Publicidade

Publicidade

Arquivo da Categoria F1

26/07/2011 - 15:35

Pro forma

Compartilhe: Twitter

FELIPE PARANHOS [@felipeparanhos]
de Salvador

O assunto é da semana passada, é verdade, mas fiquei de comentar aqui. A Ferrari anunciou que Sergio Pérez e Jules Bianchi vão correr “um contra o outro” — palavras de Luca Baldisserri, diretor da Academia de Pilotos da Ferrari —,  em um teste da equipe em Mugello ou Fiorano. Felipe Massa tem contrato até 2012, então não se trata de um vestibular para o lugar do brasileiro no ano que vem.

Mas é, sem dúvida, para demonstrar quem sai na frente pela vaga. Ouvi que o teste não quer dizer nada, porque a Ferrari não tem tradição de contratar novatos. Mas a Academia não existia no passado. No fundo, acho que é uma forma de “validar” a escolha por Pérez, porque Bianchi está decepcionando na GP2 e o mexicano já tem a experiência com um F1. Portanto, dificilmente o francês vai vencer o duelo.

O último jovem que a Ferrari contratou foi Felipe Massa, que, inclusive, fez o primeiro ano de F1 na Sauber. Sei não, mas acho que em 2013 teremos o logo azul da Telmex no carro vermelho da Ferrari…

Autor: - Categoria(s): F1 Tags: , , , , , , ,
30/06/2011 - 13:35

Buemi, Alguersuari e imprensa: quanta bobagem

Compartilhe: Twitter


Felipe Paranhos

Este noticiário da F1, sempre se alimentando de histórias absurdas e presepadas repercutidas pela imprensa. A mais recente é essa briga Alguersuari x Buemi pela vaga restante na Toro Rosso — a outra vai ser de Daniel Ricciardo em 2012, até Felipe Giacomelli sabe disso. Ok, existe mesmo uma pressão, uma tensão. Mas daí a ficar especulando quem vai sair a cada GP…

Tá lá no AS, jornal que tem seu valor, mas que dá muitas notícias mequetrefes, notadamente exaltando os clubes de futebol e esportistas espanhóis em geral: Alguersuari deixa Buemi no abismo. Por abismo entenda 8 a 8 pontos no Mundial de Pilotos.

Até agora, na temporada, Alguersuari não ficou nenhuma vez à frente de Buemi no campeonato. Os primeiros pontos — quatro — de Jaime vieram no Canadá, quando Buemi já havia marcado seus oito. Agora, em Valência, corrida totalmente atípica, chata e sem ultrapassagens, o espanhol foi eliminado no Q1 da classificação, mas teve a seu favor uma estratégia de uma parada a menos, que deu certo.

Se formos contar do ano passado pra cá, Buemi, que não é lá esse piloto todo, tem 16 pontos contra 13 de Alguersuari. A menos que as coisas mudem daqui pra frente, não há motivo para que seja Buemi o escolhido para sair. Mas a minha impressão é a de que Jaime tem um lobby muito maior a seu favor.

Autor: - Categoria(s): F1 Tags: , , , ,
28/06/2011 - 13:42

Põe no Just Jared

Compartilhe: Twitter

Felipe Paranhos

Não sei vocês, mas eu adoro ver gente diferente do que é habitual na F1. No estilo, mesmo. Camisa por dentro, cintão, nada do que seria o physique du rôle do piloto, essa coisa sou playboy e vivo na farra, vou à praia todo dia e sou cheio de marra. Vida longa a Karthikeyan!

(A foto é do GP da Europa, neste fim de semana, e Narain está acompanhado de Karun Chandhok, um dos quatro reservas da Lotus.)

