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16/08/2011 - 14:00

Promessa de diversão pura

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Felipe Paranhos [@felipeparanhos]

Cá estou eu de volta após curtir curtas férias. E com boa notícia. A F1 anunciou hoje que vai lançar nos primeiros meses do ano que vem o F1 Online: The Game, jogo do tipo browser game, aqueles que você não precisa instalar nada e brinca no próprio navegador de internet — no estilo, tecnicamente falando, desses jogos que fazem sucesso no Facebook.

O joguinho será feito pela Codemasters, a mesma produtora que assina a série F1 para consoles e PCs — o F1 2011, inclusive, já está disponível para pré-venda no Brasil. Voltando a F1 Online, a proposta do jogo é obviamente diferente do F1 2011, que é totalmente baseado no realismo.

Pelo que se vê, F1 Online será um jogo bem mais casual, para aproveitar. E aqui vai uma crítica minha aos jogos atuais: muito do que se produz é a sério demais, no sentido de que cada vez mais eu vejoa exaltação pura da simulação, dos efeitos virtuais das mudanças de acerto e tal. Nem todo mundo se diverte com isso, nem sempre se está disposto a perder horas fuçando na suspensão para reduzir um tempo — e isso serve para jogos de outras modalidades também, não só de automobilismo.

Digo isso porque sou um fã dos jogos top-view, como o agora reformulado para tablets Death Rally, o mais ou menos antigo Mini Racing Online e o recente New Star GP. No caso do Death Rally, aliás, você pode baixar a versão antiga do jogo no site da produtora Remedy Games.

A diferença para estes todos é que F1 Online deve trazer uma interface mais moderna e gráficos melhores. A Codemasters sabe fazer jogo, isso é fato. E a diversão provavelmente será garantida, com todos os circuitos, carros, equipes e pilotos da temporada 2011 da categoria. Além de tudo, haverá também aspectos de managing, com o jogador podendo criar sua equipe, sua pintura, cuidar do time como um todo e gerir a parte esportiva antes de colocar o carro na pista. E, claro, o jogo será grátis, a menos que seja criada uma assinatura premium ou coisa parecida. Mas parece que não.

Autor: - Categoria(s): F1, Virtual Tags: , , , , , , ,
14/06/2011 - 16:25

A Lotus e a Lotus

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Felipe Paranhos

A Lotus iniciou o ano criando problema com a Lotus, que queria ser Lotus, fez até concurso para escolher nova pintura, mas acabou sendo Lotus mesmo. A Lotus entrou na F1 fazendo festa e afirmando ser a verdadeira, mesmo a Lotus tendo aparecido primeiro.

Veio o acidente de Robert Kubica, e a Lotus foi atrás de um piloto experiente, mas sem equipe e ritmo de corrida, apesar de ela mesma ter 83 reservas. A Lotus, por sua vez, manteve os pilotos do ano passado, ambos experientes, tarimbados e aparentemente ainda com saco de pilotar um carro do fim do pelotão. Foi a única das pequenas a realmente crescer entre 2010 e 2011, como era esperado.

E, neste ano, a Lotus já avançou em diversas frentes: fundou uma equipe competitiva na GP2 — que, apesar de estar apenas na primeira temporada, já está dando uma lavada no time que já existia e era muito forte antes de a Lotus se associar. Além disso, a Lotus fechou contrato para usar o túnel de vento da Williams, um passo importante depois de formar, no início do ano, uma parceria com a Red Bull para o recebimento da caixa de câmbio e do sistema hidráulico do time dos energéticos.

E tem mais: a Lotus comprou a pequena montadora inglesa Caterham, fechou patrocínio com a gigante da tecnologia GE, além de acertar parceria técnica com a Dell e fundar um programa de desenvolvimento de jovens pilotos asiáticos. Enquanto isso, a Lotus vive às voltas com os rumores de que Nick Heidfeld, escolhido para o lugar de Robert Kubica, está desagradando a equipe, vê o desempenho de seu carro em queda depois dos pódios nas primeiras duas provas e, além de tudo, perdeu o processo que acionava contra a Lotus pelo uso do lendário nome.

Não dou três anos pra Lotus passar a Lotus

Autor: - Categoria(s): F1 Tags: , , , , ,
24/05/2011 - 16:25

Tudo novo em 2012?

