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Arquivo de maio, 2011

26/05/2011 - 16:44

'Otoridade' clubística

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FELIPE PARANHOS [@felipeparanhos]
de Salvador

Antonio Pizzonia foi anunciado de volta como piloto do Corinthians na Superliga, aquela coisa. Um release, uma declaração de piloto contente e confiante e animado e mais um no bando de loucos, essa expressão chata que todos os caras que representam o clube dizem há alguns anos quando são apresentados.

Aí o Pizzonia postou a imagem do layout do carro no Twitter. Bandeira do Brasil, com o escudo do Corinthians só no aerofólio traseiro. De cara, uma imensa diferença em relação ao status quo da categoria — desde seu início, três temporadas atrás, os carros tinham uma pintura temática dos clubes: o do time paulista era alvinegro, do Flamengo rubro-negro, do Olympiacos alvirrubro e por aí vai.

É o que a Superliga queria dizer com “Taça do Mundo”, codinome da temporada deste ano — a quarta, uma analogia com o fato de haver Copa a cada quadriênio. Os clubes perderam espaço para os países na pintura dos carros. Ou seja, a categoria gradativamente migra para o estilo da falecida A1GP. É só ver como está pintado o carro de Yelmer Buurman, do PSV. Praticamente não há o vermelho e o branco do clube, mas o laranja predominante utilizado pelas seleções esportivas holandesas.

Só que o detalhe que causou polêmica no carro do Corinthians é o verde da bandeira brasileira — cor representativa do Palmeiras, rival da equipe do Parque São Jorge. Digo desde já que acho isso uma imensa babaquice. Mas esta babaquice cromológica gerou um comunicado oficial do clube: “O Sport Club Corinthians Paulista esclarece ao seu torcedor que em nenhum momento aprovou o layout do carro divulgado pela Fórmula Superliga como sendo o do Timão.  Evidentemente não será autorizada a utilização da cor verde em nosso carro.”

Repito novamente que é uma babaquice, mas, ok, é algo institucionalizado, ocorreria em todo time do mundo. Só que o campeonato começa no próximo fim de semana, na Holanda. E, se o Corinthians publicou uma nota hoje, é porque seu marketing não sequer tinha conhecimento das mudanças no campeonato. E não vai “autorizar” o uso do verde? Sei não, mas acho que é batalha perdida, isso… Ainda mais porque, a essa altura, o carro está sendo ou já foi pintado.

Todos sabem que os clubes só emprestam suas marcas para o campeonato. Não escolhem piloto, equipe, nada. Sendo assim, não me parece que tenham autoridade alguma para escolher as cores do carro. Veremos o que vai acontecer.

Autor: - Categoria(s): F-Superliga Tags: , , , , ,
24/05/2011 - 16:25

Tudo novo em 2012?

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FERNANDO SILVA [@Fernando_Silva7]
de Sumaré

Sergio Pérez na Ferrari? Kamui Kobayashi na Red Bull? Levando em conta o desenrolar da temporada até aqui, esse cenário pode não ser tão impossível assim já para o próximo ano. Fazendo uma breve análise das condições de cada piloto em seu respectivo time atualmente e também da temporada, pensei — isso não é uma informação, mas sim um pensamento que gostaria de compartilhar com os leitores do BloGP, que permite isso — e cheguei a essa configuração, talvez já para 2012, quando praticamente todas as equipes, com exceção da McLaren, poderiam ter mudanças significativas no quadro de pilotos.

Pode até mesmo ser uma VIAGEM daquelas. Mas convenhamos. A F1 mudaria consideravelmente. Já imaginou Kobayashi na Red Bull andando na frente do Vettel? Ou mesmo Pérez impondo dificuldades a Alonso em uma disputa interna na Ferrari? Como seria Massa liderando uma equipe cada vez melhor como a Renault, por exemplo? No mínimo, bem interessante.

Red Bull: Vettel e Kobayashi – Webber se aposentaria, e Kobayashi, que é a imagem da Red Bull (jovem e arrojado), assumiria a vaga;

McLaren: Hamilton e Button – essa dupla é a única que não muda. Em teoria, pilotos e equipe mutuamente satisfeitos;

Ferrari: Alonso e Pérez – Massa deixaria a equipe. Com um ano de experiência, Pérez, que é da Academia de Pilotos da Ferrari, seria alçado ao posto de titular;

Mercedes: Rosberg e Di Resta – outro caso meio claro também. Schumacher se aposentaria, e Di Resta, cria da Mercedes, assumiria seu lugar;

Renault: Massa e Petrov – longe da Ferrari, Massa conseguiria vaga na Renault se Kubica não voltar. Graças a um acordo entre Renault e Williams, a escuderia anglo-francesa emprestaria Bruno Senna para Grove;

