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Arquivo da Categoria F-Indy

27/12/2010 - 12:22

Retrospectiva 1997

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Felipe Paranhos

Fernando e Felipe Giacomelli estavam passeando pela internet enquanto eu trabalhava — malditos. Os dois crápulas do GP, porém, descobriram esse vídeo que me arrepiou. Nessa época, eu praticamente só assistia a Indy, nem curtia muito F1. Era criança, ainda. Nem lembro se vi a corrida ao vivo, mas os personagens, o narrador, o canal, até o nome esdrúxulo dado à Champ Car — Fórmula Mundial — me trouxe grandes lembranças.

E que corrida! Portland, 1997. Vale ver o finzinho. O vídeo que vi tem a narração do Téo José, no SBT, mas o infeliz do rapaz que subiu desativou a incorporação. Acho desativar embed uma babaquice, mas tem quem ache bom.

Então, vamos de Eurosport. A pista, outrora molhada, secou, e quem trocou para slicks se deu bem. Gil de Ferran, líder com a Walker, permaneceu com os de chuva, apostando na manutenção da liderança. Mark Blundell, da Pac-West, veio lá de trás, com pneus lisos, almoçando os adversários um a um. E, no final… Quase deu Raul Boesel.

Autor: - Categoria(s): F-Indy Tags: , , , , ,
07/12/2010 - 17:47

Corre, Milka, Corre! (not)

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JOÃO PAULO BORGONOVE

E a bela Milka Duno, lembra dela?, vai promover sua primeira tarde de autógrafos no próximo sábado (11), na cidade de Porlamar. A venezuelana lançou sua biografia, chamada – e sem ironias – de ‘Corre, Milka, Corre!’, que conta detalhes de sua vitoriosa (?) carreira como pilota profissional já há algum tempo, mas só agora vem ao público para canetar as páginas escritas em inglês e espanhol.

A publicação foi premiada na Venezuela como um dos principais livros para jovens e adolescentes latino-americanos, que, segundo Milka, são inspirados por sua história de “superação e felicidade”. Pois é. E Milka já teve série de TV. Quem não se lembra do mítico ‘Milka a 1.00 km/h’, que passa nas madrugadas do Discovery Turbo.

Mas as bios estão aí. Recentemente, Mark Webber também lançou biografia, e com ela a revelação de que correu com o ombro quebrado nas quatro últimas corridas de 2010.

Helio Castroneves também já tem a sua.

E você? Gostaria de ver a biografia de qual piloto? Vale qualquer um, do mundo todo.

Autor: - Categoria(s): F-Indy, F1 Tags:
24/11/2010 - 11:26

Gold and honey

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JOÃO PAULO BORGONOVE [@Borgo_]

Pois é. Passada a distração do joguinho do post anterior, vamos falar sobre a ida de Ho-Pin Tung à Indy, que já é dada como certa pelos lados de Indianápolis. Piloto pagante e tal, dizem. Não, criançada. O Tung não leva dinheiro pra FAZZT. O Tung é pretendido pela patrocinadora principal da equipe canadense, a Bowers & Wilkins, empresa britânica do ramo de redes wi-fi e home theaters.

A B&W, creio que acertadamente, olha para os lados asiáticos para turbinar seus negócios. E como ela pretende bancar dois carros com sua marca na FAZZT, não vejo problema nenhum  no fato de eles escolherem o companheiro de Alex Tagliani, que já correu – e bem – em 2010 com a marca da grande ilha estampada no carro. Um chinês, coisa inédita em categoria top, chacoalhando toda a mídia cantonesa e tal. Baita jogada.

O fato é: pilotos pagantes fazem parte da nova fase do automobilismo mundial, e não só da Indy. Como bem disse João Paulo de Oliveira, um dos pilotos mais injustiçados na Europa e no Brasil, mas um dos mais respeitados no Japão, essa é a tendência e isso já é realidade também na F1.

“Diante do que vem acontecendo, a F1 pode caminhar para uma nova era. A era de ‘quem pode’. Agora, o $$$ passa a ser essencial a novos pilotos”, comentou o atual campeão da F-Nippon em sua conta no tuíter (@JPdeOliveira).

