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24/06/2010 - 18:39

Todos pela Espanha na Copa

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Valência recebe a F1 neste fim de semana para a disputa do GP da Europa, com a realização dos primeiros treinos livres nesta sexta-feira (24). Porém, todas as atenções da Espanha estarão concentradas para um evento que será realizado horas depois: a partida da seleção espanhola contra o Chile na Copa do Mundo. A torcida da Fúria terá três fãs especiais: Fernando Alonso, Jaime Alguersuari e Pedro de la Rosa.

Durante a entrevista coletiva da FIA feita nesta quinta-feira (23), os pilotos espanhóis da F1 foram questionados sobre a Copa e sobre a torcida deles. Os três se mostraram muito confiantes na vitória da equipe ibérica.

“Vamos vencer”, disse Alguersuari. Alonso se mostrou ainda mais otimista. “Fácil, fácil, fácil. Vamos vencer, com certeza”, afirmou.

Logo após essa declaração, De la Rosa perguntou ao seu antigo colega de McLaren se estava se referindo ao jogo contra o Chile ou à final. Foi aí que surgiu o Alonso corneteiro, bastante exigente com a seleção de seu país. “Chile [respondendo a Pedro]. Se não vencermos, não merecemos…”, falou Fernando, referindo-se ao favoritismo da Espanha.

O piloto da BMW Sauber também demonstrou confiança no futebol de seu país. “Acredito que será um grande ano para nós na Copa do Mundo. Vamos fazer bonito. Eu realmente torço muito para a Espanha. Gosto da atitude deles e como os jogadores estão desempenhando isso.”

A Fúria é a atual campeã europeia, sendo apontadas como uma das grandes candidatas ao título na África do Sul. Porém, o time começou mal, perdendo para a Suíça por 1 a 0. Na segunda rodada, se recuperou, ganhando de Honduras por 2 a 0. Para evitar uma eliminação prematura e surpreendente, precisa superar os chilenos. Caso empatem ou percam o jogo, precisarão de uma combinação de resultados para passar às oitavas.

Um italiano eliminado e um metade russo, metade espanhol

Os espanhóis não eram os únicos na coletiva. Vitantonio Liuzzi e Vitaly Petrov também foram perguntados se estavam acompanhando a Copa. A entrevista aconteceu antes da partida da Itália, e, por isso, o piloto da Force India respondeu que dependia do que aconteceria dentro de algumas horas para saber se continuaria vendo a competição.

A Itália, campeã mundial em 2006, perdeu para a Eslováquia por 3 a 2 e foi eliminada da Copa ainda na primeira fase, em um dos maiores vexames da história do futebol italiano. Ficou a dúvida se Liuzzi continuará assistindo ao torneio.

Já Petrov não teria para quem torcer, já que a Rússia foi eliminada ainda nas eliminatórias e nem foi para a África. Mesmo assim, o representante da Renault encontrou uma seleção para apoiar. “Gosto de ver a Espanha jogando. E eu também moro aqui, então eu também vou torcer para a Espanha amanhã.”

O comentário do russo rendeu uma declaração descontraída de Alonso: “Bom…”

Marcus Lellis – @marcuslellis / Lellisblog

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08/06/2010 - 15:34

Abertura da Copa x F1

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Sexta-feira, dia 11 de junho, 11h, horário de Brasília. Dia e hora da abertura da Copa do Mundo, África do Sul e México. O jogo até pode não ser aquela Brastemp, mas Copa é Copa.

Longe da África, em Montreal, no mesmo dia, na mesma hora, começará o primeiro treino livre para o GP do Canadá de F1.

Sim, enquanto o mundo está de olho no estádio Soccer City, em Joanesburgo, a F1 tenta concorrer com a Copa do Mundo.

A pergunta é simples: você, internauta, vai ver o quê? A abertura da Copa do Mundo, que acontece de quatro em quatro anos, ou um rotineiro treino livre da F1?

Marcus Lellis – @marcuslellis / Lellisblog

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03/06/2010 - 17:31

Massa, visita e renovação

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Antes de partir para o Canadá, onde acontecerá a próxima etapa da F1, no fim de semana que vem, Felipe Massa está no Brasil para participar de um evento da Shell. O piloto da Ferrari vai nesta sexta-feira (4) a uma plataforma da petrolífera, localizada em Macaé, no estado do Rio de Janeiro.

Quanto à renovação de contrato do brasileiro com a equipe italiana, nada está acertado ou assinado. Mas o BloGP pode dizer que ambas as partes estão muito perto de um acordo. O que se diz dentro do time de Maranello é que em nenhum momento se pensou em outro piloto a não ser Massa. Mas não é possível falar quando o martelo será batido, se em questão de dias, semanas ou meses.