Sauber: Bianchi e Gutiérrez – Bianchi manteria o vínculo Sauber-Ferrari e ficaria um tempo na equipe para ganhar experiência. Gutiérrez, que hoje é piloto de testes da Sauber, garantiria os patrocínios mexicanos mesmo com a saída de Pérez;

Force India: Sutil e Hülkenberg – Sutil é incógnita, mas não vejo outro. Hülkenberg entraria no lugar do Di Resta, também com a bênção da Mercedes;

Williams: Bruno Senna e Maldonado – Barrichello encerraria a carreira na equipe de Grove, e Maldonado seguiria graças aos petrodólares da PDVSA de Hugo Chávez. Senna seria emprestado pela Renault à Williams, que pode voltar a receber os motores franceses;

Toro Rosso: Buemi e Ricciardo – o melhorzinho da Toro Rosso junto com o melhor do programa de pilotos da Red Bull, Ricciardo;

Lotus: Kovalainen + 1 da GP2 – Trulli não deve seguir por muito tempo, fato. Kovalainen e mais um, que pode ser um endinheirado da GP2;

Virgin e Hispania: quem pagar mais.

Autor: - Categoria(s): F1 Tags: , , , , , , , , , ,
22/05/2011 - 10:21

São os Pirelli

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FELIPE PARANHOS [@felipeparanhos]
de Salvador

O GP da Espanha acabou com qualquer dúvida que ainda pairasse na mente de quem acompanha a F1: o que deixa as corridas emocionantes é o pneu Pirelli, não o sistema de asa móvel. A solução da questão é simples.

Em circuitos que possibilitam ultrapassagens, caso dos três anteriores a Barcelona, falou-se muito da soma dos fatores pneu e DRS como responsáveis pelo alto número de trocas de posição na pista.

Só que Montmeló é um circuito ruim de ultrapassar, todos sabem. A corrida 1 da GP3, ontem, foi chata. A da GP2, também ontem, tediosa. A segunda da GP2, neste domingo, modorrenta. Nenhuma delas tem o DRS. Assim, se a prova da categoria máxima do automobilismo tivesse emoção, pronto: o DRS teria feito a diferença.

Mas a corrida também foi chata. O desgaste dos pneus foi alto, e quase ninguém se meteu a fazer volta a menos. O que aconteceu, então, é que a degradação não chegou a ser tão intensa na pista, já que as paradas chegavam antes da perda intensa de rendimento. Se a asa móvel fosse mesmo a maior responsável pelo incremento de emoção na F1, supririam isso.

Se você acha que a F1 melhorou em 2011, agradeça à Pirelli, não ao grupo de trabalho técnico da F1.

Autor: - Categoria(s): F1 Tags: , , , , , , ,
19/05/2011 - 15:38

Futuro em azul e grená

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FELIPE PARANHOS [@felipeparanhos]
de Salvador

Empresário comandando equipe de futebol na Inglaterra não é lá uma coisa que costuma dar certo. Apesar de o Manchester United continuar no topo do esporte inglês — e europeu, já que está na final da Liga dos Campeões da Europa —, Malcolm Glazer, dono do clube, enfrenta a rejeição da torcida, que aparece com cachecóis verde-amarelos — cores do Manchester em suas origens — até mesmo em finais de campeonato.

Frustrados com a perda da identidade do clube e revoltados com o aumento das dívidas, torcedores do MU formaram o FC United of Manchester, equipe que disputa a sétima divisão.

Antes que vocês estranhem muito o fato de eu estar falando de futebol aqui, explico: o West Ham, equipe inglesa que acaba de ser rebaixada à Segunda Divisão inglesa, está na mira de Tony Fernandes, dono da equipe Lotus de F1.

Neste caso, provavelmente, os torcedores do time azul e grená não devem ter do que reclamar. Além de muito, muito rico, Fernandes é muito, muito fã do West Ham. Tuíta mais sobre os jogos do time do que sobre a Lotus, pra ser mais claro.

No ano passado, o clube teve 61,2% de suas ações compradas por David Sullivan e David Gold. Fernandes teve rejeitada uma proposta para adquirir o clube por inteiro. A outra parte do clube é de propriedade de um grupo islandês de investimentos, que passou a vender as ações quando o país quebrou com a crise financeira internacional do fim da década passada.

No último fim de semana, quando o West Ham teve o rebaixamento confirmado, Tony bradou no Twitter. “Gutted [expressão em inglês que equivaleria a “em minhas tripas”, “em vísceras” “eviscerado”] por ver o West Ham rebaixado. Como você vai de 2 a 0 para uma derrota por 3 a 2? Se os torcedores quiserem que eu me envolva, eu vou fazer isso. [O West Ham] é um grande clube e nós, torcedores, já sofremos demais.”

A fortuna de Fernandes está estimada em US$ 330 milhões.