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FERNANDO SILVA [@Fernando_Silva7]
de Sumaré

Sergio Pérez na Ferrari? Kamui Kobayashi na Red Bull? Levando em conta o desenrolar da temporada até aqui, esse cenário pode não ser tão impossível assim já para o próximo ano. Fazendo uma breve análise das condições de cada piloto em seu respectivo time atualmente e também da temporada, pensei — isso não é uma informação, mas sim um pensamento que gostaria de compartilhar com os leitores do BloGP, que permite isso — e cheguei a essa configuração, talvez já para 2012, quando praticamente todas as equipes, com exceção da McLaren, poderiam ter mudanças significativas no quadro de pilotos.

Pode até mesmo ser uma VIAGEM daquelas. Mas convenhamos. A F1 mudaria consideravelmente. Já imaginou Kobayashi na Red Bull andando na frente do Vettel? Ou mesmo Pérez impondo dificuldades a Alonso em uma disputa interna na Ferrari? Como seria Massa liderando uma equipe cada vez melhor como a Renault, por exemplo? No mínimo, bem interessante.

Red Bull: Vettel e Kobayashi – Webber se aposentaria, e Kobayashi, que é a imagem da Red Bull (jovem e arrojado), assumiria a vaga;

McLaren: Hamilton e Button – essa dupla é a única que não muda. Em teoria, pilotos e equipe mutuamente satisfeitos;

Ferrari: Alonso e Pérez – Massa deixaria a equipe. Com um ano de experiência, Pérez, que é da Academia de Pilotos da Ferrari, seria alçado ao posto de titular;

Mercedes: Rosberg e Di Resta – outro caso meio claro também. Schumacher se aposentaria, e Di Resta, cria da Mercedes, assumiria seu lugar;

Renault: Massa e Petrov – longe da Ferrari, Massa conseguiria vaga na Renault se Kubica não voltar. Graças a um acordo entre Renault e Williams, a escuderia anglo-francesa emprestaria Bruno Senna para Grove;

Sauber: Bianchi e Gutiérrez – Bianchi manteria o vínculo Sauber-Ferrari e ficaria um tempo na equipe para ganhar experiência. Gutiérrez, que hoje é piloto de testes da Sauber, garantiria os patrocínios mexicanos mesmo com a saída de Pérez;

Force India: Sutil e Hülkenberg – Sutil é incógnita, mas não vejo outro. Hülkenberg entraria no lugar do Di Resta, também com a bênção da Mercedes;

Williams: Bruno Senna e Maldonado – Barrichello encerraria a carreira na equipe de Grove, e Maldonado seguiria graças aos petrodólares da PDVSA de Hugo Chávez. Senna seria emprestado pela Renault à Williams, que pode voltar a receber os motores franceses;

Toro Rosso: Buemi e Ricciardo – o melhorzinho da Toro Rosso junto com o melhor do programa de pilotos da Red Bull, Ricciardo;

Lotus: Kovalainen + 1 da GP2 – Trulli não deve seguir por muito tempo, fato. Kovalainen e mais um, que pode ser um endinheirado da GP2;

Virgin e Hispania: quem pagar mais.

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30/03/2011 - 17:52

F1 2011

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Felipe Paranhos

A Codemasters confirmou no último fim de semana a data de lançamento de F1 2011, terceiro jogo da série sob seu comando. A versão 2009, só pra Wii e PSP, era fraquinha, feita às pressas. A 2010 já melhorou bastante e inovou com um modo carreira interessante. Não à toa, foi um game de sucesso, ganhou prêmios e tudo.

O jogo sai em 23 de setembro, só um dia após a data do ano passado. Para este lançamento, os consoles são os mesmos: PlayStation 3, XBox 360, além do PC. Numa data posterior, versões para 3DS e NGP, os novos portáteis de Nintendo e Sony, também estarão nas lojas.

Grosso modo, é a mesma coisa de sempre: os circuitos, equipes e pilotos de 2010. Mas a nota da Codemasters traz um teaser interessante sobre o jogo, particularmente no que tange aos jogadores que buscam uma inserção maior na história. “Em F1 2011, os jogadores serão desafiados ao ‘Seja o piloto, viva a vida, vá competir’, com amplos avanços técnicos e de jogabilidade dentro e fora da pista, além de componentes muito ampliados de competição e cooperação multiplayer.”

Só tenho um pedido: façam um replay decente e com várias câmeras, ok? O do F1 2010 é uma bosta.