Marcus Lellis – @marcuslellis / Lellisblog

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24/05/2010 - 17:20

O que fazer, Massa?

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Felipe Massa iniciou as negociações para renovar o contrato com a Ferrari, que acaba no fim do ano. Mas Nicolas Todt, empresário do piloto, está conversando com outras equipes. Dizem que a Renault é uma delas. A notícia surgiu nesta segunda-feira (24). Isso porque já falaram que a Red Bull também pode ser o caminho do brasileiro em 2011.

A pergunta é simples, caro leitor. Ferrari, Red Bull, Renault ou qualquer outra equipe. Se você fosse Massa, faria o que da vida? A caixinha de comentários está aberta para os internautas.

O que eu faria no lugar de Massa? Dava um jeito de acertar com a Red Bull.

Marcus Lellis – @marcuslellis / Lellisblog

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28/04/2010 - 08:42

Di Grassi fala sobre patrocínios, Virgin e futuro

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Lucas Di Grassi anunciou seu novo acordo de patrocínio com a Sorocred, empresa de capital brasileiro baseada em Sorocaba, nesta terça-feira (27), em um evento realizado na cidade de Araçoiaba da Serra, que fica a 115 km de São Paulo. Após a coletiva, o BloGP teve um rápido bate-papo exclusivo com o piloto da Virgin, que falou sobre a sua antiga dificuldade para arranjar patrocínios, o que virou coisa do passado, o atual momento de sua equipe na F1 e o futuro do time.

BloGP: Uma coisa que a gente falou muito contigo no passado foi sobre patrocínios. Hoje, a gente olha para a sua camisa e vê os patrocínios da Clear e da Sorocred (nessa hora, Lucas interrompe para dizer que tem cinco empresas o apoiando). Como você analisa o seu atual momento? Levando em conta o seu passado, em que você sempre falou que era tão difícil arranjar um patrocínio, já que não tinha um nome conhecido.

Lucas Di Grassi: Acho que são cenários totalmente diferentes. Hoje, eu estou na F1, no topo. Não do topo, acho que tem muita coisa para evoluir, para melhorar. Mas eu estou em uma posição muito boa da minha carreira. Eu quero alinhar a minha imagem com empresas sérias, que estejam na mesma linha de pensamento, de filosofia, que são sólidas, que querem batalhar e que querem crescer. Eu, graças a Deus, hoje em dia, tenho amigos e empresas trabalhando comigo e fazendo um benefício mútuo entre a gente. Mas nem sempre foi assim. Conforme eu falei, no começo da carreira, quando você não tem nome, quando você ainda está crescendo, quando você ainda está tentando evoluir, é muito difícil arrumar um patrocínio. Sem dúvida, eu sempre sofri com isso, desde a época do kart. E eu nunca tive um sobrenome famoso. Nunca tive uma linha de parentes no automobilismo, eu estou fazendo o meu próprio rumo. Então, foi mais ou menos isso que aconteceu. A Renault investiu durante seis anos na minha carreira. Eu sou muito grato a eles por ter sido o meu patrocinador nessa época. Então, acabou dando tudo certo, graças a Deus.

BloGP: O que aconteceu com a Virgin no GP da China? Você largou após a corrida ter começado e abandonou logo depois. O Timo Glock nem largou. O que aconteceu com a equipe especificamente no domingo, dia da corrida?

LdG: Olha, eu estava esperando bastante daquele fim de semana. A gente fez uma simulação de corrida na sexta-feira. Fui o piloto que mais deu voltas na pista. Dei 56 voltas, exatamente a quantidade de voltas numa corrida, e não aconteceu absolutamente nada com o carro. Estava super em ordem, fizemos a classificação, o carro não deu um problema, estava tudo indo super bem nos dois carros, a gente estava com zero problema até domingo de manhã. Quando ligaram o meu carro no domingo, descobriram que estava com um problema na embreagem. A gente acabou não largando por causa disso, e a embreagem acabou quebrando de novo na corrida. Não sei exatamente o que aconteceu. Ninguém sabe ainda direito. Às vezes, foi um detalhezinho que a gente não prestou muita atenção ou que não esperava que fosse acontecer. Ou até mesmo uma peça que é não é do nosso controle que estava defeituosa. Com o Glock, houve um problema com a bomba de ar do motor na volta em que estava indo para o grid. Até então, não tinha nada. Então, foram coisas que aconteceram de última hora que a gente não teve controle e acabou prejudicando a nossa corrida, que achava, no meu ponto de vista, que seria tão boa quanto na Malásia.

BloGP: Na auto-avaliação da Virgin, em que ponto a equipe se vê agora? Obviamente, na frente da Hispania. Mas vocês se veem atrás, perto ou na frente da Lotus?

