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Arquivo da Categoria Stock Car

02/09/2011 - 23:20

Cada vez melhor

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Felipe Paranhos [@felipeparanhos]

Outro dia, o Claudio Stringari, da Central Press, falou no Twitter que Salvador respirava a Stock Car. Pensei: “Exagero. Moro aqui, não vejo isso tudo. Tem muita ação promocional, mas não é A CIDADE respirando a Stock”. Eu estava enganado.

Daquele dia pra cá, comecei a notar como a etapa de Salvador estava, realmente, na boca do povo. Perdi a conta de quanta gente comentou comigo que iria, que queria ir, que ia levar um irmão/filho/pai/namorado pra assistir. E isso é algo legal, também: aqui, a corrida da Stock é um programa de família.

É o terceiro ano da Stock passando por aqui, e esta agitação na cidade deve-se, sobretudo, ao excelente trabalho de promoção feito pela Vicar e pelos patrocinadores do evento e dos pilotos. Tem carro exposto no shopping, no Burger King (e do Eduardo Leite, olha), no Pelourinho, carreata na orla, manhãs, tardes, noites de autógrafos… Imagino que boa parte destas ações sejam repetidas em outras cidades, mas acho muito difícil que tenham o acolhimento dado por Salvador. As arquibancadas cheias de 2009 e 2010 demonstram isso.

Inclusive, a parte ruim da organização é justamente a que não fica com a Vicar, promotora da categoria: assim como nos dois anos passados, a Transalvador, que faz a engenharia de tráfego da cidade, demonstra despreparo com o evento: o Centro Administrativo da Bahia, onde se realiza a prova, é bem grande e tem várias entradas. Dentro delas, algumas subentradas. Sou ruim de memória, e pela segunda vez me perdi mil vezes até chegar à sala de imprensa. Quem disse que alguém sabia informar pra onde eu deveria me encaminhar?

Mas, fora isso, vejo como a força do marketing local pela categoria tem sido importante. Acho que é necessário entender de maneira diferente essa cultura dos camarotes e HCs como algo inócuo ao automobilismo, por não criar público, uma vez que tem mais gente pela mordomia do que pela corrida. Conheço muita gente que ganhou passagem pros camarotes e que está supercuriosa pelos carros na pista, pelo esporte em si. Salvador não tem autódromo nem automobilismo forte, então esses convites representam, pra muitos, o primeiro contato com o esporte a motor. É diferente do que acontece em lugares em que o esporte já está mais estabelecido.

Ao menos no primeiro dia, e acho que as coisas não devem mudar ao longo do fim de semana, o saldo da organização da corrida é bem interessante.

Autor: - Categoria(s): Stock Car Tags: , , , ,
04/08/2011 - 14:55

Primeiras impressões

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EVELYN GUIMARÃES [@eveguimaraes]
de Interlagos

No começo da tarde desta quinta-feira (4), Jacques Villeneuve teve a pista de Interlagos só para si, como forma de se preparar para a Corrida do Milhão e, principalmente, para conhecer o carro da categoria brasileira.

O piloto, que fez o banco na quarta-feira, não andou muito pelo circuito. Percorria de duas a três voltas a cada saída, durante as duas horas de treinos a que teve direito. Villeneuve, na verdade, acabou ficando a maior parte do tempo nos boxes, conversando com os engenheiros e mecânicos. O canadense se mostrou bastante interessado e preocupado com os pequenos ajustes.

Considerando as primeiras impressões, o campeão de 1997 achou o Stock Car pouco potente, embora tenha gostado do carro. Achou fácil de pilotar, mas disse que ainda vai precisar de mais tempo de pista. O piloto também lembrou o carro da Nascar e disse que a visibilidade é parecida.

Jacques ainda declarou que não gostou muito da chicane e que não vê muita razão para que ela seja usada. Além disso, disse que muita gente vai cortar a pista naquele ponto.

Autor: - Categoria(s): Stock Car Tags: , ,
18/07/2011 - 20:35

Rasteira

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FELIPE PARANHOS [@felipeparanhos]

“Da mt raiva!Ver q pilotos da mesma categoria tendo a cara de pau de mandar email p meu patrocinador pedindo patrocinio e puxando o saco!”

Quem escreveu isso em seu Twitter foi Tuka Rocha, piloto da Vogel na Stock Car, patrocinado pela BMC, a Brasil Máquinas.

O que me interessa nessa história é o seguinte: se naquela que é provavelmente a maior categoria do Brasil há pilotos tentando roubar patrocinador do outro, o que isso significa olhando para o automobilismo brasileiro como um todo?