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Autor: - Categoria(s): F1, Virtual Tags: , , , , , , ,
12/10/2010 - 14:07

Ih, rapaz…

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Felipe Paranhos

Nico Hulkenberg, Vitaly Petrov, Karun Chandhok, Nick Heidfeld, Bruno Senna, Lucas Di Grassi, Luiz Razia, Giedo van der Garde, Jerôme D’Ambrosio, Pastor Maldonado, Mikhail Aleshin, Johnny Cecotto Jr. É grande a lista dos pilotos que procuram uma vaga na F1 em 2011. Para alguns, só vale ser titular; para outros, a prioridade é ser piloto de testes.

Mas essa é a lista somente dos que declaradamente buscam uma vaga no ano que vem. Uns tem resultados, outros patrocinadores, poucos têm os dois.

Tá fácil arranjar carro pra correr ano que vem?

Autor: - Categoria(s): F1 Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , ,
02/10/2010 - 19:29

O vencedor

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Felipe Paranhos

Romain Grosjean é um dos grandes vencedores da temporada 2010. Depois de fracassar retumbantemente em sua rápida passagem na F1, não tinha o que fazer neste ano.

Começou no FIA GT1, no qual estava em primeiro até decidir deixar a categoria. Foi parar na Auto GP, o que parecia ser um retrocesso, já que se trata de um campeonato de terceira classe na Europa.

Chegou na quinta corrida. Na 11ª, uma antes do fim, garantiu o título. Para que não parecesse estar confortável com a situação, Romain foi além. Enquanto fazia sua vitoriosa campanha na Auto GP, se filiou ao Gravity, grupo que comanda a Renault e a Dams na GP2.

Primeiro, entrou no lugar de Jérôme D’Ambrosio em uma corrida. Depois, substituiu com relativa competência o lesionado Ho-Pin Tung. E, se não foi brilhante, pelo menos fez sete pontos, mais do que o chinês em quase todo o campeonato.

Sei não, mas acho que, aos poucos, Grosjean trilha seu caminho de volta à F1…

Autor: - Categoria(s): F1, GP2 Tags: , , , , , ,
21/06/2010 - 13:17

Estatoscas varzeanas

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João Paulo Borgonove

Amante da várzea que sou, resolvi fazer uma brincadeira com a classificação da F1. Três equipes novatas, seis pilotos capengando pelo grid. E qual é o melhor time? Quem seria o Campeão da Várzea? Pois é. Heikki Kovalainen, com sua bela Lotus, está em primeiro, o que não é surpresa alguma. Mas ele não está sozinho. E sabe quem acompanha o nórdico nas glórias dos pobres? Karun Chandhok. Sim. O indiano da Hispania é o mais consistente dentre as novatas, junto de Kovalainen.

Os critérios de avaliação foram fracos, segundo um pululante escriba dinamarquês, mas não o relevei, pois ele não entende de várzea. Peguei a classificação final das oito corridas já disputadas e fiz um grid separado, apenas com os seis novéis, de acordo com a classificação final da corrida. E então distribuí pontos. Seis para o vencedor, cinco para o segundo colocado, quatro para o terceiro… e assim por diante, até o sexto e último colocado, que anotou um ponto.

Kova e Chand somaram 33 pontos, mas o finlandês leva vantagem por ter quatro vitórias, contra uma do indostânico. A terceira colocação ficou com o brasileiro Lucas Di Grassi, da Virgin, com 29 pontos, seguido por Jarno Trulli, da líder Lotus, com 26. Bruno Senna, da Hispania, é o quinto, com 24 pontos somados, um a mais que o alemão Timo Glock, da Virgin. Dentre as equipes, a Lotus aparece na frente, com 59 pontos, dois a mais que a Hispania. A Virgin é a terceira e última, com 52 pontos.

Com esse mesmo esquema de pontuação, mas nas classificações, a Lotus segue liderando, mas com uma vantagem muito maior. Kovalainen é o primeiro, com 42 pontos, um a mais que seu companheiro de equipe, o italiano Jarno Trulli. Glock é o terceiro, com 37, seguido por Di Grassi (20), Senna (17) e Chandhok, com 11, mostrando que o indiano é bom em conservar o carro durante as corridas.

Essas estatísticas podem ser inúteis, mas dão uma ideia do desempenho das novatas. É uma bobagem, se analisarmos profundamente, mas está valendo. Afinal, sem o Campeonato da Várzea, os últimos nunca serão os primeiros.

Autor: - Categoria(s): F1 Tags: , , , , , , , ,
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