Autor: - Categoria(s): F1 Tags: , , , , , , ,
22/06/2011 - 13:56

O fim está próximo

Compartilhe: Twitter

FELIPE PARANHOS [no Twitter: @felipeparanhos]

O fim está próximo. E será em 2011. Você pode acreditar no que quiser, mas, se eu pudesse apostar em uma saída da F1, bancaria a de Jarno Trulli ao fim desta temporada. O italiano declarou à edição de hoje da ‘Gazzetta dello Sport’ que tá meio de saco cheio da Lotus, de andar no fundo do grid e tal.

Eu acho que se trata de uma grande desculpa. Trulli está tomando a segunda naba seguida de Heikki Kovalainen, um piloto que vinha de nabas contínuas sofridas para seus companheiros em equipes anteriores. Trulli diz que está atrás de Kova porque tem uma pilotagem “mais precisa” e, num carro difícil como o da Lotus, ter esta característica faz com que se corra como se estivesse vendado. Achei meio sem-vergonha esse papo. Quer dizer que você é mais piloto (pilotagem precisa é um ponto positivo, creio), mas num carro ruim o cara que é pior que você se dá melhor? Peraê.

O que sei é que a Lotus não está nada contente com o rendimento de Trulli, conforme Luiz Razia contou, no último fim de semana, ao Rede TV! Esporte, ao qual assisti. O brasileiro, piloto de testes da equipe, acredita que esta possa ser uma boa porta de entrada para a F1.

Seria a melhor possível. Mas ainda seria necessário entender se a equipe pretende manter a estratégia de ter dois pilotos experientes, o que inviabilizaria a entrada do baiano. Além disso, deve ser importante que Razia vença a disputa interna na Air Asia, equipe da Lotus na GP2, contra Davide Valsecchi.

No momento, Valsecchi tem 21 pontos e Razia três. Mas a GP2 tem muito, muito de sorte. É a categoria de monopostos menos previsível entre as principais do mundo. E ainda faltam 12 corridas…

Autor: - Categoria(s): F1, GP2 Tags: , , , , , ,
21/06/2011 - 13:59

O automobilismo brasileiro. Por um romeno

Compartilhe: Twitter

FELIPE PARANHOS [no Twitter: @felipeparanhos]

Falo por mim: a Revista Warm Up proporciona a oportunidade de fazer as matérias mais legais da minha carreira — putz, cinco anos já. Passando rápido. Nesta próxima edição, que deve sair no fim desta ou no início da próxima semana, assino uma matéria sobre a F2.

Para ela, entrevistei alguns pilotos da categoria. Um deles, Mihai Marinescu, é o principal representante da atual situação da categoria, que atrai pilotos de países sem tradição no automobilismo e que escolhem a F2 pelo custo-benefício, uma vez que, em países sem expressão no esporte a motor, costuma ser ainda mais difícil conseguir patrocínio para passos maiores.

A conversa chegou ao tema automobilismo brasileiro. Falei da situação do esporte por aqui, da diminuição no número de revelações por conta do sucateamento e da transformação em piada de algumas categorias brasileiras, com a participação decisiva da CBA.

Perguntei a Mihai, então, se ele acredita ser possível uma mudança de patamar, com a queda de países como o Brasil e o crescimento de praças como Venezuela, Rússia e semelhantes. O piloto de 22 anos vê a situação brasileira do ponto de vista de quem é o único expoente da Romênia. Em comparação com o que vive, o automobilismo daqui é pujante.

“Não acho que o Brasil esteja perdendo espaço. O Brasil tem dois pilotos titulares e dois reservas na F1, além de um na GP2. E o futuro do automobilismo brasileiro é brilhante, você tem Cesar Ramos na World Series como campeão da F3 Italiana, Felipe Nasr vencendo na F3 Inglesa… E você tem muitos outros pilotos fortes correndo na Europa ou na América do Norte. O Brasil tem seu lugar no esporte a motor mundial, ninguém vai tomar dele este lugar”, disse.

