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Arquivo da Categoria F1

19/05/2011 - 15:38

Futuro em azul e grená

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FELIPE PARANHOS [@felipeparanhos]
de Salvador

Empresário comandando equipe de futebol na Inglaterra não é lá uma coisa que costuma dar certo. Apesar de o Manchester United continuar no topo do esporte inglês — e europeu, já que está na final da Liga dos Campeões da Europa —, Malcolm Glazer, dono do clube, enfrenta a rejeição da torcida, que aparece com cachecóis verde-amarelos — cores do Manchester em suas origens — até mesmo em finais de campeonato.

Frustrados com a perda da identidade do clube e revoltados com o aumento das dívidas, torcedores do MU formaram o FC United of Manchester, equipe que disputa a sétima divisão.

Antes que vocês estranhem muito o fato de eu estar falando de futebol aqui, explico: o West Ham, equipe inglesa que acaba de ser rebaixada à Segunda Divisão inglesa, está na mira de Tony Fernandes, dono da equipe Lotus de F1.

Neste caso, provavelmente, os torcedores do time azul e grená não devem ter do que reclamar. Além de muito, muito rico, Fernandes é muito, muito fã do West Ham. Tuíta mais sobre os jogos do time do que sobre a Lotus, pra ser mais claro.

No ano passado, o clube teve 61,2% de suas ações compradas por David Sullivan e David Gold. Fernandes teve rejeitada uma proposta para adquirir o clube por inteiro. A outra parte do clube é de propriedade de um grupo islandês de investimentos, que passou a vender as ações quando o país quebrou com a crise financeira internacional do fim da década passada.

No último fim de semana, quando o West Ham teve o rebaixamento confirmado, Tony bradou no Twitter. “Gutted [expressão em inglês que equivaleria a “em minhas tripas”, “em vísceras” “eviscerado”] por ver o West Ham rebaixado. Como você vai de 2 a 0 para uma derrota por 3 a 2? Se os torcedores quiserem que eu me envolva, eu vou fazer isso. [O West Ham] é um grande clube e nós, torcedores, já sofremos demais.”

A fortuna de Fernandes está estimada em US$ 330 milhões.

Autor: - Categoria(s): F1 Tags: , , ,
15/05/2011 - 17:56

Flecha de bronze

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FERNANDO SILVA [@Fernando_Silva7]
de Buenos Aires

Homenagem nunca é demais. Ainda mais quando se trata de alguém como o pentacampeão Juan Manuel Fangio. Em 2005, a Mercedes, junto com a YPF Repsol, reverenciou o piloto nascido em Balcarce através de uma escultura de 3,5 toneladas de bronze em tamanho real, tanto dele, quanto do W196, o modelo de 1954 e 1955 da Mercedes, carro dos primeiros títulos da equipe na F1, conhecido como ‘Flecha de Prata’. A obra foi assinada pelo espanhol Joaquim Ros Sabaté, dez anos depois da morte de Fangio.


Na noite da última sexta-feira (13), durante uma volta por Buenos Aires, dei uma passada por Puerto Madero e tirei algumas fotos legais de lá. Vale muito a visita. Durante a noite, a praça em frente à Avenida Juana Manso fica ainda mais bonita e realça a escultura de Fangio, que se estivesse vivo, completaria um século de nascimento em junho deste ano. Justíssima homenagem ao primeiro supercampeão da história do automobilismo depois da criação da F1.

Autor: - Categoria(s): F1 Tags: , , , , , ,
10/05/2011 - 12:13

Vai dar problema

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FELIPE PARANHOS [@felipeparanhos]
de Salvador

Sem querer ser apocalíptico, mas já sendo, esse negócio de a FIA liberar a asa móvel no GP de Mônaco não vai dar certo. Os caras da entidade piraram na história de transformar a F1 em uma categoria repleta de ultrapassagens e autorizaram o uso do sistema de redução de arrasto na região do túnel de Monte Carlo.

