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11/05/2009 - 18:41

Arrumando a casa

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Ainda temos que arrumar algumas coisas. Os comentários estão com a fonte preta em um fundo preto; logo, não dá para ler direito. Mas estão lá. Aos poucos, vamos tornando isso aqui bonitinho e ordinário.

Foi pedido pelo Victor, nosso solerte editor-em-chefe, uma pequena apresentação. A minha seguiria algo na linha “colorado, nascido em Novo Hamburgo, estudante de jornalismo e redator do GP desde outubro de 2007 (caramba, faz tempo)”. Mais do que isso é querer falar demais de mim e, acreditem, não é o caso.

Até porque quem fala demais acaba sempre se estrepando. Como Barrichello. Sinceramente, não sei mais o que pensar dele. Sempre o defendi, pois sempre vi nele um bom piloto e, naqueles primeiros anos pós-Senna — tenho 24 anos, e só tinha 9 em 94 —, ele era o cara por quem torcer nos domingos.

Por isso, talvez, aquela coisa meio infantil de ver um cara que te motivava a acordar cedo e ver carros correndo tenha durado tanto tempo. Mas não dá mais. Primeiro, porque não cabe: hoje, eu trabalho com isso, e ficar demonstrando torcida por QUALQUER piloto é roubada e tira a isenção do que eu faço. Segundo, porque cansou.

Cansou o discursinho. Cansou o papo de “ah, não aceito ordens”, “ah, sou só um brasileirinho”, “ah, não entendo como as coisas funcionam”. Quem não entende sou eu: Rubens é tudo, menos ingênuo. Ninguém fica na F1 por 16 anos sendo bobinho e feito de puta (perdão, mas aqui podemos usar essas expressões; acostumem-se) pelos outros. E ficar pagando de personagem não eras, não funciona.

Ao menos, não para mim.

Autor: - Categoria(s): Barrichello Tags: , ,
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