Autor: - Categoria(s): F1 Tags: , , ,
15/05/2011 - 17:56

Flecha de bronze

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FERNANDO SILVA [@Fernando_Silva7]
de Buenos Aires

Homenagem nunca é demais. Ainda mais quando se trata de alguém como o pentacampeão Juan Manuel Fangio. Em 2005, a Mercedes, junto com a YPF Repsol, reverenciou o piloto nascido em Balcarce através de uma escultura de 3,5 toneladas de bronze em tamanho real, tanto dele, quanto do W196, o modelo de 1954 e 1955 da Mercedes, carro dos primeiros títulos da equipe na F1, conhecido como ‘Flecha de Prata’. A obra foi assinada pelo espanhol Joaquim Ros Sabaté, dez anos depois da morte de Fangio.


Na noite da última sexta-feira (13), durante uma volta por Buenos Aires, dei uma passada por Puerto Madero e tirei algumas fotos legais de lá. Vale muito a visita. Durante a noite, a praça em frente à Avenida Juana Manso fica ainda mais bonita e realça a escultura de Fangio, que se estivesse vivo, completaria um século de nascimento em junho deste ano. Justíssima homenagem ao primeiro supercampeão da história do automobilismo depois da criação da F1.

Autor: - Categoria(s): F1 Tags: , , , , , ,
12/05/2011 - 01:58

O dia que a Penske jamais esquecerá

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FERNANDO SILVA [@Fernando_Silva7]
de Sumaré

Imagine a Ferrari, equipe mais tradicional da F1, ficar sem classificar seus dois carros para o GP da Itália, por exemplo? Pois foi mais ou menos isso que aconteceu com a Penske em 21 de maio de 1995. Tanto Emerson Fittipaldi, quanto Al Unser Jr. não conseguiram uma vaga entre os 33 pilotos no grid da mais importante corrida do automobilismo norte-americano, a última antes da cisão entre Tony George e a CART.

Curioso é que até então, a Penske não estava tão mal assim. Ao contrário. Emerson venceu a última corrida antes da Indy 500, no trioval de Nazareth, e antes, Unser Jr. vencera em Long Beach. Além disso, o desempenho avassalador da equipe nas 500 Milhas de 1994 (quando contava com o ‘Dream Trio’, como costumava chamar Téo José, Emerson, Al Jr. e Paul Tracy), vencida também por Little Al, dava a confiança suficiente para a conquista de um novo êxito. Mas o que se viu nas pistas naquele ano, 1995, foi exatamente o contrário.

Desde o começo das atividades de pista em Indy, a Penske sentiu que já não seria tão imbatível assim. O motor Mercedes Ilmor ainda estava lá, mas teve sistema de válvulas acionado por varetas banido pela categoria, o que ocasionou queda brusca na velocidade de seus carros, que padeciam da falta de confiabilidade do chassi Penske, sobretudo nos superovais, como Indianápolis.

A jornada de Emerson e Unser Jr. no oval de Indiana foi um verdadeiro calvário. Sem ter condições de alcançar média de velocidade satisfatória, a Penske emprestou um Reynard Mercedes da Pagan de número 21 (de Roberto Guerrero) — e não da Hall do Gil de Ferran, conforme me lembrou o leitor Bruno —, e dois Lola Mercedes da Rahal Hogan. Curioso foi ver Emerson pilotando o carro de Bobby Rahal, e Al Unser guiando o bólido 11 que era de Raul Boesel.

Mesmo com o time lutando até o final, a classificação não veio. Little Al ficou de fora, principalmente por ter feito uma primeira volta muito ruim, enquanto Emerson perdeu a 33ª vaga para Stefan Johansson, da Bettenhausen. 21 de maio de 1995 foi um dos dias que jamais serão esquecidos por Roger Penske, que viu os então dois últimos vencedores da Indy 500 fora da corrida daquele ano. O time só voltaria às 500 Milhas (e venceria a prova) em 2001, com Helio Castroneves.

O vídeo, bem completo, de 42 minutos, mostra também pilotos como Marco Greco (aliás, onde estará Marco Greco?) pilotando o Lola Mercedes da Galles de número 10 que era do Adrian Fernandez, seu companheiro de equipe. O brasileiro, que era patrocinado pela Brastemp, também ficou de fora.

Passados 16 anos do ocorrido, é inimaginável ver tal fato acontecer novamente, até porque a Penske, ao lado da Ganassi, ostenta superioridade tamanha perante as outras equipes que qualquer piloto vencer a corrida centenária no dia 29 e não for de nenhum desses dois times, será uma enorme zebra, tão grande quanto a de 21 de maio de 1995.