E o que vai acontecer? Primeiro: isso vai incentivar os pilotos, sobretudo os menos experientes, a tentar frear no limite, buscar ao máximo a ultrapassagem na freada para a chicane. Mônaco é apertado, a freada é forte, não tem área de escape direito… Como diria Madre Teresa de Calcutá, vai dar merda.

Segundo: os carros demoram a se distanciar uns dos outros em Mônaco. O risco de fazer besteira e os pneus novos fazem os caras serem mais cautelosos no início. E é na terceira volta que o DRS é ativado. Imagina o que vai acontecer se, sei lá, o 15º colocado medir errado a hora de frear, com o pelotão intermediário todo juntinho.

Nesta terça, Rubens Barrichello criticou a decisão e disse que a FIA precisa ouvir a voz da experiência. Ele tem razão. Os pilotos é que têm de dizer se é possível ou não usar a asa traseira móvel com segurança. E me parece óbvio que a utilização do DRS ali é muito perigosa. Como não há outro ponto possível de usar o sistema, melhor deixar pra lá.

Mas não vão deixar. E pode acontecer um acidente muito forte ali. Os carros chegam a quase 290 km/h na saída do túnel. Com o DRS ativado, a velocidade vai se aproximar dos 300 km/h. Um toque ou um erro podem ser fatais. Sério.

Nunca é demais lembrar de Wendlinger, com uma área de escape um pouco diferente.

E, principalmente, de Grosjean, num acidente que não foi na chicane, mas que dá o sinal do que pode ser um acidente em Mônaco.

Autor: - Categoria(s): F1 Tags: , , , , , ,
20/04/2011 - 13:07

Parabéns, Gugelmin

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FERNANDO SILVA [@Fernando_Silva7]

SUMARÉ — Maurício Gugelmin comemora hoje 48 anos de vida. Sumidão nos dias de hoje, o catarinense foi um dos bons pilotos brasileiros da geração de 80, conquistando títulos na F-Ford Britânica e Europeia, além de faturar também a F3 Britânica, até hoje, uma das mais importantes categorias de base. Sua passagem pela F1 até que foi breve. Gugelmin deu certo azar e pegou equipes nada competitivas na categoria, March Leyton House e Jordan. Nas poucas chances que teve para mostrar serviço, mandou muito bem, como no GP do Brasil em 1989, quando Jacarepaguá ainda era uma pista decente.

Desiludido com a falta de um carro legal na F1, Maurício cruzou o Atlântico para correr na Indy em 1993, a exemplo do que já havia feito Nigel Mansell. O brasileiro fazia companhia a Emerson Fittipaldi e Raul Boesel na categoria que começava a chamar a atenção de muita gente aqui. Gugelmin fez algumas corridas na Dick Simon antes de seguir para a Ganassi em 1994.

Um ano depois, estava na Pac West, uma das boas equipes da Indy na época. (Confesso que fui muito mais fã da Indy na década de 90, que tinha muito mais competitividade, do que hoje. Mas isso é assunto para outro post). E foi lá, na Pac West, que Big Mo faturou sua única vitória, em Vancouver 1997, mas é fato que ele mandou muito bem em outras corridas também, antes e depois de 1997. Nesse mesmo ano, o piloto terminou a temporada na quarta colocação.

2001 marcou sua saída das pistas após temporada bastante difícil. Desde então, Maurício ficou totalmente fora do automobilismo e pouca gente teve notícia dele. Talvez tenha faltado um pouco de sorte na carreira, principalmente na F1, mas competência, sempre sobrou, é fato. Vale sempre a lembrança. Se alguém tiver notícias atuais do Gugelmin, postem aqui. Fica aqui a homenagem do BloGP para um cara que acho que deveria ser mais lembrado por aqui. Parabéns, Big Mo!

E abaixo, os melhores momentos dele em Jacarepaguá 1989, brigando na pista com Patrese e Prost com a Leyton House projetada por Adrian Newey, que começava sua carreira de destaque na F1.