Autor: - Categoria(s): Stock Car Tags: , , , ,
04/07/2011 - 17:04

As palavras da JL

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JULIANA TESSER [@JulianaTesser]
de São Paulo

Na tarde desta segunda-feira (4) o Grande Prêmio entrou em contato com Zeca Giaffone, diretor da JL, a empresa que é responsável pelos carros e motores utilizados na Stock Car, para obter mais informações sobre o que teria causado o incêndio no carro de Tuka Rocha na etapa do Rio de Janeiro, realizada ontem (3) no autódromo de Jacarepaguá.

Zeca afirmou que no final do dia de hoje a JL emitirá um comunicado à imprensa falando sobre os resultados da investigação. Giaffone não quis adiantar nenhuma informação, mas quando perguntado se foi surpreendido pela velocidade e as proporções do incêndio no carro da Vogel disse que um estudo mais aprofundado ainda será necessário.

“Na verdade a gente tem que entender certinho o que pegou fogo para saber o motivo de ter pegado tanto fogo daquele jeito”, afirmou o diretor da JL. “Então sem a gente ter um estudo legal, sem saber exatamente o que ocorreu, é difícil falar qualquer coisa”, finalizou.

Autor: - Categoria(s): Stock Car Tags: , , ,
06/06/2011 - 23:38

Metalíngua

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Felipe Paranhos [@felipeparanhos]

O jornalismo me intriga. É daquelas coisas que podem emocionar e dar nojo em questão de segundos, a depender de que canal você está, que revista lê, que site visita, que colunista acompanha. É o jornalismo o instrumento que leva ao público grandes histórias, lições, denúncias. Mas é também o jornalismo que cria pequenas aberrações, como o mundo dividido entre dois lados, os que amam e os que odeiam, os que dizem PIG e os que dizem PTralhas, os que não percebem que há mil matizes entre o bem e o mal.

Dias atrás, o jornalismo apanhou de cinta. Não aconteceu nada, como sempre, com esse masoquista dos infernos. Uma marca aqui, um vergalhão ali, mas ele continuou caminhando, manquitolento, rumo ao nada. Apareceu no email uma nota de (risos) esclarecimento.

[Esclarecer | explicar, aclarar, elucidar. Ops.]

Não havia qualquer esclarecimento no texto. Só ataques, todos sem sentido. Chega a ser engraçado classificar de boato e de “besteira sem base” uma notícia consolidada, longamente apurada, confirmada por inúmeras fontes — duas delas oficiais — e pelo próprio alvo dela.

[Boato | balela, rumor, peta, mentira. Ops.]

O comunicado teve repercussão próxima do zero. Pelo que vi, a versão sem sentido foi reproduzida por alguns sites que se valem do Ctrl+C e Ctrl+V e alguns veículos que aparentemente não tinham conhecimento do caso.  Um alento. A apuração continuou. À CBA, foram pedidos, aí, sim, esclarecimentos.

Vieram. Ou nem tanto. Muitas das perguntas feitas não foram respondidas. Mas as primeiras palavras, aquelas infladas artificialmente, divorciadas da informação, tiveram sua natureza escancarada. De acordo com o segundo comunicado, a dita inocência não existe, uma vez que houve uma redução da pena — o que não invalida a punição.

Só que o segundo comunicado também deixa mil lacunas. E modifica uma informação que ela mesma havia divulgado. Era uma, agora é outra. Não que haja grandes diferenças entre elas. Mas, se X agora desmente algo que ele mesmo disse e também desmente Y, no que e em quem acreditar?

X não queria que a história aparecesse, ao contrário do que reza a ética esportiva, ao contrário do que é feito em toda entidade séria — e, pasmem, até nas não sérias. A história apareceu. X teve de confirmar. Y, o criador de toda a história, fez o mesmo, mas se recusou a dar detalhes. E, depois de uma redução de pena, não de uma declaração de inocência, tentou emplacar uma história.

X e Y poderiam ser qualquer entidade e qualquer atleta. No Brasil, país em que a maioria das confederações é rodeada por suspeitas, fica cada vez mais difícil acreditar na idoneidade delas. Mas o torcedor ainda movimenta essa grande roda financeira, porque acredita na disputa sadia, na igualdade entre todos… Acredita no esporte. O atleta, protagonista das competições esportivas, deveria saber disso. Deveria zelar por isso.

Mas prefere, por meio de seus assessores, atacar a informação apurada à exaustão, a informação bem cuidada — independente de quem a tenha publicada. Prefere isso a admitir seu erro, a conceder uma entrevista verdadeira, falar aos seus fãs, àqueles que o admiram ou admiravam. Ao fazerem isso, pisa no pescoço de quem um dia vibrou pelo atleta, sonhou com um resultado improvável, torceu pelo seu sucesso ou quis comprar seus produtos.

