da França.

Jim Clark venceu o GP da Bélgica de 17 de junho de 1962, enquanto parte do mundo voltava seus olhos para Mauro Ramos de Oliveira, que erguia a taça Jules Rimet no Chile, após a vitória do Brasil sobre a Tchecoslováquia.

A coincidência aconteceu de novo em 1970, novamente com um título brasileiro, e em 1974, quando a Alemanha Ocidental desbancou a Holanda de Johan Cruijff de virada. Naquelas ocasiões, Jochen Rindt ganhou o GP da Holanda e Niki Lauda Ronnie Peterson o da França.

Em 8 de julho de 1990, Alain Prost venceu em casa e a Argentina perdeu para os alemães. Oito anos depois, Zidane e Petit derrubaram o Brasil de Ronaldo na final da Copa da França, horas depois de Michael Schumacher levar a taça do GP da Inglaterra.

Notaram que os três títulos alemães aconteceram quando finais de Copa coincidiram com GPs de F1? Ballack, Schweinsteiger e Gomez comemoram.

Autor: - Categoria(s): F1 Tags: , , , ,
14/12/2009 - 17:18

Meu cabelo duro é assim

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LucHam2

Felipe Paranhos

Adoro propaganda. Já aprendi que o Cristiano Ronaldo, pelo menos o dublado, tem caspa. Agora, que o Lucas Di Grassi é um sedutor. Em entrevista coletiva dada na última sexta-feira, Erik Galardi, diretor de marketing da Unilever, destacou os motivos que fizeram a empresa patrocinar o piloto brasileiro, que vai correr na Virgin-Manor em 2010.

“Eu sou um aficionado por automobilismo e vejo a qualidade do Lucas, que é um piloto muito regular e tem tudo para se consolidar na Fórmula 1. Escolhemos o esporte como forma de falar com os homens, e buscamos duas plataformas que transmitem tecnologia, performance e sedução. Esses são os atributos que nós buscamos”, disse.

Galardi tem razão. A empresa escolheu ótimos nomes para divulgar o produto, afinal, com quatro brasileiros na F1 e uma Copa do Mundo por vir para o luso, Lucas e Cristiano estarão em destaque durante todo o ano de 2010, além de serem profissionais acima da média em suas áreas de trabalho. Mas uma coisa eu estranhei na fala de Erik. “Os dois são autoconfiantes, bonitos e têm bom cabelo. O Lucas é um piloto jovem, que transmite uma sedução que é importante para a marca”, afirmou.

As meninas que frequentam o blog, e são várias, vão opinar se o Di Grassi transmite sedução. Não sou qualificado para tal. Mas essa coisa de “bom cabelo”… Complicado.

Entendo as razões da empresa, posicionamento da marca, público-alvo. E sabe-se que a chegada de Lucas à F1 acontece em grande parte devido ao apoio da Unilever. Mas fica no ar a pergunta: com todo o talento que tem, Di Grassi não conseguiria o patrocínio se tivesse o cabelo do, sei lá, Anderson Varejão? O Lewis Hamilton, cara bonito pacas, seria apoiado pelo Clear?

É meio discussão de Ensino Médio, eu sei, mas é uma situação que lança tais questionamentos. Será que, no futuro, um piloto vai poder se queixar de não conseguir apoio por ser feio?

Em tempo: vi as aspas do Erik Galardi no excelente Máquina do Esporte.

Autor: - Categoria(s): F1 Tags: , , , ,
14/12/2009 - 10:38

Lembram…

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Felipe Paranhos

daquele prêmio da BBC para os melhores esportistas britânicos em 2009?

Deu Ryan Giggs, jogador do Manchester United. Jenson Button foi o segundo.

Autor: - Categoria(s): F1 Tags: , , , ,
12/12/2009 - 18:21

Pontos sobre os pontos

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A mudança confirmada pela FIA do sistema de pontuação do Mundial de 2010 não é do meu agrado. Entendo a PREMISSA de que, com 26 carros, mais gente esteja disputando um lugar entre os pontuadores e, por isso, os dez primeiros mereçam conquistar algo. Mas sou um VELHO: não vou esquecer nunca daqueles dias, até 2002, em que mais carros disputavam as provas do que no último campeonato e menos gente conseguia chegar entre os então seis primeiros, tornando sempre renhida a luta para levar algo para casa.

Mas, tirando a parte saudosista, a mudança também continua com uma distorção provocada pelos “dias Schumacher”: a pouca valorização da vitória. Se agora vale bem mais a pena chegar em terceiro do que em quarto, não muda muito – em longo prazo – trocar de posição entre os três primeiros. A proporção entre o vencedor e o segundo colocado, por exemplo, segue a mesma: 80% – antes, 10 e 8, e agora 25 e 20. Portanto, se a justificativa era tornar as vitórias mais atrativas, não parece que será o caso. E, como muita gente já comentou, o resultado dos últimos campeonatos não teria muitas alterações.