Usando os exemplos de Pastor Maldonado e a PDVSA, e Sergio Pérez e a Telmex, JP completou afirmando que isso pode tirar muitos jovens talentos da categoria. “Acredito que a F1 continuará tendo os melhores pilotos em atividade no mundo, como há hoje em dia, mas a entrada de talentos ficará escassa”, completou. “Infelizmente, quem mais perde com tudo isso são simplesmente os fatores principais do esporte: o público e a própria categoria”, finalizou.

Pois bem. Concordo com tudo o que foi dito pelo meu xará, mas acredito que Pérez, por exemplo, é um ótimo piloto. Maldonado idem. Afinal, o nível da categoria em 2010 foi bom, e Maldona foi o campeão, com Checo em segundo. Não dá pra dizer que eles estão na F1 exclusivamente pelo lado financeiro. Até dá, dirão alguns, mas acho que seria muito injusto com os pilotos.

Edoardo Mortara, bicampeão da etapa de Macau da F3 e atual campeão da F3 Europeia, explicou bem a sua situação, que é completamente contrária à dos dois latino-americanos acima.

“O Mundial de F1 está se tornando diferente do que era por causa de dinheiro. Você precisa de muito dinheiro, coisa que eu não tenho. Você precisa de pessoas que acreditam em você, te apoiam e investem em você. E esse não é o meu caso”, disse o italiano.

É exatamente o que Oliveira disse. Porém não basta ter APENAS talento. Ele ainda é necessário, claro. Mas agora precisa ter dinheiro. É isso.

E o que a Indy tem a ver com essa nova fase da F1? Tudo. A Indy também é assim, o que nos presenteia com as barbeiragens de Milka Duno, por exemplo. (Mas a F1 tem sua Duno, um tal de Sakon Yamamoto.) Graham Rahal ficou capenga em 2010. Tony Kanaan, vejam bem, tem futuro incerto na categoria em 2011. Precisa de grana. Talento tem de sobra.

Mas defendi Tung por dois motivos. Ele não leva grana, é isso que entendi. E, cá entre nós, esse vídeo – o segundo motivo – mostra que ele não é qualquer pilotozinho. Eduardo Azeredo, companheiro dos tempos da F1 Brasil, foi quem me lembrou dessa manobra.

Autor: - Categoria(s): F-Indy, F1 Tags:
22/11/2010 - 17:34

O legado de Ho-Pin

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JOÃO PAULO BORGONOVE

Eu ia fazer um post até que grande sobre essa ida de Ho-Pin Tung para a Indy, que já é quase certa, onde o chinês vai correr pela FAZZT em 2011. Ia defender uma tese de que teremos uma corrida na China, que até construiria um oval para receber a categoria. Mas isso era tudo chute.

Pesquisando sobre o piloto, acho algo que já tinha visto, perdi e reencontrei.

Desisti de escrever.

Só tenho uma palavra: DIVIRTAM-SE.


Eis o legado que Ho-Pin Tung já deixou ao automobilismo mundial.

Crie sua pista e coloque o código nos comentários.

Autor: - Categoria(s): F-Indy Tags:
20/10/2010 - 05:23

O horror

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Felipe Paranhos

Ashley Sara Phalen, 24, morreu na última sexta-feira (15), em Fontana, quando participava do Mario Andretti Racing Experience, programa que, a preços entre R$ 217 e R$ 721, permite a pessoas comuns a chance de dar voltas em um carro de corrida baseado no da Indy.

Pessoas comuns, que participam de um briefing, ouvem sobre segurança, e depois saem acelerando. Estes são trechos do texto de apresentação do negócio, no site: “Não há nenhum carro  à frente para seguir nem nenhum professor correndo com você”; “É permitido ultrapassar”, o que, ao lado de uma foto com vários carros do programa, me permite imaginar que, sim, pessoas comuns correm AO MESMO TEMPO contra outras pessoas comuns. Ah, e quando você termina a experiência e sai do carro, recebe um “certificado colorido com a sua velocidade máxima impressa”, o que obviamente é um estímulo para que gente como eu e você saiam acelerando doentiamente.

