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16/09/2009 - 11:46

Então ficamos assim

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Em um dia, a FIA anuncia que uma equipe que ninguém sabe de onde veio nem para onde vai pegou o nome Lotus para si, apresentou um carro MEDONHO e vai ser o 13º time na F1 em 2010, no lugar da já estabelecida Sauber.

Unidos da Lotusjuca
Carro abre-alas da Unidos da Lotus

Duas horas depois, a BMW anuncia a venda da Sauber para outro destes grupos que ninguém sabe se existem ou não. A FIA, então, anuncia a intenção de contar com 14 equipes no grid. Com isso, todo mundo especula que a Renault deve estar arquitetando sua saída da F1 devido aos escândalos sobre Cingapura.

No dia seguinte (conhecido popularmente como HOJE), a Renault solta a bomba logo cedo: Flavio Briatore foi para o espaço, e ainda levou junto com ele Pat Symonds de lambuja. Isso a poucos dias da reunião do Conselho Mundial que provavelmente puniria o italiano, caso Symonds participasse da delação premiada que liberou Nelsinho Piquet de ser considerado culpado também. Confissão de culpa do time, aparentemente.

Trocando em miúdos, temos o seguinte: 14 times para 13 vagas. Destas 14 equipes, quatro têm situação totalmente desconhecida, apesar de a Campos — pela pura e simples falta de assunto a respeito — parecer um tanto quanto mais adiantada do que as demais. Da Manor, só sabe que terá a Virgin ao seu lado. A US F1 sofre com atrasos, e essa Lotus tem cheiro de picaretagem das maiores já vistas.

Me parece um tanto quanto óbvio que algum destes times não vai alinhar em Melbourne, ou no Bahrein, em março de 2010. E me refiro a um destes quatro: todas as atitudes da Renault nos últimos dias, culminando com a demissão de Bria e Symonds, dão estofo à FIA para que faça um julgamento puramente midiático com uma punição inofensiva. A FIA vai agradecer sua permanência, assim como Bernie Ecclestone — que, provavelmente, vai acabar ganhando dinheiro de alguma maneira com essa situação toda. Preciso descobrir como ele faz isso.

Enquanto isso, Prodrive e Epsilon Euskadi, times estabelecidos e com estrutura para dar um passo adiante e entrar na F1, são relegados por sociedades anônimas na concepção pura da palavra.

A F1 já foi um esporte bem legal, e mesmo como entretenimento também já foi melhor. Nos resta dançar conforme a música, agora.

Dance fatal,
Francisco Luz

Autor: - Categoria(s): F1 Tags: , , , ,
09/09/2009 - 13:45

A bola da vez

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Nico Rosberg está, finalmente, recebendo a atenção que merece para 2010. Ou, ao menos, é o que se entende ao ler o noticiário de hoje. Brawn e McLaren, nada mal.

E, afinal, Nico vem confirmando – ao menos na opinião deste pobre escriba – tudo aquilo que prometeu mostrar nos últimos anos. Mesmo com os dois pódios da temporada passada, seu campeonato de 2008 foi mais fraco do que o de 2007, principalmente devido ao péssimo carro que a Williams preparou então. Mas, agora, a coisa mudou, e o fato de estar marcando pontos seguidamente comprova isso.

Mas também evidencia, escancara e chuta o balde para algo que todos estamos carecas de saber, e que eu ainda lamento muito: o fim de feira da Williams. Rosberg, no seu auge, e com a chance de ser um dos bons pilotos do Mundial de 2010, não vai ter a chance de ganhar uma prova para o velho time de Grove. E, no auge, ele deve ser trocado por um piloto que mostrou claramente não ter condições de guiar em alto nível – Heikki Kovalainen.

O que é uma pena. Eu me criei vendo a Williams grande, disputando títulos com Hill e Villeneuve e, depois, com o Montoya, sem falar da história que precedeu o “meu” período, quando Piquet, Mansell e Prost levaram suas taças ao lado do velho Frank.

