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Arquivo de abril, 2010

28/04/2010 - 14:58

F1 2010, espere por ele

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Felipe Paranhos

(Provavelmente) Em setembro, os donos de PC, PS3 e XBox360 poderão adquirir aquele que é o jogo mais esperado de automobilismo em anos. Tudo porque F1 2009 ficou abaixo das expectativas, já que foi feito às pressas pela Codemasters.

Para este game, porém, a empresa britânica trabalha há muito tempo. Aos poucos, são divulgados materiais referentes ao desenvolvimento do jogo. A conta da produtora no YouTube já tem dois vídeos protagonizados pelo coordenador dos trabalhos para o jogo, Paul Jeal.

Não se assuste ao ver Nico Rosberg na Williams ou Fernando Alonso na Renault: é que, nestes vídeos, as informações — circuito, patrocinadores, pinturas — são de 2009, mas já na engine do F1 2010.

Eu não acreditei muito no F1 2009, mas espero bastante da edição deste ano. Não um primor de simulação, mas um jogo honesto, acessível a diversos públicos, com um modo carreira decente.

Outro fator que dá mais esperanças aos jogadores é a presença da mala Anthony Davidson, ex-piloto de testes, como consultor no projeto. Veja os vídeos:

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28/04/2010 - 08:42

Di Grassi fala sobre patrocínios, Virgin e futuro

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Lucas Di Grassi anunciou seu novo acordo de patrocínio com a Sorocred, empresa de capital brasileiro baseada em Sorocaba, nesta terça-feira (27), em um evento realizado na cidade de Araçoiaba da Serra, que fica a 115 km de São Paulo. Após a coletiva, o BloGP teve um rápido bate-papo exclusivo com o piloto da Virgin, que falou sobre a sua antiga dificuldade para arranjar patrocínios, o que virou coisa do passado, o atual momento de sua equipe na F1 e o futuro do time.

BloGP: Uma coisa que a gente falou muito contigo no passado foi sobre patrocínios. Hoje, a gente olha para a sua camisa e vê os patrocínios da Clear e da Sorocred (nessa hora, Lucas interrompe para dizer que tem cinco empresas o apoiando). Como você analisa o seu atual momento? Levando em conta o seu passado, em que você sempre falou que era tão difícil arranjar um patrocínio, já que não tinha um nome conhecido.

Lucas Di Grassi: Acho que são cenários totalmente diferentes. Hoje, eu estou na F1, no topo. Não do topo, acho que tem muita coisa para evoluir, para melhorar. Mas eu estou em uma posição muito boa da minha carreira. Eu quero alinhar a minha imagem com empresas sérias, que estejam na mesma linha de pensamento, de filosofia, que são sólidas, que querem batalhar e que querem crescer. Eu, graças a Deus, hoje em dia, tenho amigos e empresas trabalhando comigo e fazendo um benefício mútuo entre a gente. Mas nem sempre foi assim. Conforme eu falei, no começo da carreira, quando você não tem nome, quando você ainda está crescendo, quando você ainda está tentando evoluir, é muito difícil arrumar um patrocínio. Sem dúvida, eu sempre sofri com isso, desde a época do kart. E eu nunca tive um sobrenome famoso. Nunca tive uma linha de parentes no automobilismo, eu estou fazendo o meu próprio rumo. Então, foi mais ou menos isso que aconteceu. A Renault investiu durante seis anos na minha carreira. Eu sou muito grato a eles por ter sido o meu patrocinador nessa época. Então, acabou dando tudo certo, graças a Deus.

BloGP: O que aconteceu com a Virgin no GP da China? Você largou após a corrida ter começado e abandonou logo depois. O Timo Glock nem largou. O que aconteceu com a equipe especificamente no domingo, dia da corrida?

LdG: Olha, eu estava esperando bastante daquele fim de semana. A gente fez uma simulação de corrida na sexta-feira. Fui o piloto que mais deu voltas na pista. Dei 56 voltas, exatamente a quantidade de voltas numa corrida, e não aconteceu absolutamente nada com o carro. Estava super em ordem, fizemos a classificação, o carro não deu um problema, estava tudo indo super bem nos dois carros, a gente estava com zero problema até domingo de manhã. Quando ligaram o meu carro no domingo, descobriram que estava com um problema na embreagem. A gente acabou não largando por causa disso, e a embreagem acabou quebrando de novo na corrida. Não sei exatamente o que aconteceu. Ninguém sabe ainda direito. Às vezes, foi um detalhezinho que a gente não prestou muita atenção ou que não esperava que fosse acontecer. Ou até mesmo uma peça que é não é do nosso controle que estava defeituosa. Com o Glock, houve um problema com a bomba de ar do motor na volta em que estava indo para o grid. Até então, não tinha nada. Então, foram coisas que aconteceram de última hora que a gente não teve controle e acabou prejudicando a nossa corrida, que achava, no meu ponto de vista, que seria tão boa quanto na Malásia.

