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22/08/2010 - 17:08

Efeito Montoya

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JOÃO PAULO BORGONOVE

Quando Juan Pablo Montoya chegou ganhando tudo na Indy e depois foi para a F1 como um dos grandes talentos da categoria, a Colômbia era pouco conhecida no automobilismo. Antes de Montoya, apenas Roberto Guerrero – e salvo engano. Se vocês souberem de mais algum famosão, comenta aí – fez algum sucesso no automobilismo, principalmente nas F3 da vida, ficando com a segunda colocação em Macau, em 1983.

O fato é: depois que Montoya fez sucesso, dezenas de colombianos surgiram pelas categorias de base na Europa e nos EUA. O mais bem sucedido deles é Sebastian Saavedra, que conseguiu se classificar para as 500 Milhas de Indinápolis. Tión disputa a Indy Lights e faz uma temporada bem honesta. Outro colombiano na Lights é Gustavo Yacamán, que não tem a grife de Saavedra, mas faz ótima temporada com a Cape, equipe longe de ser das melhores.

Existem vários outros nas categorias menores, alguns nos EUA, mas a maioria está na Europa. Carlos Huertas, na F3 Inglesa, Omar Leal, na World Series e na Auto GP, Carlos Muñoz na F3 Europeia, Francisco Díaz, na F3 Sul-americana, Tatiana Calderon, da Star Mazda e Martin Sala, na F2000, além do campeão da F-BMW Américas do ano passado, Gabriel Chavez.

O fato é – e deixo a pergunta: o sucesso de um piloto na F1 proporciona que pilotos de seu país de origem tenham uma nova janela aberta no automobilismo?

Teremos mais poloneses correndo por aí no futuro? Esse tanto de alemão na F1 pode ser creditado ao domínio de Michael Schumacher há dez anos? E o mais importante: e o Brasil? Como fica? É com vocês.

Autor: - Categoria(s): F-Indy, F1 Tags:
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