E o pior é que existe esperança, mas provavelmente por pouco tempo. Se Nico Hülkenberg for mesmo confirmado como titular, como aparenta, vai ser outro a dar o fora em busca um time vencedor assim que for possível. Triste, isso.

E, no clima de chuva que assola Novo Hamburgo há quatro dias, vou chutar o balde com a escolha musical de hoje. Não fujam daqui:


bon-jovi-always
Enviado por bonitao224. –

Solando um requiém em air guitar,
Francisco Luz

Autor: - Categoria(s): F1 Tags: , ,
27/08/2009 - 11:53

E chegou a hora de Spa

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(retirando as teias de aranha da sala)

Faz tempo, não? Pois é… a volta da F1, com o fim da F-Indy e o fato de termos duas corridas consecutivas meio que tirou nosso tempo de postar aqui. Mas vamos lá, porque o melhor circuito da história está chegando.

Mas não vou falar da prova que está por vir e, sim, de uma das grandes corridas que eu vi na minha vida – na real, a melhor que eu vi até hoje, concorrendo com o GP do Brasil do ano passado e o GP da Europa de 2007.

Lembro até hoje de detalhes daquela corrida, e da justiça tardia que fez com Damon Hill, que foi alijado (uia) da vitória no GP da Hungria do ano anterior. Era uma época em que eu realmente torcia na F1, e gostava por demais da Jordan. Acordei todo mundo aqui em casa quando vi o Eddie correndo pra cima e pra baixo, todo faceiro. Foi genial.

Mas é melhor ver do que me ler. Aproveitem:

Abraços,
Francisco Luz

Autor: - Categoria(s): F1 Tags: , ,
14/08/2009 - 12:40

É proibido criticar

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“O triste é o jornalista que já entra numa cobertura pré pautado por si próprio (ou por outros), furungando o que há de ruim, procurando defeitos”

“não é de hoje que que o GP vai à Stock para meter o pau, só critica e só vê o lado ruim. Fica garimpando os podres para jogar no ventilador”

“Ela não pode ser tão ruim assim, como as seguidas matérias no Grande Prêmio fazem crer. Tem problemas, sim. E acho que a campanha promovida pelo Grande Prêmio não é justa. Não é campanha? Vocês não param de falar nisso. A pauta sobre o fim de semana em Salvador foi: o evento foi horrível”

“vc soh procura os podres da stock sempre fala mau.”

Estes são alguns dos comentários feitos pelos leitores no post do Felipe, “Caos, corrida e carnaval”.

Algumas vezes, é duro confiar que você será compreendido ao escrever algo dando a sua opinião. O Felipe deixou isso bem claro: as críticas que ele fez a alguns fatos da prova na Bahia geraram uma revolta e um volume de reclamações que simplesmente não faz nenhum sentido: desde acusarem o Grande Prêmio de, oh, mover uma campanha contra a Stock até reclamarem de pauta encomedada para detonar a categoria.

E, sério mesmo, é desanimador ler esse tipo de coisa. É foda (não há palavra melhor) o cara se dedicar, perguntar sobre o assunto, pesquisar e tudo mais e, por simplesmente noticiar os fatos – uma corrida ruim em uma pista vergonhosa -, acabar sendo torpedeado, como se o Felipe, ou o GP, só vá a Stock para detonar e falar mal.

Eu, Francisco Luz, tive a oportunidade de acompanhar in loco duas provas da Stock, as duas que aconteceram no RS no ano passado. Os dois eventos aconteceram de maneira normal, com uma corrida média (SCS) e uma muito boa (Tarumã). Naquele momento, falamos bem do entretenimento e da competitividade que a Stock Car forneceu. Na Bahia, não houve nada disso. Criticamos.

Quem se preocupa em acompanhar o nosso trabalho já deve ter visto ao menos uma vez a narração ao vivo que fazemos – na maioria das vezes, eu mesmo faço – das corridas de F1. E não são poucas as vezes que reclamo das provas: circuitos insossos, disputas inexistentes, palhaçada de regulamento. Mesmo com o nosso blog, relativamente novo, já detonamos as falcatruas que a F1 tem um milhão de vezes. E, engraçado, nunca houve nenhuma reação destemperada, do tipo “o GP faz campanha contra a F1, meu deus”. Estranho.