Embora as autoridades não tenham divulgado a velocidade do carro pilotado por Ashley na hora da batida, estima-se que os carros do que chamam de “escola” passem de 250 km/h. Uma amadora no comando de um carro a mais de 200 km/h bate no muro interno do circuito, é levada para um hospital e morre. A escola perde uma aluna. Mas o show tem de continuar e no dia seguinte, lá estão as “aulas” novamente.

Segundo a agência de notícias AP publicou no sábado, as ligações pedindo um pronunciamento por parte da empresa de Mario Andretti não foram respondidas.

Ah, mas está lá no site oficial, redundantemente: “segurança é a prioridade número 1”.

Autor: - Categoria(s): F-Indy, F1 Tags: , , , , ,
09/10/2010 - 14:52

F1 na segunda-feira?

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FELIPE GIACOMELLI

Essa não foi a primeira vez que um treino da F1 foi cancelado por causa do mau tempo. Nos últimos anos, o mês de outubro tem sido cruel com a categoria. Em 2004, o próprio GP do Japão teve o treino classificatório adiado para o domingo em virtude do tufão Ma-on que atingiu as terras japonesas. No ano passado, foi a vez da chuva paulistana bagunçar o treino classificatório do GP do Brasil.

A previsão do tempo para o domingo aponta que as atividades deverão ser disputadas com pista seca, embora exista a possibilidade de chuva. E se novamente acontecer uma tempestade torrencial, estaria o GP do Japão fadado a acontecer em uma segunda-feira?

Corridas serem adiadas não é algo tão raro no automobilismo. Nos Estados Unidos é uma situação bem comum, já que provas em ovais não podem acontecer com a pista molhada por razões de segurança. Por isso, azar de quem trabalha, mas as competições acabam acontecendo em plena segunda-feira, diante de um público restrito.

Só que quando São Pedro não coopera e o temporal continua, o jeito é continuar adiando a prova e realizá-la, por exemplo, em uma terça-feira. Em 1997, apenas quinze voltas das 500 Milhas de Indianápolis foram disputadas no domingo. A chuva constante no restante do dia impediu que a corrida, que até então era liderada por Tony Stewart, continuasse.

O tempo não melhorou na segunda-feira e os carros sequer foram alinhados. Na terça-feira, o sol reapareceu e a corrida aconteceu normalmente com vitória de Arie Luyendyk, aproveitando que Stewart não teve o mesmo desempenho com o tempo bom.

Na Nascar, a situação foi parecida para a segunda etapa de Michigan de 2007. A chuva impediu a corrida de acontecer tanto no domingo quanto na segunda-feira e a previsão de tempo não garantia que o restante da semana tivesse tempo bom. Para piorar, os caminhões das equipes deveriam chegar no máximo até quinta-feira em Bristol para a realização da próxima etapa.

Em meio às especulações de uma transferência da corrida para o final da temporada, a prova aconteceu na terça-feira mesmo, entre uma pancada e outra de chuva. A vitória ficou com Kurt Busch, enquanto Tony Stewart foi o décimo, provando que não dá sorte em provas adiadas.

Nenhum caso, porém, é tão simbólico quanto as 500 Milhas de Indianápolis de 1986. A chuva impediu que a prova fosse realizada no domingo e o mau tempo continuou na segunda-feira. A direção de prova decidiu adiar a corrida, sem definir quando iria acontecer. Horas mais tarde veio a informação de que a corrida aconteceria no sábado seguinte – seis dias depois da data prevista.

A etapa de Milwaulkee, porém, estava marcada para o domingo e precisou também ser adiada em uma semana para que a tradicional prova da Indy acontecesse. Bobby Rahal venceu a corrida e se tornou o primeiro piloto a completar a corrida em menos de três horas. Sendo assim, ironicamente, a edição mais curta da prova até então.

