Publicidade

Publicidade
05/04/2010 - 14:15

Gol. E é da Superliga

Compartilhe: Twitter

Felipe Paranhos

A Superliga ainda não conseguiu angariar a popularidade prevista quando de sua criação, no ano retrasado. Mas, após experimentar Superleague: The Game, até quem nunca assistiu uma corrida da categoria vai se interessar pelas disputas entre carros-clubes. Há algum tempo estava com esse texto pronto, mas aproveitei o início do campeonato de 2010, neste fim de semana, e pus aqui a minha avaliação.

Para os mais severos, que desejam realismo, uma boa notícia: o jogo usa aspectos — como as informações da tela — em rFactor, como se fosse um Mod do ótimo simulador da ISI. E é baseado na engine gMotor 2, o que garante às disputas uma boa dose de verdade.

Não há muita criatividade nos modos de jogo — o que é um elogio, pois não há minigames e presepadas do gênero. No básico Single Race e Tournament, você pode jogar provas avulsas ou disputar a temporada 2009 da categoria.

Os carros são bastante fiéis à realidade. Por outro lado, a ausência dos nomes dos pilotos é um ponto negativo. É verdade que os representantes dos clubes variam muito corrida a corrida, mas devia ser possível escolhê-los entre nomes que já vestiram os macacões dos times, ou pelo menos editar nomes, colocando quem a gente quisesse como adversários. Melhor assim do que correr contra Milan, Galatasaray e Sevilla — e não contra Giorgio Pantano, Ho-Pin Tung e Sébastien Bourdais.

Mesmo assim, o jogo vale muito a pena, até porque cobre uma fraqueza do rFactor: o modo contra o computador. Os adversários erram mais ou menos, são mais ou menos agressivos, o que traz o imponderável, tão comum às corridas, para a tela do seu PC. Outro detalhe importante é o amplo espectro de configurações no carro e na atividade de pista.

Uma, duas ou três corridas por circuito no campeonato, tempo de cada sessão, número de voltas e oponentes… As variáveis são muito grandes, o que aumenta o “tempo de vida útil” do jogo. Para os menos habituados ao mundo da simulação de corridas, uma boa notícia: o carro não é difícil de pilotar, mas ainda assim a condução não é “dura” como em jogos arcade — você sente a cada curva e reta o impacto de uma modificação em nível de combustível, pneus, pressão de freio…

Você pode adquirir Superleague: The Game no próprio site da categoria. Eis o trailer do jogo:

Autor: - Categoria(s): F-Superliga, Virtual Tags: , , ,

Ver todas as notas

44 comentários para “Gol. E é da Superliga”

  1. André disse:

    Nem esse tem chuva?
    E tem gnt q acha o GP4 ruim…
    E a IA da CPU?
    Tá mais próxima da do GP4?
    Ou continua ruim?
    Tá dificil superarem o GP4,jogo com 8 anos já,em todos os aspectos,hein?

    • Felipe Paranhos disse:

      Não tem chuva, e é muito tosco isso. Mas brincadeira comparar GP4 com rFactor, hein? Quanto mais achar que é melhor…

  2. Sergio Milani disse:

    Baixei o jogo….achei até interessante!

  3. André disse:

    Opa, tinha esquecido desse post. Respondendo as perguntas sobre o iRacing:

    Meu PC pra jogos é um i920 @ 4.2ghz, EVGA X58 Classified, 3x2gb G.Skill PI e 2×4890 em Crossfire. Jogo numa LCD de 46″ Série 6 da Samsung.

    O iRacing é mais pesado que o gMotor2, mas nada de outro mudo. Uma máquina BEEEM mais modesta consegue rodar com folga. Uma 4850 e um C2D overclocado na faixa de 3.8ghz leva com o pé nas costas o iRacing até 1680×1050. Meu volante é um G25 com mods até o osso.

    Sobre o preço: depende muito do plano. Eu fiz a assinatura de 1 ano por 99 doletas com direito às ligas básicas, algumas pistas e carros. Você vai ganhando acesso às ligas superiores dependendo do seu desempenho. Carros, categorias e circuitos variam de $5 até $19,90, se me lembro bem. O melhor é pesquisar no site, pois as opções são realmente vastas.

    As corridas são de altíssimo nível, até hoje não encontrei nenhum troll nas pistas, mesmo porque é ban quase que automático.

  4. André disse:

    Ficou faltando responder sobre ligas. Que eu conheça, são 2 ou 3 ligas aqui no Brasil. Eu participo de uma liga “globalizada”. Corremos juntos desde os tempos do SCGT e dos dias de glória do Race Sim Central há uns 200 anos, hehe. Ah, e uma boa conexão com um ping decente é imprescindível, por melhor que seja o netcode do iRacing.

    O suporte de ligas é absolutamente inacreditável. Novamente, é complicado explicar com mais detalhes aqui, sugiro uma pesquisa que você encontra muita coisa a respeito. 99% das ligas são muito amistosas e prestativas, é bem tranquilo achar um lugar pra correr.

    • Felipe Paranhos disse:

      Isso é verdade. Minha experiência com as ligas brasileiras foi muito boa, com exceção de uma delas.

  5. André disse:

    Felipe, quando digo que as sessões são de altíssimo nível me refiro que não é nada que se vê em servers públicos com aquele bando de idiotas que entram só pra estragar a diversão de todos, batendo, correndo no sentido contrário e comportamentos afins.

    Mas é vero que o nível habilidade do pessoal assinante do iRacing é um pouco mais elevado que a média. Afinal, trata-se de um produto voltado exclusivamente pro sim-racer hardcore, calejado de batalhas d’antes, hehe.

    Mas como disse, há vários níveis e quem entra começa por baixo. Quando comecei, pelejei e continuo pelejando bastante pra ser minimamente competitivo na minha categoria. O engine é único e tive que me livrar de vários vícios que carregava de outros simuladores que usava pra “enganá-los” e ser irrealmente rápido – ultra-esterço e tail braking no gMotor, fast-in fast-out no GPL, setups absolutamente fatasiosos e por aí vai.

  6. JCMoreira disse:

    Falando nisso, quando vamos poder vê-lo de novo nas pistas de AV?
    Vai ter GT agora.

    Julio Moreira
    DRAGON

    • Felipe Paranhos disse:

      Volto para a T2! Tenho só que arranjar bons “primeiros pilotos”, ainda preciso de muita ajuda, sou uma negação em acertos.

  7. […] (originalmente publicado no BloGP) Felipe […]

Os comentários do texto estão encerrados.

Voltar ao topo