A opinião de Mihai é a de que outros países vão acrescentar ao panorama do automobilismo internacional, sem prejuízo para países hoje fortes, como o Brasil. “Virão outros pilotos se juntar ao Brasil no topo do esporte a motor mundial. O Leste Europeu vai produzir futuros campeões, tenha certeza. Kubica é só o topo do iceberg. Há muitos outros pilotos jovens batendo na porta. Talvez a Romênia possa ter um futuro campeão, mas a minha opinião pessoal é a de que levará algum tempo para acontecer.”

A minha opinião é a de que Mihai tem e não tem razão. O espaço é um só, o número de vagas nas principais categorias do esporte no mundo é limitado. Se pilotos de países pouco tradicionais estão pegando cada vez mais vagas, outros países vão perder as suas.

Mas talvez seja importante notar uma coisa: por mais que nos anos 1990 e no início dos 2000 o número de brasileiros na Europa e nos Estados Unidos fosse bem maior, talvez esta geração ainda não seja a mais prejudicada. Quando Nasr, Razia, Foresti, Ramos, Pipo, todos esses começaram, o Brasil tinha na F1 uma jovem revelação, Massa, e um veterano que numa equipe top, Barrichello. Além disso, cultivava uma promessa muitíssimo bem apoiada nas categorias de base, que era Nelsinho Piquet. Novinhos, viram o título da Champ Car de Gil de Ferran em 2000 e 2001 e o de Cristiano da Matta em 2002, o da Indy de Tony Kanaan em 2004…

E hoje?

Autor: - Categoria(s): F1, F2 Tags: , , , , ,
16/06/2011 - 00:30

Estranhezas

Compartilhe: Twitter

Felipe Paranhos [no twitter: @felipeparanhos]

Cada esporte tem sua notícia ou caso estranho. No futebol, por exemplo, tem o “só falta assinar”:”Vandergleyson já acertou com o Flamengo. Só falta a liberação do clube”. Então falta tudo, pô! No vôlei, é a figura do ponteiro-passador. “Rodriguinho joga como ponteiro-passador no Cimed”. Hoje em dia, todo ponteiro é passador. Portanto, redundância sem sentido. Assim como as situações citadas, uma coisa que me intriga é o encontro piloto-dirigente rival. Nesta semana, rolou uma dessa, com o Lewis Hamilton.

A história é a seguinte: durante o GP do Canadá, Lewis Hamilton deu uma saída da garagem da McLaren e foi se encontrar com Christian Horner no motorhome da Red Bull. Passou 15 minutos lá. Como a vaga de Mark Webber é a mais desejada da F1, nada mais lógico do que imaginar o inglês tentando negociar com a equipe dos energéticos. Seria uma dupla fortíssima, com os dois melhores pilotos de sua geração.

Mas aí eu fico pensando: você é o Christian. Chefe de uma equipe top, a melhor de todas, dominando o campeonato. Seu segundo piloto já mostrou que não gosta de ser segundo piloto e está incomodado por sofrer tantos problemas que não acontecem no carro de Vettel. Aí, apesar de ter dito que a renovação desse segundo piloto já é praticamente favas contadas, você inicia conversas com um piloto de outra equipe. Pra 2013.

Pra que vai se encontrar no meio do paddock da F1, com 83 mil jornalistas por lá? Estamos em 2011. Não podia mandar um SMS? Ligar?  “Ei, Luís, entra no MSN ae. Abs. Chris.” Tinha lá a conversa, batia um papo, ligava pro empresário…

Sei lá, acho estranho…

Autor: - Categoria(s): F1 Tags: , , , , ,
14/06/2011 - 16:25

A Lotus e a Lotus

Compartilhe: Twitter

Felipe Paranhos

A Lotus iniciou o ano criando problema com a Lotus, que queria ser Lotus, fez até concurso para escolher nova pintura, mas acabou sendo Lotus mesmo. A Lotus entrou na F1 fazendo festa e afirmando ser a verdadeira, mesmo a Lotus tendo aparecido primeiro.