LdG: Eu vejo a Virgin na frente da Lotus. As classificações foram bem próximas. Na Malásia, a gente terminou na frente da Lotus. Na China, a gente se classificou na frente da Lotus, em condições normais. A gente está em uma condição bem parecida de disputa. A Lotus tem um budget [orçamento] muito maior do que o nosso. Mas eu acredito que a gente seja capaz não só de disputar com eles, mas como terminar o ano como a melhor das novatas. Acho que esse é nosso objetivo. A Hispania está bem para trás, acho que é muito difícil que eles disputem alguma coisa com a gente. E a gente vai demorar, eu acredito, pelo menos, mais um ano para conseguir chegar no pelotão intermediário.

BloGP: Essa seria a próxima pergunta. Em quanto tempo vocês preveem a Virgin no Q2 da classificação?

LdG: Muito difícil. A principal fonte de downforce [pressão aerodinâmica] de um carro atual é o assoalho duplo. Ou triplo, de alguns carros. Esse é o principal foco de tecnologia em que o pessoal investiu muito no ano passado. Enquanto a gente estava projetando o carro inteiro, o pessoal estava só divulgando esse tipo de downforce. Se você olhar a asa traseira, as dimensões, é tudo meio parecido, mas o assoalho faz uma grande diferença. Para o ano que vem, o assoalho volta a ser simples. Então, para esse ano, vai ser difícil disputar, não impossível, mas vai ser muito difícil, em condições normais, a gente ir para o Q2 ou mesmo pontuar. Em condições normais, a gente precisa evoluir muito. Eu acredito que, no ano que vem, a gente vai estar muito mais próximo das equipes intermediárias. E, quem sabe, daqui a um ou dois anos, começar a disputar pontos constantemente e talvez almejando um pódio, mas é muito difícil mensurar o quanto as outras equipes também vão evoluir para o ano que vem.

Marcus Lellis – @marcuslellis / Lellisblog

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26/04/2010 - 16:45

Os polegares mais valiosos do mundo

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EFE

Está vendo esses polegares? São de Fernando Alonso. E são os mais caros do mundo.

O espanhol recebeu do Banco Santander, que patrocina tanto o piloto como a Ferrari, um seguro de vida e de acidentes com uma cobertura especial para seus polegares. Se Alonso sofrer qualquer tipo de dano nesses dedos, receberá € 10 milhões (aproximadamente R$ 23 milhões).

E por quê os polegares?

Por serem essenciais à pilotagem, disse a empresa, além de que, quando levantados, indicam sucesso ou que tudo está bem e sob controle.

Nunca um sinal de que tudo está bem foi tão valioso.

Marcus Lellis – @marcuslellis / Lellisblog

Autor: - Categoria(s): F1 Tags: , , , , , , ,
26/04/2010 - 12:23

GT Brasil, menos para Santos, Campinas e RS

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A expectativa foi criada para a estreia do GT Brasil na tela da RedeTV!. Enfim, a categoria nacional teria um espaço na TV aberta, a grande oportunidade de ser difundida nacionalmente. Eu, em Santos, estava preparado para ver a etapa de Curitiba. Quando deu 13h e coloquei na RedeTV!, tenho uma surpresa: nada de GT Brasil. A afiliada da Baixada Santista e Campinas, a Rede VTV, preferiu exibir um programa de produção independente, horário locado.

A mesma coisa aconteceu no Rio Grande do Sul, com a TV Pampa, afiliada da RedeTV! em terras gaúchas. O que é uma prática comum por lá. Segundo relato de Eduardo César, que cuida do site “Papo de Bola”, a TV Pampa não passa quase nenhum evento esportivo da RedeTV! – Série B do Brasileiro, Liga Europa, GT Brasil, Copa Montana, entre outros.

Pelas informações dos internautas pelo Brasil afora, via Twitter, Baixada Santista, Campinas e Rio Grande do Sul foram as únicas regiões a perderem a corrida sob chuva vencida pela dupla formada por Daniel Serra e Chico Longo. Mas é possível que isso também tenha acontecido em outras cidades.

O acordo do GT Brasil com a RedeTV! é algo para ser muito celebrado porque já é um grande avanço para o automobilismo nacional, tão castigado nos últimos anos. Qualquer esporte precisa de divulgação. Uma transmissão em canal aberto é peça fundamental para que uma modalidade faça sucesso e seja popular.

Só que é aquela coisa: tem de ser difundido para todo o Brasil. Não adianta fazer de um jeito em alguns pontos do país e de uma maneira diferente em outros. O GT Brasil vai passar pelo Rio Grande do Sul, no Velopark. E não é exibido pela afiliada gaúcha da RedeTV!. Há cabimento nisso?

