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25/08/2011 - 17:30

De onde vem?

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EVELYN GUIMARÃES [@eveguimaraes]

Como já se sabe, Bruno Senna será titular na Lotus Renault nas etapas da Bélgica e da Itália. O que não se sabe é se o brasileiro continua ou não até o fim da temporada. Romain Grosjean, também reserva da equipe francesa e atualmente com uma mão na taça na GP2, pode figurar como um duro adversário para as pretensões de Bruno no restante da temporada, especialmente porque conta também com a simpatia do chefe Eric Boullier. Mas o que parece certo mesmo é que Nick Heidfeld não volta mais. Sacado sem dó do time, o alemão já tratou de buscar seus direitos na justiça.

E diante de uma eventual disputa pela vaga de titular, Senna poderia contar com o forte apoio do empresário Eike Batista. Nesta quinta-feira (25), surgiu a notícia de que Batista será um dos patrocinadores do piloto na Renault na F1. A informação foi dada pelo colunista de ‘O Globo’ Ancelmo Gois, sem dizer, entretanto, que empresas poderiam apoiar o brasileiro, visto a gama de opções pertencentes ao bilionário mineiro.

O BloGP, porém, apurou que não há nada ainda neste sentido e que não há também um comprometimento por parte de Senna em termos de patrocínio com a Renault neste momento. Mas o sobrinho de Ayrton Senna estaria disposto, desde que diante de um contrato duradouro, ajudar a equipe francesa no contato com as empresas brasileiras, na tentativa de assegurar um lugar em 2012.

Autor: - Categoria(s): F1 Tags: , , ,
24/05/2011 - 16:25

Tudo novo em 2012?

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FERNANDO SILVA [@Fernando_Silva7]
de Sumaré

Sergio Pérez na Ferrari? Kamui Kobayashi na Red Bull? Levando em conta o desenrolar da temporada até aqui, esse cenário pode não ser tão impossível assim já para o próximo ano. Fazendo uma breve análise das condições de cada piloto em seu respectivo time atualmente e também da temporada, pensei — isso não é uma informação, mas sim um pensamento que gostaria de compartilhar com os leitores do BloGP, que permite isso — e cheguei a essa configuração, talvez já para 2012, quando praticamente todas as equipes, com exceção da McLaren, poderiam ter mudanças significativas no quadro de pilotos.

Pode até mesmo ser uma VIAGEM daquelas. Mas convenhamos. A F1 mudaria consideravelmente. Já imaginou Kobayashi na Red Bull andando na frente do Vettel? Ou mesmo Pérez impondo dificuldades a Alonso em uma disputa interna na Ferrari? Como seria Massa liderando uma equipe cada vez melhor como a Renault, por exemplo? No mínimo, bem interessante.

Red Bull: Vettel e Kobayashi – Webber se aposentaria, e Kobayashi, que é a imagem da Red Bull (jovem e arrojado), assumiria a vaga;

McLaren: Hamilton e Button – essa dupla é a única que não muda. Em teoria, pilotos e equipe mutuamente satisfeitos;

Ferrari: Alonso e Pérez – Massa deixaria a equipe. Com um ano de experiência, Pérez, que é da Academia de Pilotos da Ferrari, seria alçado ao posto de titular;

Mercedes: Rosberg e Di Resta – outro caso meio claro também. Schumacher se aposentaria, e Di Resta, cria da Mercedes, assumiria seu lugar;

Renault: Massa e Petrov – longe da Ferrari, Massa conseguiria vaga na Renault se Kubica não voltar. Graças a um acordo entre Renault e Williams, a escuderia anglo-francesa emprestaria Bruno Senna para Grove;

Sauber: Bianchi e Gutiérrez – Bianchi manteria o vínculo Sauber-Ferrari e ficaria um tempo na equipe para ganhar experiência. Gutiérrez, que hoje é piloto de testes da Sauber, garantiria os patrocínios mexicanos mesmo com a saída de Pérez;

Force India: Sutil e Hülkenberg – Sutil é incógnita, mas não vejo outro. Hülkenberg entraria no lugar do Di Resta, também com a bênção da Mercedes;

Williams: Bruno Senna e Maldonado – Barrichello encerraria a carreira na equipe de Grove, e Maldonado seguiria graças aos petrodólares da PDVSA de Hugo Chávez. Senna seria emprestado pela Renault à Williams, que pode voltar a receber os motores franceses;

Toro Rosso: Buemi e Ricciardo – o melhorzinho da Toro Rosso junto com o melhor do programa de pilotos da Red Bull, Ricciardo;

Lotus: Kovalainen + 1 da GP2 – Trulli não deve seguir por muito tempo, fato. Kovalainen e mais um, que pode ser um endinheirado da GP2;

Virgin e Hispania: quem pagar mais.