BloGP: Na auto-avaliação da Virgin, em que ponto a equipe se vê agora? Obviamente, na frente da Hispania. Mas vocês se veem atrás, perto ou na frente da Lotus?

LdG: Eu vejo a Virgin na frente da Lotus. As classificações foram bem próximas. Na Malásia, a gente terminou na frente da Lotus. Na China, a gente se classificou na frente da Lotus, em condições normais. A gente está em uma condição bem parecida de disputa. A Lotus tem um budget [orçamento] muito maior do que o nosso. Mas eu acredito que a gente seja capaz não só de disputar com eles, mas como terminar o ano como a melhor das novatas. Acho que esse é nosso objetivo. A Hispania está bem para trás, acho que é muito difícil que eles disputem alguma coisa com a gente. E a gente vai demorar, eu acredito, pelo menos, mais um ano para conseguir chegar no pelotão intermediário.

BloGP: Essa seria a próxima pergunta. Em quanto tempo vocês preveem a Virgin no Q2 da classificação?

LdG: Muito difícil. A principal fonte de downforce [pressão aerodinâmica] de um carro atual é o assoalho duplo. Ou triplo, de alguns carros. Esse é o principal foco de tecnologia em que o pessoal investiu muito no ano passado. Enquanto a gente estava projetando o carro inteiro, o pessoal estava só divulgando esse tipo de downforce. Se você olhar a asa traseira, as dimensões, é tudo meio parecido, mas o assoalho faz uma grande diferença. Para o ano que vem, o assoalho volta a ser simples. Então, para esse ano, vai ser difícil disputar, não impossível, mas vai ser muito difícil, em condições normais, a gente ir para o Q2 ou mesmo pontuar. Em condições normais, a gente precisa evoluir muito. Eu acredito que, no ano que vem, a gente vai estar muito mais próximo das equipes intermediárias. E, quem sabe, daqui a um ou dois anos, começar a disputar pontos constantemente e talvez almejando um pódio, mas é muito difícil mensurar o quanto as outras equipes também vão evoluir para o ano que vem.

Marcus Lellis – @marcuslellis / Lellisblog

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27/04/2010 - 11:30

Poker face

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Felipe Paranhos

Jaime Alguersuari fechou contrato com a PartyPoker, uma das maiores provedoras de pôquer (ou é pôker, agora que tem K no alfabeto? Poker não pode ser) do mundo. A empresa, que patrocina grandes torneios e inicia leigos no esporte de graça via internet, terá o espanhol como seu embaixador.

É o segundo piloto que atua nesta função — o outro é Giancarlo Fisichella. “Há muito tempo sou um apaixonado por este jogo. Mas, com todos os compromissos que tenho nestes anos como piloto de F1, tenho tido pouco tempo para os hobbies”, disse Alguersuari. Apesar disso, o jovem contou que, quando está livre, joga com outros pilotos. Que eu me lembre agora, Kubica e Trulli jogam. Alguém mais?

A PartyPoker patrocinou a Coloni ano passado na GP2.

Atualização: A contribuição do Eduardo Yoshida: esse é o Barrichello nas 500 Milhas da Granja Viana, em 2009.

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26/04/2010 - 16:45

Os polegares mais valiosos do mundo

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EFE

Está vendo esses polegares? São de Fernando Alonso. E são os mais caros do mundo.

O espanhol recebeu do Banco Santander, que patrocina tanto o piloto como a Ferrari, um seguro de vida e de acidentes com uma cobertura especial para seus polegares. Se Alonso sofrer qualquer tipo de dano nesses dedos, receberá € 10 milhões (aproximadamente R$ 23 milhões).

E por quê os polegares?

Por serem essenciais à pilotagem, disse a empresa, além de que, quando levantados, indicam sucesso ou que tudo está bem e sob controle.

Nunca um sinal de que tudo está bem foi tão valioso.

Marcus Lellis – @marcuslellis / Lellisblog

Autor: - Categoria(s): F1 Tags: , , , , , , ,
26/04/2010 - 12:23

GT Brasil, menos para Santos, Campinas e RS

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A expectativa foi criada para a estreia do GT Brasil na tela da RedeTV!. Enfim, a categoria nacional teria um espaço na TV aberta, a grande oportunidade de ser difundida nacionalmente. Eu, em Santos, estava preparado para ver a etapa de Curitiba. Quando deu 13h e coloquei na RedeTV!, tenho uma surpresa: nada de GT Brasil. A afiliada da Baixada Santista e Campinas, a Rede VTV, preferiu exibir um programa de produção independente, horário locado.