Autor: - Categoria(s): F-Indy Tags:
10/05/2011 - 12:13

Vai dar problema

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FELIPE PARANHOS [@felipeparanhos]
de Salvador

Sem querer ser apocalíptico, mas já sendo, esse negócio de a FIA liberar a asa móvel no GP de Mônaco não vai dar certo. Os caras da entidade piraram na história de transformar a F1 em uma categoria repleta de ultrapassagens e autorizaram o uso do sistema de redução de arrasto na região do túnel de Monte Carlo.

E o que vai acontecer? Primeiro: isso vai incentivar os pilotos, sobretudo os menos experientes, a tentar frear no limite, buscar ao máximo a ultrapassagem na freada para a chicane. Mônaco é apertado, a freada é forte, não tem área de escape direito… Como diria Madre Teresa de Calcutá, vai dar merda.

Segundo: os carros demoram a se distanciar uns dos outros em Mônaco. O risco de fazer besteira e os pneus novos fazem os caras serem mais cautelosos no início. E é na terceira volta que o DRS é ativado. Imagina o que vai acontecer se, sei lá, o 15º colocado medir errado a hora de frear, com o pelotão intermediário todo juntinho.

Nesta terça, Rubens Barrichello criticou a decisão e disse que a FIA precisa ouvir a voz da experiência. Ele tem razão. Os pilotos é que têm de dizer se é possível ou não usar a asa traseira móvel com segurança. E me parece óbvio que a utilização do DRS ali é muito perigosa. Como não há outro ponto possível de usar o sistema, melhor deixar pra lá.

Mas não vão deixar. E pode acontecer um acidente muito forte ali. Os carros chegam a quase 290 km/h na saída do túnel. Com o DRS ativado, a velocidade vai se aproximar dos 300 km/h. Um toque ou um erro podem ser fatais. Sério.

Nunca é demais lembrar de Wendlinger, com uma área de escape um pouco diferente.

E, principalmente, de Grosjean, num acidente que não foi na chicane, mas que dá o sinal do que pode ser um acidente em Mônaco.

Autor: - Categoria(s): F1 Tags: , , , , , ,
08/05/2011 - 20:12

De gelo. Mão lá, pé cá

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FELIPE PARANHOS [@felipeparanhos]
de Salvador

Que pé-frio eu sou. Disse que o Mikhail Aleshin tinha duas chances na Turquia de mostrar que tinha talento suficiente para angariar patrocinadores e ficar em definitivo com a vaga da Carlin na GP2. O russo bateu durante a classificação e… fraturou a mão esquerda.

Na sexta-feira, o carro da Carlin por ele pilotado passou reto na curva 12, atingindo a barreira de proteção. Aleshin disse que não fez nada de errado. “Freei em meu lugar normal na curva 12, mas o carro não parou. A equipe está investigando que problema pode ter acontecido”, disse Mikhail depois do acidente.

Vou ficar de olho pra ver se a Carlin divulga informações sobre o que aconteceu.

Autor: - Categoria(s): GP2 Tags: , , , , , ,
04/05/2011 - 12:51

Toda sorte

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Felipe Paranhos

Volta e meia a gente fala de dinheiro aqui. Piloto X não tem, piloto Y tem demais. Mikhail Aleshin já esteve nas duas situações. O russo foi apoiado pela Red Bull quando era ele a grande promessa do país, não Vitaly Petrov.

E, convenhamos, Mikhail tem mesmo mais talento.

Ele ficou de 2005, na primeira versão do programa de jovens pilotos, até 2009 sob a condução da empresa dos energéticos. Fez duas temporadas completas na World Series, mas não brilhou, ficou ali pelo meio do pelotão, levou uma naba do companheiro Vettel na metade da temporada 2007, aquela coisa. Mas tinha 19 anos só.

Em 2009, último ano sob apoio forte da Red Bull, foi terceiro colocado na F2 — o melhor ano da categoria, aliás. À frente dele ficaram Robert Wickens, hoje líder da World Series, e o campeão Andy Soucek. Voltou à World Series ano passado, sem tomar energético, e ganhou o título.

Depois de flertar com uma vaga na Virgin e andar de Renault no treino para novatos da F1. Finalmente daria o passo seguinte ao chegar à GP2 pela Carlin, equipe com a qual trabalhou na World Series. Correu na GP2 Ásia, curta e mal organizada. Não deu pra fazer nada de bom. Para a fase principal da temporada, faltou dinheiro e o lugar que seria dele ficou vago.

Aleshin chegou a correr na classe Light da F3 Alemã no mês passado, convidado por uma equipe, sem precisar levar nada em dinheiro e patrocínio. Parecia o fim das esperanças. Na última hora, dias antes da viagem a Istambul, Trevor Carlin o convidou para voltar ao time da GP2, mesmo sem o russo ter grana para toda a temporada.

O acordo dura só as duas corridas da Turquia. Aleshin tem só duas chances de impressionar e chamar a atenção de patrocinadores. Toda sorte a ele.

Autor: - Categoria(s): GP2 Tags: , , , , , ,
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