Autor: - Categoria(s): F1 Tags: , , , , , , , , , ,
09/02/2011 - 21:36

Definhar, agonizar, suportar

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Felipe Paranhos

* Brasileiros que estrearam na GP2 em 2005: Nelsinho Piquet e Xandinho Negrão

* Que estrearam em 2006: Lucas Di Grassi

* Em 2007: Bruno Senna, Antonio Pizzonia e Sergio Jimenez

* Em 2008: Alberto Valério, Diego Nunes e Carlos Iaconelli

* Em 2009: Luiz Razia

* Em 2010: Ninguém

* Em 2011: Ninguém

Piquet se reergue na Nascar depois do papelão que cometeu na F1. Xandinho hoje milita na Stock. Di Grassi conseguiu vaga na F1, mas acabou fora da Virgin por conta de um cara mais endinheirado. Pizzonia passou pelo momento mais difícil da sua carreira na GP2 e hoje vai bem na Stock. Jimenez tenta reconstruir a carreira na Montana e no GT1. Valério acaba de desistir dos monopostos. Nunes trouxe seu patrocínio para o Brasil. Iaconelli teve bom 2010, mas numa categoria C do automobilismo europeu, a Auto GP. Razia tem, provavelmente, a derradeira chance de lutar pelo título. E, ano passado e neste ano, não entrou nenhum piloto novo do país na categoria.

Eu sei que estou batendo nesta tecla novamente, mas, alguém tem dúvida de que, em poucos anos, não teremos ninguém na F1? Alguma duvida de que o automobilismo brasileiro de ponta está definhando?

Nem vou falar muito da Indy, que tem praticamente a mesma situação, de falta de renovação e de novatos brasileiros que duram uma ou duas temporadas (exemplos recentes são Jaime Câmara, Rapha Matos, Mario Romancini).

Obviamente não é uma questão de falta de qualidade desta geração de pilotos.

Autor: - Categoria(s): F-Indy, F1, GP2 Tags: , , , , , , , , , , ,
13/07/2010 - 12:23

Castigo de Creche

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JOÃO PAULO BORGONOVE [@Borgo_]

Bruno Senna ficou de fora do GP da Inglaterra, disputado no último final de semana em Silverstone. Isso todos sabem. O que é um mistério até o presente momento é o motivo disso tudo.

Muitas especulações rondaram os sites e revistas especializados em automobilismo pelo mundo, mas um deles chamou a atenção. O alemão “Sport Bild”, tablóide famoso por seu sensacionalismo, “comprou a versão” de que Senna foi trocado por Sakon Yamamoto em Silverstone por ter enviado um e-mail por engano para Colin Kolles, chefe de equipe da Hispania.

Segundo a publicação, Senna fazia duras críticas ao romeno e sua forma de gerir a equipe. E Senna teria enviado, em um ato falho, uma cópia para Kolles. Resultado? O brasileiro teria sido punido pelas palavras, tendo sua vaga privada na Inglaterra.

Senna foi substituído de última hora, na quinta-feira anterior ao GP. O piloto já havia dado voltas na pista para reconhecer o novo traçado inglês, inclusive. Também participou de todos os eventos promocionais da equipe, que disse que o piloto volta ao carro na próxima etapa, em Hockenheim, na Alemanha.

Difícil de engolir uma história dessas, heim. Principalmente por haver um contrato entre as partes. Não é assim que as coisas funcionam. Uma equipe de F1 não é uma creche, onde castigos são aplicados como punição por mau comportamento. Se for, a coisa está realmente muito feia na Hispania.