A mesma coisa aconteceu no Rio Grande do Sul, com a TV Pampa, afiliada da RedeTV! em terras gaúchas. O que é uma prática comum por lá. Segundo relato de Eduardo César, que cuida do site “Papo de Bola”, a TV Pampa não passa quase nenhum evento esportivo da RedeTV! – Série B do Brasileiro, Liga Europa, GT Brasil, Copa Montana, entre outros.

Pelas informações dos internautas pelo Brasil afora, via Twitter, Baixada Santista, Campinas e Rio Grande do Sul foram as únicas regiões a perderem a corrida sob chuva vencida pela dupla formada por Daniel Serra e Chico Longo. Mas é possível que isso também tenha acontecido em outras cidades.

O acordo do GT Brasil com a RedeTV! é algo para ser muito celebrado porque já é um grande avanço para o automobilismo nacional, tão castigado nos últimos anos. Qualquer esporte precisa de divulgação. Uma transmissão em canal aberto é peça fundamental para que uma modalidade faça sucesso e seja popular.

Só que é aquela coisa: tem de ser difundido para todo o Brasil. Não adianta fazer de um jeito em alguns pontos do país e de uma maneira diferente em outros. O GT Brasil vai passar pelo Rio Grande do Sul, no Velopark. E não é exibido pela afiliada gaúcha da RedeTV!. Há cabimento nisso?

As afiliadas precisam seguir as regras da rede nacional. É o que acontece, por exemplo, na Globo. As TVs locais têm seus horários para produzir programas próprios. Mas se há um evento de apelo nacional, a Globo exige a exibição do evento, e as afiliadas que arrumem um jeito de se adaptar à programação para todo o Brasil.

Pelo o que pude apurar, isso não acontece na RedeTV!. Ao ponto de a TV Pampa ter quase uma programação própria, à parte do canal nacional. Desse jeito, fica difícil saber se realmente se trata de afiliada. Mas isso é um problema que cabe à RedeTV!.

Agora, o GT Brasil não pode ser refém desse esquema de trabalho. Ao fazer o acordo com o canal, a ideia era mostrar a categoria para todo o país. Depois desse domingo, acredito que os promotores da categoria devem se sentar com os diretores da emissora e exigir a exibição das provas para todo o Brasil.

Afinal de contas, é o GT BRASIL. Não é o GT Brasil, menos as cidades de Santos, Campinas e Porto Alegre, que ficam com um programa qualquer.

Marcus Lellis – @marcuslellis / Lellisblog

Autor: - Categoria(s): GT Brasil Tags: , , , , , , ,
23/04/2010 - 22:55

Sem patrocínio não vai

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Felipe Paranhos

O nome mantido da BMW não ajudou, Kobayashi disse que não tinha dinheiro, De la Rosa não levou tanto… Hum… Talvez essa história de o Peter Sauber recorrer a pilotos pagantes como Pastor Maldonado e Luca Filippi faça sentido, hein?

Autor: - Categoria(s): F1 Tags: , , , , ,
23/04/2010 - 12:59

De la Rosa: o primeiro demitido de 2010?

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Daniel Muñoz/Reuters

 

A primeira parte da temporada 2010 da F1 acabou, na passagem inicial por Ásia e Oceania. Enquanto a categoria se preparar para começar sua fase europeia, os primeiros boatos sobre troca de pilotos já começaram. Bem cedo, diga-se de passagem.

A vítima da vez seria Pedro de la Rosa, segundo a revista francesa “Auto Hebdo”. O espanhol pode ser demitido pela BMW Sauber após o GP de Mônaco, para a entrada do italiano Luca Filippi e seus € 10 mihões de patrocínios na equipe suíça. O venezuelano Pastor Maldonado também é cotado para a vaga.

Em uma temporada com 24 vagas, é natural que haja trocas de pilotos durante a temporada. É muito difícil que todos comecem e terminem o Mundial. Só não era esperado que a “caça às bruxas” dos times começasse tão cedo.

Como base de comparação, em 2009, o primeiro demitido foi Sébastien Bourdais, trocado por Jaime Alguersuari, pela Toro Rosso, antes do GP da Hungria. O francês resistiu por oito corridas. O veterano espanhol pode sobrar após apenas seis.

A BMW Sauber continua sem apoios, com o carro limpo. Se um piloto aparece disposto a despejar um caminhão de dinheiro, não haverá o que fazer. Como Kamui Kobayashi é jovem e tem potencial a ser explorado, a cabeça de De la Rosa fica a prêmio.

Aí fica a pergunta para os leitores do BloGP: Pedro de la Rosa será o primeiro demitido de 2010? Alguém pode perder o emprego antes? E quando isso vai acontecer? A caixinha de comentários está aberta para os internautas.