Autor: - Categoria(s): F-Indy, F1 Tags: , , , , , , , , , ,
18/04/2011 - 14:26

Massa e o número 6

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Felipe Paranhos

Neste fim de semana, notei uma curiosidade em relação à temporada 2011 de Felipe Massa, a sua 6ª na Ferrari. Não tem valor informativo nenhum (aquietem-se, eventuais malas), mas resolvi postar aqui por conta das coincidências. Vamos lá:

>>> A Ferrari foi terceira colocada em 2010, e Fernando Alonso superou Massa. Por isso, o brasileiro entrou no Mundial de 2011 com o carro número 6.

>>> Massa foi 6º colocado em 2010.

>>> Foi 6º em cinco de nove treinos livres desta temporada.

>>> Na China, foi 6º em todas as sessões: três treinos livres, treino classificatório e corrida.

>>> A primeira vitória de Massa na F1 foi em 2006, na 66ª corrida dele na F1. E com o número 6 no carro.

Autor: - Categoria(s): F1 Tags: , , ,
17/04/2011 - 06:30

Velozes – GP da China 2011

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Felipe Paranhos

>>> Lewis Hamilton venceu pela 15ª vez na F1, a primeira desde agosto de 2010, na Bélgica. Apesar do tempo, não se trata da maior diferença entre vitórias do inglês. Entre o GP da China de 2008 e o GP da Hungria de 2009, foram 10 provas. Desta vez, oito.

>>> Com a excelente atuação na China, Webber fez a melhor corrida das suas 160 da carreira — ao menos, em relação a posições conquistadas: ao largar em 18º e completar a prova em terceiro, ganhou 15 colocações, superando sua marca de dez postos, do GP da Áustria de 2003, ainda pela Jaguar.

>>> Pela primeira vez em 2011, já que não largou na Austrália e recolheu voluntariamente seus carros na Malásia, a Hispania completou a corrida com seus dois carros. Duas voltas atrás do líder, na mesma volta da Virgin. A equipe está no nível do ano passado. Como o campeonato ainda vai para a quarta etapa, bem possível que a HRT supere a Virgin ao longo do ano.

>>> Outra: lembram que eu falei que o carro da Williams é péssimo? Maldonado terminou em 18º. Foi ultrapassado por Kovalainen, de Lotus, na DÉCIMA volta. Pérez tomou drive-through e terminou na frente do venezuelano. Barrichello foi 13º — como sempre, fazendo milagre com um carro ruim. Pra mim, fica claro que a experiência de Rubens leva o carro até o meio do pelotão, mas que, se não melhorar muito, a equipe de Grove não faz nem 20 pontos na temporada.

>>> A melhor volta de Jarno Trulli, 1min42s052, foi mais rápida do que a melhor de Fernando Alonso, 1min42s070.

Autor: - Categoria(s): F1 Tags: , , , , , ,
12/04/2011 - 15:23

Velozes

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Felipe Paranhos

*** Christian Vietoris não vai correr só na GP2 em 2011. O piloto da Racing Engineering fechou com a Mercedes para disputar a temporada do DTM. Junto com ele, vai estrear também Renger van der Zande, de 25 anos, que correu a GP3 em 2010. O grid da categoria está bem legal este ano: além deles, com a Mercedes com de 2008, haverá Susie Stoddart, David Coulthard e Maro Engel. Na de 2009, Ralf Schumacher, Jamie Green, Gary Paffett e Bruno Spengler. A Audi vem com Oliver Jarvis, Timo Scheider, Mattias Ekström, Mike Rockenfeller, Miguel Molina, Martin Tomczyk e os novatos Rahel Frey, Edoardo Mortara e Filipe Albuquerque.

*** As obras no circuito de Xangai, visando o GP da China: asfalto foi recuperado na entrada das curvas 1, 8, 11 e 14. As reformas também atingiram a borda da curva 5.  A drenagem antes e depois da curva 16 também é um desafio aparentemente cumprido pela organização.