Veio o acidente de Robert Kubica, e a Lotus foi atrás de um piloto experiente, mas sem equipe e ritmo de corrida, apesar de ela mesma ter 83 reservas. A Lotus, por sua vez, manteve os pilotos do ano passado, ambos experientes, tarimbados e aparentemente ainda com saco de pilotar um carro do fim do pelotão. Foi a única das pequenas a realmente crescer entre 2010 e 2011, como era esperado.

E, neste ano, a Lotus já avançou em diversas frentes: fundou uma equipe competitiva na GP2 — que, apesar de estar apenas na primeira temporada, já está dando uma lavada no time que já existia e era muito forte antes de a Lotus se associar. Além disso, a Lotus fechou contrato para usar o túnel de vento da Williams, um passo importante depois de formar, no início do ano, uma parceria com a Red Bull para o recebimento da caixa de câmbio e do sistema hidráulico do time dos energéticos.

E tem mais: a Lotus comprou a pequena montadora inglesa Caterham, fechou patrocínio com a gigante da tecnologia GE, além de acertar parceria técnica com a Dell e fundar um programa de desenvolvimento de jovens pilotos asiáticos. Enquanto isso, a Lotus vive às voltas com os rumores de que Nick Heidfeld, escolhido para o lugar de Robert Kubica, está desagradando a equipe, vê o desempenho de seu carro em queda depois dos pódios nas primeiras duas provas e, além de tudo, perdeu o processo que acionava contra a Lotus pelo uso do lendário nome.

Não dou três anos pra Lotus passar a Lotus

Autor: - Categoria(s): F1 Tags: , , , , ,
14/06/2011 - 15:34

Arrogância programada

Compartilhe: Twitter

Felipe Paranhos

Luca di Montezemolo arrotou mais uma vez sua arrogância. Desta vez, em relação às equipes pequenas da F1. Em entrevista ao canal Sky Sports, o italianão comentou o acidente de Felipe Massa no GP do Canadá, no último domingo (12).  “Este é o problema dos carros lentos e de pilotos inexperientes”, disse.

Ora, velho Monte, todos os primeiros colocados têm de passar por retardatários. Karthikeyan não foi lá muito gentil? De fato. Mas isso acontece a todo momento, deve ser bem difícil dirigir uma Hispania, apertar trocentos botões e, praticamente a cada volta, ter de dar passagem a alguém. Além disso, as condições da pista exigiam cuidado de quem jogou o carro para a parte molhada, não? Acho que outros pilotos além de Massa enfrentaram situação parecida. Felipe errou e pronto.

A verdade é que, assim como Ecclestone procura motivo para cobrar mais dinheiro dos organizadores de GP, Montezemolo inventa razões para pregar num momento pouco adequado, como quando religiosos te acordam às 7h do sábado, as benesses da instituição do terceiro carro para os grandes times e da extinção das pequenas equipes da F1. Monte tenta tirar a atenção da falta de resultados da Ferrari falando de outro assunto, criticando outras equipes.

Não cola. Nunca cola. Ainda bem.

Autor: - Categoria(s): F1 Tags: , , , , , , , ,
24/05/2011 - 16:25

Tudo novo em 2012?

Compartilhe: Twitter

FERNANDO SILVA [@Fernando_Silva7]
de Sumaré

Sergio Pérez na Ferrari? Kamui Kobayashi na Red Bull? Levando em conta o desenrolar da temporada até aqui, esse cenário pode não ser tão impossível assim já para o próximo ano. Fazendo uma breve análise das condições de cada piloto em seu respectivo time atualmente e também da temporada, pensei — isso não é uma informação, mas sim um pensamento que gostaria de compartilhar com os leitores do BloGP, que permite isso — e cheguei a essa configuração, talvez já para 2012, quando praticamente todas as equipes, com exceção da McLaren, poderiam ter mudanças significativas no quadro de pilotos.