Marcus Lellis – @marcuslellis / Lellisblog

Autor: - Categoria(s): F1 Tags: , , , , , , ,
20/04/2010 - 12:35

Cérebro ou arrojo?

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Depois da corrida da China, no último domingo, uma discussão entre os membros do Grande Prêmio levantou uma questão interessante. Quem foi o nome da corrida em Xangai?

Jenson Button, que acertou na estratégia em permanecer na pista, enquanto a maioria preferiu trocar os pneus e depois imprimiu um ritmo forte e não se intimidou com a aproximação de Lewis Hamilton? Ou o próprio Hamilton, que ultrapassou meia F1, com manobras espetaculares, arriscadas, sem se preocupar muito com quem ou em que ponto?

É claro que a frieza, esperteza e, principalmente, ritmo constante fizeram a diferença para Button, mas será que basta? Será que uma pimentinha de arrojo também não faria mal ao atual campeão? E aos demais? Será que não é de mais pilotos como Lewis que a F1 está precisando?

Fosse você, leitor, um chefe de equipe, optaria por apostar suas fichas em um piloto cerebral ou em um arrojado?

Autor: - Categoria(s): F1 Tags:
19/04/2010 - 10:29

Nesta data querida

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Felipe Paranhos

Dia 25 de abril, domingo, é aniversário dos meus amigos Thiago Torres e Daniela Sampaio. E, muito menos importante, é aniversário de Felipe Massa também.

O piloto da Ferrari faz 29 anos. E você, leitor, pergunta: por que você está escrevendo isso hoje e não no fim de semana? Porque eu quero, oras.

[Dizem as más línguas que foi porque eu não pensei em nada melhor para escrever aqui agora nesta manhã de segunda-feira]

Vendo do ponto de vista automobilístico, Felipe tem o que comemorar nesta temporada? Falem, falem.

Autor: - Categoria(s): F1 Tags: , , ,
17/04/2010 - 17:58

A maior vitória

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Mas foi em uma sexta-feira. A grande vitória de Helio Castroneves na vida aconteceu há exatamente um ano. Em 17 de abril de 2009, coincidentemente às vésperas da etapa de Long Beach da Indy, quando foi considerado inocente das acusações de evasão fiscal e conspiração fraudulenta nos EUA. O piloto da Penske ouviu o veredito do juiz Donald Graham, em Miami, na tarde daquela sexta com enorme alívio.

Ainda em Miami, o brasileiro recebeu o telefonema de Roger Penske, parabenizando pela conquista e alertando que um avião estava pronto para levá-lo para a Califórnia. O carro 12 do time o esperava.  Helio correu naquele final de semana depois de perder a primeira etapa do ano, disputada em São Petersburgo, por conta do julgamento.

Além de Castroneves, a irmã Katiucia e o advogado Alan Miller também foram inocentados dos seis crimes que respondiam na justiça norte-americana. Os três, se condenados, poderiam pegar até 35 anos de prisão.  Helio ainda terminaria o campeonato na quarta colocação. Mas o que mais impressionou mesmo foi a vitória nas 500 Milhas de Indianápolis, que praticamente sepultou de vez o fantasma do processo na justiça.

A assessoria de imprensa do piloto brasileiro também relembrou o fato. O texto a seguir é assinado por Américo Teixeira Jr, que teve também seu papel no processo de Castroneves.

Foram 47 dias de julgamento e a defesa dos Castroneves teve a condução dos advogados Roy Black e Howard Srebnick. Nesse período, enquanto Promotoria e Defesa se esmeravam para provar suas respectivas teses, diversas testemunhas passaram pelo plenário do júri, dentre eles muitos brasileiros que para Miami se deslocaram para prestar testemunho de idoneidade e correção do piloto e sua irmã.

Lá estiveram o ex-piloto e comentarista Eduardo Homem de Mello, o empresário Raul Seabra, o chefe de equipe Amir Nasr, a empresária Renata Pepe, a secretária Heloisa Azevedo, o perito em segurança José Salles, a advogada Marina Salles, o ex-juiz Dr. José Maria Costa e o jornalista Américo Teixeira Jr.

Ao final daquela tarde, Castroneves seguiu direto do tribunal para o aeroporto. Roger Penske, sem que o piloto tivesse tido tempo ainda de avisá-lo do veredito, já estava informado e ligou para ele já na saída da Corte e disse, após parabenizá-lo pela vitória. “O avião está te esperando aí no aeroporto e seu carro está aqui. Venha, pois estamos lhe esperando”.

E foi no dia 17 de abril de 2009, absolvido e voando para a Califórnia que Helio Castroneves “renasceu” para sua carreira e as ruas de Long Beach, local da prova deste domingo, transformaram-se nesse grande março de um recomeço.

De fato, não há dúvida sobre o recomeço.

Autor: - Categoria(s): 500 Milhas, F-Indy Tags:
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