Autor: - Categoria(s): F1 Tags: , , , , ,
21/06/2010 - 13:17

Estatoscas varzeanas

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João Paulo Borgonove

Amante da várzea que sou, resolvi fazer uma brincadeira com a classificação da F1. Três equipes novatas, seis pilotos capengando pelo grid. E qual é o melhor time? Quem seria o Campeão da Várzea? Pois é. Heikki Kovalainen, com sua bela Lotus, está em primeiro, o que não é surpresa alguma. Mas ele não está sozinho. E sabe quem acompanha o nórdico nas glórias dos pobres? Karun Chandhok. Sim. O indiano da Hispania é o mais consistente dentre as novatas, junto de Kovalainen.

Os critérios de avaliação foram fracos, segundo um pululante escriba dinamarquês, mas não o relevei, pois ele não entende de várzea. Peguei a classificação final das oito corridas já disputadas e fiz um grid separado, apenas com os seis novéis, de acordo com a classificação final da corrida. E então distribuí pontos. Seis para o vencedor, cinco para o segundo colocado, quatro para o terceiro… e assim por diante, até o sexto e último colocado, que anotou um ponto.

Kova e Chand somaram 33 pontos, mas o finlandês leva vantagem por ter quatro vitórias, contra uma do indostânico. A terceira colocação ficou com o brasileiro Lucas Di Grassi, da Virgin, com 29 pontos, seguido por Jarno Trulli, da líder Lotus, com 26. Bruno Senna, da Hispania, é o quinto, com 24 pontos somados, um a mais que o alemão Timo Glock, da Virgin. Dentre as equipes, a Lotus aparece na frente, com 59 pontos, dois a mais que a Hispania. A Virgin é a terceira e última, com 52 pontos.

Com esse mesmo esquema de pontuação, mas nas classificações, a Lotus segue liderando, mas com uma vantagem muito maior. Kovalainen é o primeiro, com 42 pontos, um a mais que seu companheiro de equipe, o italiano Jarno Trulli. Glock é o terceiro, com 37, seguido por Di Grassi (20), Senna (17) e Chandhok, com 11, mostrando que o indiano é bom em conservar o carro durante as corridas.

Essas estatísticas podem ser inúteis, mas dão uma ideia do desempenho das novatas. É uma bobagem, se analisarmos profundamente, mas está valendo. Afinal, sem o Campeonato da Várzea, os últimos nunca serão os primeiros.

Autor: - Categoria(s): F1 Tags: , , , , , , , ,
05/05/2010 - 16:02

Jura?

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Felipe Paranhos

“Bruno Senna não é tão bom quanto o tio, diz Brundle”

Agora que você descobriu? Chega a ser ridículo destacar isso. O garoto é talentoso, tal, mas, como eu diria 15 anos atrás, “dois altos”.

Vai comentar corrida, Martin.

Autor: - Categoria(s): F1 Tags: , , ,
05/03/2010 - 12:45

Grande Prêmio adota "Hispania" para designar time

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O Grande Prêmio dará preferência ao nome “Hispania” para se referir à equipe de Bruno Senna, embora o time apareça na lista da FIA como “HRT”, abreviação de Hispania Racing Team. O nome por extenso, ao lado de um logotipo que apresenta um H estilizado sobre fundo vermelho, apareceu na apresentação do carro ontem em Múrcia, na Espanha. A equipe é muito nova e talvez nem mesmo seus membros saibam como chamá-la oralmente. Ao longo do fim de semana do GP do Bahrein isso deverá ficar claro. Se os próprios pilotos e engenheiros passarem a se referir a ela como “HRT”, o site também fará assim. Caso contrário, o nome completo será usado.
 
Eventualmente a sigla “HRT” poderá aparecer em títulos de matérias no Grande Prêmio por pura conveniência de tamanho, como acontece às vezes com a Red Bull e a Toro Rosso.

Equipe Grande Prêmio – @grandepremio

Autor: - Categoria(s): F1 Tags: , , , ,
02/03/2010 - 13:53

E agora, emissora?

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Logos Equipes

Felipe Paranhos

Vamos lá: a emissora tem o hábito de inventar nomes para equipes esportivas. Faz assim no voleibol chamando-as por nomes de cidades, embora isso seja muito pouco relevante no vôlei, bancado quase totalmente por patrocinadores. Já faz no futebol, nomeando, por exemplo, o Pão de Açúcar Esporte Clube pelo pomposo nome de PAEC.