Portanto, pessoal, podem criticar o nosso trabalho. Estamos aqui para isso. Mas injustiça é um troço feio; não cometam esse erro.

Complementando às 13h05: É duro ter que escrever correndo… Faltou dizer que sim, há coisas que vamos (vou, no caso) criticar sempre – e sem precisar de nenhuma orientação especial para isso: o fato de a categoria precisar aceitar tudo que a televisão faz para poder aparecer; a falta de explicação até hoje no caso envolvendo o doping no ano passado; os circuitos com pouca infraestrutura (algo que não é culpa diretamente da Stock); o uso dos anéis externos em Curitiba e Brasília; o uso de um motor antiquado (que meu chapa Bruno Vicaria noticiou na concorrência que vai ser mudado no ano que vem); as decisões pouco claras dos comissários de pista quando há punição ou não.

Assim como na F1 também há várias coisas que eu criticarei sempre, ou até que mudem: a saída de palcos tradicionais, as pistas sem sal utilizadas atualmente, as decisões estapafúrdias de comissários, a briga de egos entre os dirigentes… Enfim, nada que não mereça realmente ser vilipendiado. Se alguém quisere defender qualquer um destes ítens, sinta-se à vontade.

E, para serenar os ânimos, segue a melhor balada da banda mais balaqueira do mundo:

Abraços,
Francisco Luz

Autor: - Categoria(s): Stock Car Tags: ,
05/08/2009 - 11:44

As férias, as brigas e Schumacher

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Depois de uma semana de intensa loucura — com tudo que cercou o acidente de Massa, a saída da BMW, a volta de Schumacher e a demissão de Nelsinho Piquet —, finalmente temos um pouco de calma e tranquilidade na vida. Estava na hora, e agora é a hora de aproveitar a oportunidade para ser mais frequente aqui no blog (algo que estou devendo, eu sei, mas o maldito twitter é a nova maconha webal).

Mas, antes de preparar algo mais elaborado, queria saber se mais alguém achou interessante (digamos assim…) a notinha toootalmente transtornada da Ferrari contra a Williams? Pois eu gostei. Esporte precisa de rivalidade, e a F1 andava asséptica demais há muito tempo. Finalmente, agora, sei que existe gente ali que tem um pouco de sangue correndo, e nos dois times.

E, sobre Schumi, só posso dizer que estou bastante ansioso para ver como ele vai se sair. Acredito que o cara tem todas as chances de brigar por vitória – afinal, a Ferrari vinha crescendo nas últimas provas. E fico só imaginando a vergonha dos atuais pilotos se um velho aposentado chega lá e consegue um pódio ou uma vitória. Eu, ao menos, me esconderia num cantinho qualquer.

Abraços,
Francisco Luz

Autor: - Categoria(s): F1 Tags: , , ,
29/07/2009 - 09:22

E Mosley tinha razão

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Muita gente tem, desde a mais TENRA idade, aquele sentimento rebelde de sempre ser “contra tudo e contra todos”. Obviamente, eu também passei por essa fase, e resquícios dela ainda continuam a permear esta avantajada cabeçorra com relação a alguns assuntos. Um deles trata de dirigentes políticos: para mim, eles estão invariavelmente errados — a não ser que seus adversários de momento consigam a proeza de errar ainda mais.

Pois Max Mosley, para mim, era um exemplo claro do dirigente que sempre erra. Desde as mudanças de 1997, que tornaram a F1 um esporte quase sacal de assistir — e eu me lembro de ler críticas às alterações desde essa época —, sempre vi no inglês o típico cara que faz de tudo para chamar mais atenção para si do que para o esporte que comanda.

Mas reconhecer que está errado, dizem, é uma benção (como não sou muito chegado a ESOTERIMOS, acho apenas uma merda saber que errei). E este é o caso: Mosley, no fim das contas, tinha razão de tudo que fez na F1, principalmente nos últimos dois anos. A decisão da BMW de deixar a F1, anunciada nesta quarta-feira, é das coisas mais patéticas e lamentáveis que eu já vi.