Autor: - Categoria(s): F-Indy, F1 Tags: , , ,
15/09/2010 - 17:16

Corrida norte-americana, patrocínio brasileiro

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FERNANDO SILVA

Além dos pilotos brasileiros presentes ao encerramento da temporada da Indy em Miami no circuito oval de Homestead, quem também fará parte da prova, mas fora das pistas, é a indústria cafeteira nacional, através da associação Cafés do Brasil. O patrocínio será no modelo ‘naming-rights’, e assim, a corrida de 200 voltas se chamará ‘Cafés do Brasil Indy 300’.

A intenção da associação é concorrer diretamente com o café da Colômbia no mercado norte-americano. “Nós nunca promovemos este logo, e buscamos inserir seu nome lá fora”, afirmou Silvia Pierson, gerente de operações nos Estados Unidos da Apex-Brasil, agência que assinou o acordo em nome dos produtores de café do Brasil.

O acordo assinado entre a Cafés do Brasil e a Indy foi mais um firmado pela agência financiada pelo Governo Federal. A Apex também foi a responsável por articular um acordo que resultou no fornecimento de etanol à categoria, também como forma de divulgar o combustível nacional, derivado da cana-de-açúcar.

Em contrapartida, vale lembrar que vários pilotos brasileiros não puderam permanecer na categoria neste ano justamente por falta de patrocínio. Mário Romancini deixou a Conquest no meio da temporada para dar lugar ao obscuro Francesco Dracone, enquanto Bia Figueiredo disputou somente três provas na Dreyer & Reinbold, justamente por não conseguir o combustível financeiro para completar toda a temporada.

O que vale mais? Patrocinar pilotos com potencial para trazer retorno à uma marca no ano inteiro ou apenas investir em um evento isolado, sem proporcionar qualquer tipo de crescimento para o automobilismo do Brasil? Vale a reflexão.

Autor: - Categoria(s): F-Indy Tags: , , ,
06/09/2010 - 15:02

Milka Maravilha

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JOÃO PAULO BORGONOVE [@Borgo_]

E a Milka, heim? Entrou em observação na Indy durante a etapa de Edmonton. Se não melhorasse, seria taxada de Yuji Ide da Indy, ou seja, seria proibida de correr na categoria, assim como foi o japonês na F1.  

Não vou crucificar Milka Duno. Não. Ela não tem culpa. Deixaram ela pilotar e é isso que ela está fazendo. Milka não tem culpa, a culpa é da Indy.

Mas Milka não mudou. Tivemos dois mistos após a ‘chamada na chincha’, como diria Fernando José da Silva – não o do Grande Prêmio, mas o Portu, um amigo ranzo e homônimo do serelepe de Sumaré –, e Milka seguiu conhecendo as áreas de escape. Lenta, sempre lenta, também atrapalhou muita gente nos treinos e nas corridas.

Milka não mudou. Nos dois ovais seguintes, vez ou outra, fugiu da última colocação, ficando à frente de carros como os da equipe de Sarah Fisher, equipe muito mais fraca que as demais. Mas Milka era lenta e sempre via Alex Lloyd, seu companheiro de Dale Coyne – e novato –, nas posições intermediárias.

Seguem alguns vídeos de pilotos reclamando de Milka e com Milka. O da Danica é velho e acho
que até já foi colocado no blog, mas o do Hunter-Reay, em Watkins Glen, eu nunca tinha visto.

Pois é. No primeiro, Danica reclama de uma fechada de Milka, que diz que Patrick gosta de dar show. No segundo, Hunter-reay diz que, se Milka que pilotar tão devagar, que use os espelhos. Isso antes de a venezuelna ficar sob observação.

É. Com essa sensível melhora financeira na Indy e com equipes novas entrando, dificilmente veremos Milka enchendo o grid em 2011. Se for barrada, pelo menos a veremos tentando se classificar para as 500 Milhas. Não será a ‘morte’ de Milka, afinal.