E, como vocês sabem, faz isso na F1.

A emissora mudou, primeiro, o nome da Red Bull e da Toro Rosso, que viraram siglas exóticas. Agora, teve a brilhante ideia de fingir que a Virgin não se chama Virgin.

A Campos mudou de dono e, agora, é de José Ramón Carabante. E deve se chamar Hispania Racing F1, replicação do nome do grupo de investimentos imobiliários cujo proprietário é o espanhol. Trata-se do mesmo caso de Red Bull, Toro Rosso e Virgin. O que vão inventar? HRF1? Ou vão chamar de Campos mesmo, numa clara incongruência?

Imagina se o Bruno Senna corre lá, levado a níveis infinitos de pachequismo pelos de sempre, e tendo o nome de sua equipe falado de maneira errada o ano inteiro…

Autor: - Categoria(s): F1 Tags: , , , , ,
21/02/2010 - 13:56

Senna, patrocínio e F1

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senna

Felipe Paranhos

Era a Honda, que morreu e deixou Bruno Senna sem vaga para 2009. Sem espaço na F1, não faria sentido voltar à GP2. O brasileiro tirou um ano sabático. Agora, é a Campos, que morreu, está sendo resgatada, mas já deu sinais de que não deve ficar com o piloto — a menos que o dinheiro entre na história, como disse Colin Kolles, novo diretor-técnico do time.

Só que Bruno Senna — na verdade, sua assessoria, ele quase não fala à imprensa — sustenta que não tem patrocinadores atualmente. E que não levou nenhum apoiador para a Campos, que esperava usar o sobrenome histórico para atrair empresas. Embora tudo isso seja meio curioso, pois em todas as aparições recentes Bruno usava bonés da Embratel, cabe acreditar no que é dito. Até porque, do contrário, Kolles não falaria o que falou.

Por isso, para incentivar a discussão, partiremos da premissa de que não há patrocínios. Exponho, então, minha ignorância: jura que em um país com as proporções do Brasil não há empresas que se interessem em associar sua marca à de um piloto de F1 com o apelo que tem Senna? Não que ele vá alcançar grandes resultados, mas o que tem de gente que vai voltar a assistir corridas de F1 só para vê-lo… O que preocupa? O risco de o cara não se dar bem e, por conta daquela visão do torcedor brasileiro que nós já conhecemos, a empresa ficar vinculada a um suposto insucesso?

Acho até que há pilotos brasileiros mais talentosos, que mereceriam grande apoio para desenvolver suas carreiras, mas me parece que Bruno daria mais retorno aos executivos que vivem de avaliar relatórios e planilhas e projetos — justamente porque tem gente que não vê uma corrida de F1 há mais de dez anos e, quando ouve falar que o sobrinho de Ayrton vai correr na F1, se interessa.

Não entendo de publicidade, propaganda, marketing e afins. Portanto, peço a ajuda de vocês para entender o que há de escondido a quem não é especialista.

Autor: - Categoria(s): F1 Tags: , , , ,
14/07/2009 - 16:43

Senna afasta retorno à GP2. Ele faz a coisa certa?

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Em meio ao turbilhão em torno da possível saída de Nelsinho Piquet da Renault – que não se confirmou –, recebemos uma informação de que Bruno Senna poderia voltar à iSport e correr o restante da temporada da GP2.

Contatamos o piloto, que, através de sua assessoria de imprensa, afastou essa possibilidade. Disse que não há sentido em voltar à categoria nessa altura do campeonato, que já está em sua metade.

No ano passado, Lucas Di Grassi entrou na GP2 após a disputa de três etapas. Teve um desempenho incrível e foi o terceiro colocado na classificação geral. É preciso relatar que ele participou de oito provas – se voltasse agora, Senna só poderia correr em cinco.

Mesmo assim, fica a pergunta: se tivesse a oportunidade, Bruno deveria voltar à GP2?

Minha opinião: realmente, nessa altura do campeonato, não há mais nada a fazer. Com três equipes novas no ano que vem e a possibilidade de abertura de vagas nos times “experientes”, certamente Senna encontrará um espaço na F1. O que ele fizer neste ano não vai mudar a opinião de ninguém. Para o bem ou para o mal.

Marcus Lellis

Autor: - Categoria(s): GP2 Tags: , , , , ,
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