Pode até mesmo ser uma VIAGEM daquelas. Mas convenhamos. A F1 mudaria consideravelmente. Já imaginou Kobayashi na Red Bull andando na frente do Vettel? Ou mesmo Pérez impondo dificuldades a Alonso em uma disputa interna na Ferrari? Como seria Massa liderando uma equipe cada vez melhor como a Renault, por exemplo? No mínimo, bem interessante.

Red Bull: Vettel e Kobayashi – Webber se aposentaria, e Kobayashi, que é a imagem da Red Bull (jovem e arrojado), assumiria a vaga;

McLaren: Hamilton e Button – essa dupla é a única que não muda. Em teoria, pilotos e equipe mutuamente satisfeitos;

Ferrari: Alonso e Pérez – Massa deixaria a equipe. Com um ano de experiência, Pérez, que é da Academia de Pilotos da Ferrari, seria alçado ao posto de titular;

Mercedes: Rosberg e Di Resta – outro caso meio claro também. Schumacher se aposentaria, e Di Resta, cria da Mercedes, assumiria seu lugar;

Renault: Massa e Petrov – longe da Ferrari, Massa conseguiria vaga na Renault se Kubica não voltar. Graças a um acordo entre Renault e Williams, a escuderia anglo-francesa emprestaria Bruno Senna para Grove;

Sauber: Bianchi e Gutiérrez – Bianchi manteria o vínculo Sauber-Ferrari e ficaria um tempo na equipe para ganhar experiência. Gutiérrez, que hoje é piloto de testes da Sauber, garantiria os patrocínios mexicanos mesmo com a saída de Pérez;

Force India: Sutil e Hülkenberg – Sutil é incógnita, mas não vejo outro. Hülkenberg entraria no lugar do Di Resta, também com a bênção da Mercedes;

Williams: Bruno Senna e Maldonado – Barrichello encerraria a carreira na equipe de Grove, e Maldonado seguiria graças aos petrodólares da PDVSA de Hugo Chávez. Senna seria emprestado pela Renault à Williams, que pode voltar a receber os motores franceses;

Toro Rosso: Buemi e Ricciardo – o melhorzinho da Toro Rosso junto com o melhor do programa de pilotos da Red Bull, Ricciardo;

Lotus: Kovalainen + 1 da GP2 – Trulli não deve seguir por muito tempo, fato. Kovalainen e mais um, que pode ser um endinheirado da GP2;

Virgin e Hispania: quem pagar mais.

Autor: - Categoria(s): F1 Tags: , , , , , , , , , ,
22/05/2011 - 10:21

São os Pirelli

Compartilhe: Twitter

FELIPE PARANHOS [@felipeparanhos]
de Salvador

O GP da Espanha acabou com qualquer dúvida que ainda pairasse na mente de quem acompanha a F1: o que deixa as corridas emocionantes é o pneu Pirelli, não o sistema de asa móvel. A solução da questão é simples.

Em circuitos que possibilitam ultrapassagens, caso dos três anteriores a Barcelona, falou-se muito da soma dos fatores pneu e DRS como responsáveis pelo alto número de trocas de posição na pista.

Só que Montmeló é um circuito ruim de ultrapassar, todos sabem. A corrida 1 da GP3, ontem, foi chata. A da GP2, também ontem, tediosa. A segunda da GP2, neste domingo, modorrenta. Nenhuma delas tem o DRS. Assim, se a prova da categoria máxima do automobilismo tivesse emoção, pronto: o DRS teria feito a diferença.

Mas a corrida também foi chata. O desgaste dos pneus foi alto, e quase ninguém se meteu a fazer volta a menos. O que aconteceu, então, é que a degradação não chegou a ser tão intensa na pista, já que as paradas chegavam antes da perda intensa de rendimento. Se a asa móvel fosse mesmo a maior responsável pelo incremento de emoção na F1, supririam isso.

Se você acha que a F1 melhorou em 2011, agradeça à Pirelli, não ao grupo de trabalho técnico da F1.

Autor: - Categoria(s): F1 Tags: , , , , , , ,
Voltar ao topo