Autor: - Categoria(s): F-Indy Tags: , , ,
30/08/2010 - 16:51

Ladies first

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JOÃO PAULO BORGONOVE

A etapa de Chicago da Indy teve cinco mulheres dentro dos velhos Dallara, todas no grande círculo da cidade de Joliet. Danica Patrick, Milka Duno, Simona de Silvestro, Sarah Fisher e Bia Figueiredo enfim correram todas juntas na categoria. E isso é bom. Bom mesmo.

Essa característica da Indy, de trazer pilotos pelo marketing, proporciona muito esse tipo de coisa. Mas, cá entre nós, das cinco, somente Milka não tem habilidades. A venezuelana, coitada, sofre nos mistos e faz ‘menos feio’ nos ovais. Mas é fraca.

As outras, não. Danica, ao contrário do que muitos dizem, não é uma pilota ruim. Longe disso. A norte-americana tem lá seu marketing, mas evoluiu muito nos circuitos mistos, principalmente nas corridas. E nos ovais é sempre forte. E não dá pra falar mal dela. Eu a vejo com pilotagem mais avançada que Dan Wheldon, por exemplo, que já foi campeão da categoria – quando os ovais predominavam. (A Bruninha, do DanicaMania, também tem essa teoria) E esse não vai bem nos mistos, mesmo.

Sarah é da velha escola e, quando pode, manda bem. É dona da equipe que corre e, convenhamos, é o pior time desse ano. Mas mesmo assim tem conseguido bons resultados.

Simona é a surpresa agradável. Vinda da Atlantic, que só corria em mistos, a suíça surpreendeu o mundo da Indy nesse tipo de pista, principalmente nas classificações. Tem futuro, a moça.

Bia, coitada, penou, mas conseguiu participar de três corridas, todas pela Dreyer & Reinbold. Foi bem e deixou sua marca. Busca disputar a próxima temporada completa. Torço por isso. Mais empresas brasileiras poderiam investir nela.

E assim segue a Indy, sempre com mulheres no grid. Só não me venham com essa balela de criar um campeonato paralelo para as ladies. Elas estão ai pra disputar com os marmanjos de igual para igual.

Autor: - Categoria(s): F-Indy Tags: , , , , , ,
22/08/2010 - 17:08

Efeito Montoya

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JOÃO PAULO BORGONOVE

Quando Juan Pablo Montoya chegou ganhando tudo na Indy e depois foi para a F1 como um dos grandes talentos da categoria, a Colômbia era pouco conhecida no automobilismo. Antes de Montoya, apenas Roberto Guerrero – e salvo engano. Se vocês souberem de mais algum famosão, comenta aí – fez algum sucesso no automobilismo, principalmente nas F3 da vida, ficando com a segunda colocação em Macau, em 1983.

O fato é: depois que Montoya fez sucesso, dezenas de colombianos surgiram pelas categorias de base na Europa e nos EUA. O mais bem sucedido deles é Sebastian Saavedra, que conseguiu se classificar para as 500 Milhas de Indinápolis. Tión disputa a Indy Lights e faz uma temporada bem honesta. Outro colombiano na Lights é Gustavo Yacamán, que não tem a grife de Saavedra, mas faz ótima temporada com a Cape, equipe longe de ser das melhores.

Existem vários outros nas categorias menores, alguns nos EUA, mas a maioria está na Europa. Carlos Huertas, na F3 Inglesa, Omar Leal, na World Series e na Auto GP, Carlos Muñoz na F3 Europeia, Francisco Díaz, na F3 Sul-americana, Tatiana Calderon, da Star Mazda e Martin Sala, na F2000, além do campeão da F-BMW Américas do ano passado, Gabriel Chavez.

O fato é – e deixo a pergunta: o sucesso de um piloto na F1 proporciona que pilotos de seu país de origem tenham uma nova janela aberta no automobilismo?

Teremos mais poloneses correndo por aí no futuro? Esse tanto de alemão na F1 pode ser creditado ao domínio de Michael Schumacher há dez anos? E o mais importante: e o Brasil? Como fica? É com vocês.

Autor: - Categoria(s): F-Indy, F1 Tags:
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