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21/03/2011 - 13:53

Senna, 51

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Felipe Paranhos

Hoje, 21 de março, Ayrton Senna faria 51 anos. A despeito da mitificação em cima do tricampeão, que acho exagerada, é inegável a importância dele para as gerações seguintes do automobilismo. Uma prova disso? Coletei algumas declarações recentes, aleatórias, de atletas da atualidade sobre aquele que para muitos é o maior da história.

“Ele é a fonte de motivação não só para mim, mas para muitos outros pilotos”
(Natalia Kowalska, da F2, à Revista Warm Up 12)

“François Cevert, do Gilles Villeneuve e do Ayrton Senna. Senna é talvez o início do profissionalismo real e do esforço intenso em cada aspecto
(Jérôme D’Ambrosio, da Marussia Virgin na F1, quando perguntado sobre quem seriam seus “heróis” no automobilismo)

“Um ídolo nacional, de todo mundo. Mudou a geração, mas acho que o nome Senna ainda continua sendo muito forte, presente”
(César Cielo, em reportagem do Grande Prêmio)

“Ele era um ídolo de todos. Ele me inspirou muito, na forma como defendia o país, como levava a bandeira. O que fazia e o que ele deixou de legado para que o país crescesse. Então, posso dizer que ele foi uma inspiração como esportista e como pessoa”
(Giba, do vôlei, na mesma reportagem)

“É inspirador como ele levava a sua carreira de muito exemplo para todos os jovens brasileiros, inclusive eu”
(Luiz Razia, da Air Asia na GP2, ao Grande Prêmio)

“Uma especie de Pelé do automobilismo”
(Lucas Di Grassi, ex-piloto de F1, na mesma reportagem)

“Acho que o Senna sempre será considerado um mito pelas suas conquistas, talento e estilo de conduzir. Mesmo depois de tanto tempo, todo mundo no meio do automobilismo ainda lembra dele como o melhor ou um dos melhores de todos os tempos”
(Enrique Bernoldi, piloto do FIA GT1, ao Grande Prêmio)

“Durante o crescimento no automobilismo, ter um cara como ele para olhar é algo que não tenho palavras para descrever. Já para seguir, não é muito fácil se espelhar naqueles passos, mas ter alguém para se espelhar e tirar algo de bom, aprender… Foi ótimo, não tem nem o que falar”
(Cristiano da Matta, na mesma reportagem)

Autor: - Categoria(s): F1 Tags: , , , , , , , , , , , ,
28/02/2011 - 17:09

Parabéns, alemão

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Felipe Paranhos

Hoje, Ingo Hoffmann faz 58 anos. Piloto longevo, talentosíssimo e, acima de tudo, por tudo o que se fala dele, uma grande pessoa. Acho que não há muito o que dizer. Peço só para vocês lerem os Diários de Despedida, textos escritos na última temporada de Ingo na Stock Car, sem papas na língua, ironizando até mesmo o jeito de o Flavio chamar a Stock de Estoque Car. Os textos são deliciosos. Vão lá.

E fiquemos com a homenagem feita em 2008 a ele, que recebeu o Opala com o qual conquistou seu primeiro título na Stock de Lico Kaesemodel, à época seu companheiro na AMG.

Autor: - Categoria(s): Stock Car Tags: , , , , , ,
19/04/2010 - 10:29

Nesta data querida

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Felipe Paranhos

Dia 25 de abril, domingo, é aniversário dos meus amigos Thiago Torres e Daniela Sampaio. E, muito menos importante, é aniversário de Felipe Massa também.

O piloto da Ferrari faz 29 anos. E você, leitor, pergunta: por que você está escrevendo isso hoje e não no fim de semana? Porque eu quero, oras.

[Dizem as más línguas que foi porque eu não pensei em nada melhor para escrever aqui agora nesta manhã de segunda-feira]

Vendo do ponto de vista automobilístico, Felipe tem o que comemorar nesta temporada? Falem, falem.

Autor: - Categoria(s): F1 Tags: , , ,
15/10/2009 - 15:52

Dois anos

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Rubens, zerado, fala em acabar ano por cima
Warm Up
15/10/2007 – 11:15

Rubens Barrichello não vai sentir saudades de 2007. Após um ano difícil correndo pela Honda, o piloto busca na corrida de encerramento da temporada os seus primeiros pontos no campeonato, algo inédito para ele 15 temporadas na F-1.

Esse foi o lead da minha primeira notícia publicada no Grande Prêmio – e, para quem é observador, a data diz algo de importante: faz dois anos que eu comecei a trabalhar no site (para quem tem curiosidade ANTROPOLÓGICA, é só clicar aqui).

Foi um trabalho DO CÃO para conseguir essa BOCA, da qual tenho muito orgulho. Gastei um dinheiro desgraçado que tinha poupado na época para ir a São Paulo – onde, da maneira mais CAIPIRA possível, fiquei deslumbrado por andar de METRÔ -, fiz um teste, uma redação e fiquei no aguardo.

Uma semana depois, o Gomes em pessoa me ligou – ele não estava na redação no dia em que eu fui devido a um encontro de DKWs, se não me engano – para explicar que eu teria uma chance e tudo mais. Quase não acreditei.

E, a partir daí, foi. Nunca havia trabalhado com jornalismo antes, e até então finais de semana eram dias de folga na minha agenda. Tudo mudou: agora, mesmo sendo um FARSANTE, as pessoas me conhecem, conhecem o lugar que eu trabalho e algumas chegam até a me RESPEITAR. Incrível demais.

Mais incrível ainda é saber que eu só fui conhecer realmente algumas das pessoas que trabalham comigo muito tempo depois: o Victor e o Vicaria, que se bandeou para a CONCORRÊNCIA IMUNDA, eu só fui ver em outubro do ano passado. O Terena, nosso RETRATISTA, um pouco antes, na Stock Car em Santa Cruz do Sul. A Evelyn, o Marcus, o Felipe e a Luana eu até hoje não vi, assim como o Gomes – pois é, não conheço pessoalmente o meu chefe. Modernidade é isso aí.

Mas agradeço a todos por trabalhar em um lugar (desculpem a expressão) tão FODA. Já tinha feito diversos serviços diferentes antes, como estágio em indústria química, assessoria de comércio exterior, despacho aduaneiro, pesão de curtume, revisor de couro, account de sapato e vendedor de livraria, entre outras coisas. E nunca tive tanto orgulho de ver meu trabalho como aqui.

Vida que segue. Tomara que, por bastante tempo ainda, no Grande Prêmio.

P.S.: O tal do mundo dá mesmo voltas. Na época, para conseguir passar na primeira fase d’O Grande Estagiário II, vencido pelo Marcus, tive de mandar um texto com o tema “O automobilismo não é tudo”. Desanquei afu o Estadão por conta de uma campanha deles contra blogs, ou algo do gênero. Agora, o Gomes trabalha em uma rádio ligada ao grupo Estado. Sem RESSENTIMENTOS, heh.

731 dias depois,
Francisco Luz

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