*** Nesta terça rolou o primeiro dos três dias de treino coletivo desta semana da GP3, em Barcelona. Com um tempo marcado pela manhã, Antonio Félix da Costa, jovem revelação portuguesa, com vínculos com a Ocean, equipe da GP2, foi o mais rápido. Pedro Nunes, único brasileiro da categoria, foi o 12º colocado pela manhã e quinto à tarde. Seus companheiros de Lotus ART, Valtteri Bottas e James Calado, foram, respectivamente, quinto e sétimo na sessão matutina, segundo e 11º à tarde. O outro brasileiro, Leonardo Cordeiro, da Carlin, foi 20º pela manhã e 18º à tarde.

Autor: - Categoria(s): DTM, F1, GP3 Tags: , , , , , , ,
11/04/2011 - 11:53

Sinal fechando

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Felipe Paranhos

Duas corridas da F1 em 2011 e algumas impressões começam a surgir. A Red Bull domina como esperado, a Hispania chafurda como esperado, Kobayashi mita como esperado… Mas, aqui, eu atento ao desempenho da Williams.

A equipe, que teve para este ano a grana de Pastor Maldonado para ajudar no orçamento, parece ter feito um carro bem fraquinho — o que, aliás, foi minha primeira sensação sobre o FW33, numa conversa com Victor Martins durante a pré-temporada.

Fraquinho em todos os sentidos. Na Austrália, Maldonado largou em 15º, Rubens Barrichello em 17º, este depois de cometer um erro e ficar na brita. Hoje, não dá para descartar que o brasileiro tenha errado, algo incomum, porque estava levando ao limite um carro ruim.

Na Malásia, Rubens conseguiu a 15ª posição no grid, enquanto Maldonado caiu no Q1 e partiu do 18º lugar. A Williams terminou 2010 como a sexta melhor equipe e, neste iniciozinho de 2011, só está à frente das três ex-novatas, tendo perdido terreno para Force India, Sauber e Toro Rosso.

O pior, entretanto, não está na classificação e, sim, na corrida. Nenhum dos dois pilotos completou uma das duas corridas da temporada. E sempre por problemas no carro: Rubens abandonou com defeitos na transmissão em Melbourne e no sistema hidráulico em Sepang, enquanto Pastor repetiu  Barrichello na Austrália e foi traído pelo sistema elétrico em Sepang.

Até agora, das 114 voltas dos dois GPs do Mundial de 2011, Barrichello fez 70. Maldonado, ainda menos: 17. Pastor é novato na F1. Se a equipe de Grove não lhe dá condições de evoluir e amadurecer, fica difícil cobrar resultados no fim.

Como diria o mestre Paulinho da Viola se sua inspiração fosse o automobilismo — ô heresia —, o sucesso da Williams parece ter sumido na poeira das pistas.

Autor: - Categoria(s): F1 Tags: , , , , ,
10/04/2011 - 07:27

Parem de reclamar

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Felipe Paranhos

Às vezes penso que tem gente que sente prazer em reclamar. Da vida, do casamento, da solteirice, do time do coração, da profissão, do chefe, da humanidade. A gente vê isso nas coisas que mais gosta, que melhor acompanha. Um exemplo é a F1.

Foi pelo que li no Twitter durante a corrida que decidi falar sobre isso aqui, a fim de gerar o debate. Quando não tem ultrapassagem, o pessoal reclama; quando tem, reclamam também. Não ficam satisfeitos nunca? Evidentemente que as disputas por posição na Malásia tiveram como fator maior o propositalmente alto desgaste dos pneus Pirelli. Esta não é uma forma natural de se obter boas disputas na pista, é fato. Mas nas temporadas anteriores não tinha nada, exceto em circunstâncias absolutamente incomuns. Não é melhor que seja assim, pelo menos por enquanto?