Além disso, ainda me espanta que o jornalismo seja atacado pelo jornalismo. Me espanta o desprezo dado por outros jornalistas a uma notícia tão importante. Me espanta ver a minha profissão achincalhada por quem aprendeu as mesmas coisas que eu. Não nasci pra isso. A saída é a academia. Não aquela. A academia do mundo acadêmico. Outra faculdade, outra profissão, outras desilusões.

Falta estômago para a podridão de hoje.

Atualização meia hora depois: mas aí eu vejo o Bem, Merdinhas, programa do chefe no Twitter, e a força pra continuar volta. Aqui, ao menos aqui, estamos livres do me-ajuda-aqui-que-eu-te-ajudo-ali, do jornalismo de amiguinhos, de interesses nefastos. Enfim. Desabafo feito.

Autor: - Categoria(s): Stock Car Tags: , , , ,
07/04/2011 - 14:39

Kart rocks

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FERNANDO SILVA [@Fernando_Silva7]

SUMARÉ — Como sempre acontece quando o Iron Maiden aporta aqui no Brasil, Bruce Dickinson aproveita o intervalo entre um show e outro para fazer seu rolezinho de kart. Um dos maiores nomes do metal é apaixonado por aviões e esportes. O vocalista já representou a Grã-Bretanha no campeonato europeu de esgrima. Mas o assunto aqui hoje não é sobre espada, sabre ou florete.

Antes do último show do Iron em Curitiba, Bruce acelerou um kart em São José dos Pinhais, em companhia de profissionais como Júlio Campos e Ricardo Zonta. Apesar de não ser um profissional da área, o britânico demonstrou muita habilidade e teve seu desempenho bastante elogiado pelos pilotos da Stock Car.

Mas além do rolê do Bruce no kart em si, claro que isso é apenas uma deixa para ter um motivo para postar um vídeo aqui, como já fizeram muito o Chico Luz e o Borgo enquanto estiveram aqui no Grande Prêmio, por exemplo. Não é por nada não, mas esse som do Dickinson é espetacular. Curta até o fim!

Autor: - Categoria(s): Kart, Música, Stock Car Tags: , , , , , , , ,
05/04/2011 - 20:55

O som do silêncio

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Felipe Paranhos

Como vocês devem imaginar, meu sumiço do BloGP nos últimos dias se deve à correria absurda para cobrir tudo o que a morte de Gustavo Sondermann merece. Estamos indo atrás de vários lados da história, ouvindo versões diferentes, posicionamentos de pilotos e dirigentes sobre o assunto, a fim de revelar as questões que contribuíram para a tragédia em Interlagos.

Apurando o caso, entrevistei Dinho Ferreira, telemetrista da J Star, equipe de Sondermann. Queria saber informações de um técnico da equipe, coisas sobre desaceleração, velocidade naquele local e afins. Acabei ouvindo um relato emocionante sobre a experiência massacrante que é acompanhar a perda de um colega de trabalho próximo. Sempre preocupado em não parecer que estava querendo aparecer com a morte de um companheiro, Dinho falou com parcimônia e serenidade.

“Infelizmente, ‘escutei o silêncio’ dele no rádio após o acidente… Não posso dizer precisamente a velocidade no local do acidente, mas, levando em conta que na freada do S do Senna eles chegam a 230 km/h, deviam estar nos 200 km/h”, disse.

“Dentro das pistas éramos bem entrosados, falávamos um pouco de tudo e de todos, para nos situar e planejar desempenhos, mas fora delas nem tanto”.

Uma coisa que me intrigou foi sobre como a questão do estado de saúde de Gustavo era passada à equipe. Aqui fora, a informação oficial era a de que ele estava sem “risco iminente de morte”, conforme disse o Dr. Dino Altmann quando o piloto foi levado ao Hospital São Luiz. Imaginei que, dentro da J Star, todos soubessem uma hipotética verdade: que Gustavo dificilmente sobreviveria.

Dinho contou justamente o contrário. Sua reação ao saber do falecimento de Sondermann foi, em suas palavras, a de “surpresa”.

“Só fui embora do autódromo pelas 15h, quando o Sergio [pai de Gustavo] nos disse que ele estava sob controle,tinha batimento e respiração”, falou. “O próximo passo seria a transferência para o Morumbi, para uma bateria de exames e para conhecer a dimensão toda do acidente. Aí soubemos da parte neurológica.”

Nesta terça, no Twitter,  Dinho foi duro em relação às condições pelas quais passam as equipes da Montana. “A segurança no automobilismo brasileiro tem que ser vista , tratada e fortemente modificada em todos os aspectos”, escreveu, antes de postar uma irônica declaração com a qual tendo a concordar. “Estes chassis ofereceram algum perigo para a V8, para a Light servem, é só tirar alguns cavalos e tudo bem.”

“Não é de ontem que a Light, hoje Montana, sofre em função da principal. Em alguns autódromos, nós ficamos em barracas precárias e temos que torcer para que um vendaval não as arranque do chão e voe ou caia em cima de alguém, fato já acontecido em Santa Cruz”, finalizou.