Como que um fabricante que trabalha focado no desempenho — e, caramba, trabalha tão bem — consegue tomar uma decisão estapafúrdia dessas? Uma empresa que lida com a imagem conseguir incinerar a sua tão facilmente é algo que me deixa meio bobo (e isso que eu já sou quase um bobo completo).

Sempre fui fã dos carros da BMW. Nunca tive um, obviamente, porque eles valem umas quatro vidas das boas, como diria O Homem sem Nome n’O Terceiro Tira, mas são carros que eu admiro desde pequeno. Mais do que Ferrari, Mercedes, Audi, pau a pau com Porsche. E aí os caras fazem isso… incompreensível.

Mas, é como o chefe não cansa de dizer: o balancete reina sozinho, e foda-se a história e o envolvimento com o esporte. O nosso trabalho — e aqui falo do trabalho que fazemos no GP — é sobre algo supérfluo para o mundo, o que nos torna também supérfluos. É dose constatar isso quando se começa a trabalhar às 5h da matina.

Para aliviar a raiva, um pouco de ROXETTE para todos:

Abraços,
Francisco Luz

Autor: - Categoria(s): F1 Tags: , ,
17/07/2009 - 09:34

O maior engano

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Bourdais; Peter Fox/Getty Images

Senhoras e senhores, moças e rapazes, como diria Haroldo de Souza, eu admito: apostei, sim, em Sébastien Bourdais. E não consigo deixar de ficar incrédulo com a sua demissão — não que ela não fosse merecida, mas com a queda brutal de performance do francês.

Afinal, pensem bem: a Toro Rosso começa 2008 com uma dupla das mais promissoras. Um alemãozinho abusado, que quase chegou no pódio no ano anterior, e um francês experiente e multicampeão nos EUA, com carreira em circuitos mistos e um título de F3000 na sacola.

Claro que o Vettel era a grande vedete do duo Tian & Tien, mas eu apostava mais no Bourdais no começo da temporada passada. Prova irrefutável está na internette, esta maldição que não nos deixa nem mentir de maneira sossegada sem lembrar os fantasmas do passado:

“Outra escuderia que eu lamento estar “apenas” no quinto lugar. Sebastian Vettel é um gênio em formação, e Sébastien Bourdais é um dos melhores pilotos deste ano.” (não vou passar o link para não perder um emprego de filhote de Mãe Dinah que eu tenho por aqui. Compreendam).

Pois bem: sei dizer onde foi exatamente que o gaulês canhoto e de óculos (se fosse moreno, era eu em um cockpit) se perdeu. Naquele grid, naquela embreagem que emperrou no GP da Itália do ano passado.

Alguém lembra? Vettel fez a pole e venceu, enquanto ele ficou parado antes da volta de apresentação no quarto lugar. Tinha TODA a chance do mundo de brigar pelo pódio, mas viu tudo acabar antes mesmo de pensar em como fazer a largada lançada. De lá em diante, o caminho foi só down low.

O que é uma pena, pois continuo achando que Bourdais tinha lenha para queimar na F1. Mas a depressão que tomou conta do seu ser (abraço, Só Pra Contrariar) fez com que um grande piloto virasse um grande flop.

Alguém também já quebrou a cara com apostas desmedidas? Dividam seus sentimentos.

(Vi no final de semana passada o negócio mais legal do mundo: um show do The Beats. Recomendo com VIGOR e ENTUSIASMO)

Abraços,
Francisco Luz

Autor: - Categoria(s): F1 Tags: , ,
04/07/2009 - 15:55

Hipocrisia demais

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Todo mundo que lê o Grande Prêmio deve lembrar que, no ano passado, um piloto da Stock Car foi pego no exame antidoping na etapa inicial da temporada, em São Paulo. O teste feito pelo Paulo Salustiano deu positivo, mas curiosamente (ou não) a substância nunca foi divulgada.