Kobayashi brigou com Schumacher a corrida inteira, Webber conseguiu sair de décimo para quarto, Heidfeld conseguiu mais um pódio para a surpreendente Renault, Alonso pôde brigar por uma improvável posição por Hamilton, fez barbeiragem e terminou atrás de Massa, que perdeu tempo nos boxes na primeira parada… Além disso, mostrou que pilotar não é só acelerar, ser agressivo, mas também saber como tirar o melhor do carro em condições adversas, o que fez Jenson Button, segundo colocado. E o mais importante: tudo isso não tirou a vitória do melhor piloto da corrida, Sebastian Vettel.

Todos esses acontecimentos tiveram uma mesma origem: os pneus Pirelli. Ano passado, só havia boas corridas com chuva ou variação de tempo. Este ano, em duas provas, tivemos uma mediana e uma muito boa. Parem de reclamar.

Se os pneus estivessem influindo negativamente no resultado da corrida, tudo bem; mas não. Quem merecia vencer venceu, quem cuidou bem dos pneus subiu no pódio, e piloto que fez barbeiragem — bom dia, Fernando — ficou para trás. Que a F1 continue assim em 2011.

Autor: - Categoria(s): F1 Tags: , , , , , , , , ,
02/04/2011 - 17:55

Vai bem

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Felipe Paranhos

Kevin Abbring (HOL), Paul-Loup Chatin (FRA), Albert Costa (ESP), Alon Day (ISR), Phillip Eng (AUS), Robin Frijns (HOL), Timmy Hansen (SUE), Egon Kaur (EST), Andreas Mikkelsen (NOR), Alexander Rossi (EUA), Richie Stanaway (NZL) e Stoffel Vandoorne (BEL). Prazer.

Savannah Megan Courtenay (ESP), Melissa Calvi (LUX), June Mali Jahnsdatter Blad (NOR),
Lucile Cypriano (FRA), Lubov Andreyeva (CAZ), Hannah Pym (GBR), Kim Oomen (HOL), Bianca Cristina Anton (ROM), Caitlin Wood (AUS), Idil Gökmen (TUR). Prazer.

Vocês estão devidamente apresentados.

Os primeiros, alguns devem imaginar, são os pilotos da Academia de Jovens da FIA, lançada no início de fevereiro. As garotas, por sua vez, foram as escolhidas no último dia 31 para a Academia de Kartistas da entidade.

Perceberam alguma coisa nesses 22 nomes? Nenhum é da América do Sul. São três holandeses, dois rapazes e uma menina, dois franceses, espanhóis e australianos — nestes casos um garoto e uma garota —, pilotos de Israel, Suécia, Estônia, Estados Unidos, Nova Zelândia e Bélgica, e pilotas de Luxemburgo, Cazaquistão, Inglaterra, Romênia e Turquia.

Nenhum brasileiro, argentino, até mesmo da Colômbia ou da Venezuela, países em alta no automobilismo mundial. Nas duas hipóteses possíveis, as nacionalidades incluídas na relação exemplificam uma condição sintomática.

Situação 1 | A América do Sul não produz tantos jovens pilotos quanto antigamente, seja para o rali, para monopostos ou ainda no kartismo. Sendo assim, países que estão em crescimento, caso da Noruega, são agraciados com oportunidades que poderiam ser dos latinos. Não acredito nisso, continuam saindo grandes talentos do Brasil, por exemplo.

Situação 2 | A Codasur — Confederação Esportiva Automobilística Sul-Americana — e suas afiliadas, incluindo a lamentável CBA, têm peso nulo na hora de influenciar este tipo de escolha. Representação zero lá fora. Não à toa, dos 24 conselheiros da FIA, três são da América do Sul — o dominicano Henry Krausz, o paraguaio Hugo Mersan e o italiano Vincenzo Spano, que, apesar de sua nacionalidade, cresceu e é dirigente pela Venezuela. Os três países são minúsculos em termos de força no esporte. É nessa situação que eu acredito.

Autor: - Categoria(s): F1, Kart, Rali Tags: , , , ,
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