Infelizmente, foi necessária a morte de Sondermann para que uma discussão profunda se iniciasse. E ela não pode parar. Ninguém quer outro fim de semana como este último em Interlagos.

Autor: - Categoria(s): Stock Car Tags: , , , , , , ,
28/02/2011 - 17:09

Parabéns, alemão

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Felipe Paranhos

Hoje, Ingo Hoffmann faz 58 anos. Piloto longevo, talentosíssimo e, acima de tudo, por tudo o que se fala dele, uma grande pessoa. Acho que não há muito o que dizer. Peço só para vocês lerem os Diários de Despedida, textos escritos na última temporada de Ingo na Stock Car, sem papas na língua, ironizando até mesmo o jeito de o Flavio chamar a Stock de Estoque Car. Os textos são deliciosos. Vão lá.

E fiquemos com a homenagem feita em 2008 a ele, que recebeu o Opala com o qual conquistou seu primeiro título na Stock de Lico Kaesemodel, à época seu companheiro na AMG.

Autor: - Categoria(s): Stock Car Tags: , , , , , ,
23/02/2011 - 13:46

Parabéns, Stock

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Reprodução/EPTV Campinas


Felipe Paranhos

Parabéns, Stock, pela grande ideia. Seu campeonato começa no dia 20 de março e foi marcado um teste coletivo para hoje, dia 23 de fevereiro, em Piracicaba. É o único treino de pré-temporada. Piracicaba tem um miniautódromo de 2.100 metros — 1,5 km menor, por exemplo, do que o circuito da abertura, em Curitiba.

A pista de Piracicaba, que soube ser até arrumadinha e destinada a provas regionais, não está no calendário da Stock — portanto, bastante apropriada para o único treino antes da abertura do campeonato. Este treino, inclusive, não é cronometrado. Que profissional, fazer do treino um shakedown de motores.

Ah, mas há outras coisas a testar. Os pneus, por exemp…Não. Os pneus usados nas duas sessões do dia são os do ano passado — os compostos de 2011 não estão disponíveis para o treino.  Além disso, cada equipe só pode colocar um carro na pista, até porque o circuito é pequeno. Só que vários times têm pilotos com patrocinadores diferentes, caso, por exemplo, da RCM, equipe de Rosinei Campos, que decidiu sequer viajar a Piracicaba.

Aí os carros vão para a pista. No fim da manhã, Xandinho Negrão sofre um acidente. Passou reto numa curva, subiu num BARRANCO e foi parar do outro lado da, digamos, proteção. As informações são as de que havia fotógrafos e cinegrafistas próximos ao local. Depois de quase o acidente ter proporções muito piores, aí, sim, foi convocado um briefing com os profissionais. Xandinho tem suspeita de fratura de clavícula. Ou seja, se ela for confirmada, ele não corre a etapa de abertura em Curitiba. O chassi ficou bastante danificado, possível que seja descartado pela equipe.

É triste ver tanta gente boa, equipes, pilotos, profissionais de imprensa, gente que rala submetido ao amadorismo, aos regulamentos feitos nas coxas, à gestão absurdamente leniente da CBA, que silencia a todos os absurdos denunciados no automobilismo brasileiro (Alô, entidade, alô, Vicar, vocês por acaso souberam que tem piloto da Stock incitando crimes de trânsito no Twitter, anunciando aos quatro ventos que coloca 300 km/h numa estrada? Não vão dizer nada?).

No meio desse texto, eu li um tweet do chefe Victor Martins. E ele tem toda a razão no questionamento, por isso vou reproduzi-lo aqui, reiterando que obviamente estão excluídos dele os profissionais que ralam pra colocar carro na pista: Por que a Stock Car gosta de ser este grande lixo?

Autor: - Categoria(s): Stock Car Tags: , , , , , , ,
22/02/2011 - 21:20

A Force India brasileira

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Felipe Paranhos

Recebemos por email o novo layout do carro do Alceu Feldmann na temporada 2011 da Stock Car. O paranaense estreia pela A. Mattheis neste ano, após passagem pela RCM. O design, baseado na bolha da Chevrolet, tem as cores verde, laranja e branca em destaque, com os patrocínios do Compra Fácil e da Fertipar nas laterais. Ficou bem legal, lembrou a pintura da Force India.

Atualização:
O Pedro Boesel, da Montana, me lembrou no Twitter que já existe uma ‘Force India brasileira’: é o carro dele, que também é patrocinado pelo Compra Fácil. Olha como era a pintura no ano passado. O macacão, inclusive, é muito parecido mesmo com o dos pilotos da equipe indiana na F1.

Autor: - Categoria(s): F1, Stock Car Tags: , , , , , , ,
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