Pois, quem nos lê também deve lembrar de como isso foi cobrado. Falamos com todo mundo imaginável na CBA e na Stock Car, e nada de divulgarem o que provocou o resultado – por isso, mesmo que nós tivessemos informações consistentes e verdadeiras, não as divulgamos. Outras pessoas, e me lembro agora do Rodrigo Mattar, falaram.

E não é que agora parece que isso vai mudar? Foi o que descobriu nossa intrépida Evelyn, a Mulher-Gato da redação GEPEÍSTA. E, entre a novidade de não sortearem quem serão os examinados – vão escolher os caras através do desempenho -, garantiram que agora, sim, vão divulgar o resultado.

Mas por que só agora, caras-pálidas?? Por que não revelar o caso que foi já examinado e aprovado? Afinal, se o próprio Carlos Montagner disse que “não há motivo para não divulgar”, bueno, estão esperando o que?

Não sei porque ainda me impressiono com a cara-de-pau de dirigentes esportivos, mas a verdade é que sigo assim. E, bem, não duvido nada que, caso outro cara dê positivo (esperemos que não), inventem outra desculpa para não falar o que houve. Podem até nos perguntar, se quiserem, pois ainda temos uma gaveta cheia com os motivos pífios que nos deram em 2008.

You’re all wrong, dudes.

Abraços,
Francisco Luz

Autor: - Categoria(s): Stock Car Tags: ,
26/06/2009 - 01:00

Impossível crer

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Michael Jackson - Getty Images

Acho que todo mundo deve ter feito, ou ao menos pensado, em uma lista de pessoas que acham que nunca vão morrer. Algumas são clássicas, como Silvio Santos, por exemplo, e a Dercy, que causou um capote em todo mundo no ano passado.

Pois a minha lista era muito ruim, pelo jeito. Tinha o Brizola, o Roberto Marinho e o Michael Jackson. Como não acreditei direito na morte dos dois primeiros, não consigo crer também que é verdade que o rei do pop já era também.

Poucas pessoas tiveram uma história de vida tão controversa. Genial desde pequeno, exigido como um popstar que era, apanhou do pai, cresceu, virou ainda mais gênio, passou de negro a branco, explodiu em suspeitas de pedofilia e, por fim, virou uma bizarria sem tamanho nos últimos doze anos. Uma passagem marcante, sem dúvidas.

Muita gente agora vai lembrar de todos os escândalos. Como não sou juiz e era fã desde pequeno do grande Jackson, segue o clipe da melhor música que ele já fez na breve e intensa vida. Não sei se ele morreu realizado, satisfeito ou deprimido, mas sei que marcou. E, no fim, é isso mesmo que acaba valendo.

Descanse em paz, Michael.

Um abraço,
Francisco Luz

Autor: - Categoria(s): Música, Off-topic Tags: ,
16/06/2009 - 13:38

Todo poder aos sovietes

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Eu sei, vocês não aguentam mais esse assunto, e podem acreditar que eu também não. Mas é que agora estou realmente vislumbrando a nova ordem mundial — e, bem, ela não me parece nada ALVISSAREIRA.

Pois, se não bastasse eu ter que contar com a perspectiva de duas vezes mais trabalho (GRECIN 2000 agradece a ajuda de Mosley e cia.), eu realmente comecei a simpatizar com a causa governista. E me surpreendi com isso.

Mas não consigo ver nada absurdo nas alegações mostradas por Mosley na bíblia escrita nesta manhã pela FIA. A Fota não está disposta a cooperar e, se queria mesmo criar uma nova categoria, que criasse. Essa MUMUNHA toda está realmente enchendo o saco, e estou dando toda a razão do mundo ao Marquês de Sade da Place de la Concórde.

E, se a coisa realmente descambar para aquilo que ninguém quer — a divisão da F1, a criação de uma nova categoria, Ferrari de um lado e a FIA do outro –, começo a achar, e a TORCER, para que os federados ganhem essa parada. Os motivos estão bem claros, e até agora não vi nenhum contraponto que tenha sido tão claro e cristalino quanto este.

Um abraço,
Francisco Luz

Autor: - Categoria(s): F1 Tags: , , ,
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