Outro fator que também não me agradou na alteração é a distorção que vai causar nas estatísticas. Apenas sete pilotos passaram dos 500 pontos até hoje na história da F-1, e este número deve ser bastante ampliado com as carreiras duradouras de corredores de sucesso que vem por aí, entre outros quesitos.

Mas não se pode ser ranzinza com tudo. A briga no meio do pelotão promete ficar mais acirrada e, com vários pilotos e equipes novas, isso é sinal de diversão. Ou, ao menos, é o que esperamos.

—-

Numa VIRADA TOTAL digna de off-topic, quero PROVOCAR A INVEJA SUPREMA de todos vocês.

Chorem:

Pois é, fui para BUENOS AIRES e só CHARLEI lá no showzinho do AC/DC. A vida de jornalista te fode, mas as vezes permite umas coisas foda, também.

BACK IN BLACK,
Francisco Luz

Autor: - Categoria(s): F1 Tags: , ,
11/12/2009 - 18:32

Sai uma, entra outra

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Felipe Paranhos

A Sam Schmidt, equipe da Indy Lights, anunciou a contratação de Pippa Mann para a temporada 2010. A inglesa vai substituir Bia Figueiredo, que correrá na Indy no ano que vem, embora não tenha ainda definido em que time.

A escolha de Pippa, entretanto, não parece ser exatamente por critérios de qualidade: seu campeonato em 2009, pela Panther, foi bem fraquinho, e, na verdade, a piloto nunca mostrou nada digno de atenção especial na Lights, na World Series e nas categorias de base da Renault pelas quais passou.

Os norte-americanos perceberam há algum tempo que ter uma mulher na equipe é interessante do ponto de vista midiático, sobretudo se for competitiva. E, desde 2005, só em um ano a Sam Schmidt não teve uma piloto, ainda que, em alguns casos, só em poucas corridas. Primeiro foi Sarah McCune, que, na temporada citada foi pole-position no GP de Nashville; em 2007, Leilani Münter correu em Kentucky e Chicago e, nas duas últimas temporadas, Bia mostrou que tinha talento para subir à Indy.

Não deve ser o caso de Pippa.

Autor: - Categoria(s): Indy Lights Tags: , ,
11/12/2009 - 17:48

Descoberta

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Felipe Paranhos

E eu leio em algum lugar que o “novo sistema [de pontuação da F1] irá premiar até 10º lugar, com pontos decrescentes”.

Decrescentes? Jura? ¬¬

Autor: - Categoria(s): F1 Tags:
11/12/2009 - 11:20

Ayrton Senna, o jogo

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SuperMonacoGPII

Felipe Paranhos

Em tempos de falta de assunto e de saco, prefiro falar de assuntos acessórios à F1. Portanto, a eleição da Autosport que escolheu Ayrton Senna como melhor piloto da história da categoria será só o gancho de algo MUITO MAIS importante: videogame =)

Ayrton Senna’s Super Monaco GP II foi, como se pode depreender, uma continuação. O primeiro jogo, porém, não tinha a chancela do piloto brasileiro. Numa época em que as categorias ainda não haviam notado as vantagens de investir em jogos oficiais, ter o nome de um campeão atrelado a um game era, sem dúvida, um atrativo.

A série provavelmente inaugurou algo que hoje é praxe nos jogos de automobilismo: o modo carreira. No Super Monaco GP I, você começa na Minarae, obviamente inspirada na Minardi. Ao longo da temporada, ganhando corridas, você entra em outras equipes. Depois de conquistar seu primeiro título, você é contratado pela Madonna — a McLaren — e desafiado pelo seu arquirrival, G. Ceara. É Senna.

O segundo jogo tem o mesmo princípio, mas você escolhe os pilotos a desafiar. Se terminar à frente do rival em corridas seguidas, troca de lugar com o adversário. Ayrton é o único nome real no game. Ontem, brinquei um pouco: depois de vencer a primeira corrida, superando I. Germi — Ivan Capelli — e M. Blume — Michael Schumacher —, parei. No auge.

Como talvez já tenha dito por aqui, comecei a gostar de automobilismo ao ver um cara zerar o jogo com o controle ao contrário — o que, na verdade, não é merda nenhuma. O realismo é zero, a ponto de você contornar a Junção de Interlagos a 250 km/h, mas, ainda assim, o game foi fundamental para tudo o que se vê hoje no automobilismo virtual.

Autor: - Categoria(s): F1, Virtual Tags: , ,
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