As afiliadas precisam seguir as regras da rede nacional. É o que acontece, por exemplo, na Globo. As TVs locais têm seus horários para produzir programas próprios. Mas se há um evento de apelo nacional, a Globo exige a exibição do evento, e as afiliadas que arrumem um jeito de se adaptar à programação para todo o Brasil.

Pelo o que pude apurar, isso não acontece na RedeTV!. Ao ponto de a TV Pampa ter quase uma programação própria, à parte do canal nacional. Desse jeito, fica difícil saber se realmente se trata de afiliada. Mas isso é um problema que cabe à RedeTV!.

Agora, o GT Brasil não pode ser refém desse esquema de trabalho. Ao fazer o acordo com o canal, a ideia era mostrar a categoria para todo o país. Depois desse domingo, acredito que os promotores da categoria devem se sentar com os diretores da emissora e exigir a exibição das provas para todo o Brasil.

Afinal de contas, é o GT BRASIL. Não é o GT Brasil, menos as cidades de Santos, Campinas e Porto Alegre, que ficam com um programa qualquer.

Marcus Lellis – @marcuslellis / Lellisblog

Autor: - Categoria(s): GT Brasil Tags: , , , , , , ,
23/04/2010 - 12:59

De la Rosa: o primeiro demitido de 2010?

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Daniel Muñoz/Reuters

 

A primeira parte da temporada 2010 da F1 acabou, na passagem inicial por Ásia e Oceania. Enquanto a categoria se preparar para começar sua fase europeia, os primeiros boatos sobre troca de pilotos já começaram. Bem cedo, diga-se de passagem.

A vítima da vez seria Pedro de la Rosa, segundo a revista francesa “Auto Hebdo”. O espanhol pode ser demitido pela BMW Sauber após o GP de Mônaco, para a entrada do italiano Luca Filippi e seus € 10 mihões de patrocínios na equipe suíça. O venezuelano Pastor Maldonado também é cotado para a vaga.

Em uma temporada com 24 vagas, é natural que haja trocas de pilotos durante a temporada. É muito difícil que todos comecem e terminem o Mundial. Só não era esperado que a “caça às bruxas” dos times começasse tão cedo.

Como base de comparação, em 2009, o primeiro demitido foi Sébastien Bourdais, trocado por Jaime Alguersuari, pela Toro Rosso, antes do GP da Hungria. O francês resistiu por oito corridas. O veterano espanhol pode sobrar após apenas seis.

A BMW Sauber continua sem apoios, com o carro limpo. Se um piloto aparece disposto a despejar um caminhão de dinheiro, não haverá o que fazer. Como Kamui Kobayashi é jovem e tem potencial a ser explorado, a cabeça de De la Rosa fica a prêmio.

Aí fica a pergunta para os leitores do BloGP: Pedro de la Rosa será o primeiro demitido de 2010? Alguém pode perder o emprego antes? E quando isso vai acontecer? A caixinha de comentários está aberta para os internautas.

Marcus Lellis – @marcuslellis / Lellisblog

Autor: - Categoria(s): F1 Tags: , , , , , , ,
01/04/2010 - 14:16

Obama, GM e USF1? Bipostos na F1? 1º de abril!

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Barack Obama salvando a USF1, com a entrada da GM. Novas regras na F1, com carros para dois pilotos. Essas seriam as principais notícias do dia no Grande Prêmio… Se não fosse 1º de abril.

Como sempre, a imprensa europeia, em especial a britânica, tentou pregar peças em todos com notícias falsas no 1º de abril. Mas as matérias eram tão inverossímeis que não era nada difícil perceber que se tratava de uma brincadeira.

Obama e GM salvam USF1

O site “Paddock Talk” tentou vender a história de que Barack Obama, presidente dos EUA, tinha decidido salvar a USF1. O governo norte-americano investiria US$ 100 milhões na equipe, salvando 60 empregos, incluindo os dos fundadores do time, Ken Anderson e Peter Windsor.

De cara já é uma história bem improvável, mas aí apareceram as dicas para chegar definitivamente nessa conclusão.

A primeira: o nome do projeto seria “Technology We Can Believe In” (“Tecnologia, nós podemos acreditar nela”), em alusão ao slogan da campanha presidencial de Obama, “Yes, We Can” (“Sim, nós podemos”).

A segunda, e matadora: a entrada da General Motors nesse projeto. Em um tempo em que as montadoras querem mais é distância da F1, é impossível imaginar que uma fábrica cheia de dívidas, que pediu proteção contra falência, vá investir em uma categoria extremamente cara como a F1.

Nem mesmo uma suposta entrevista de Windsor revelando que espera a concretização do acordo consegue dar qualquer credibilidade à notícia.

Carros bipostos na F1

Já a história do site “Forumula 1” consegue ser pior. Eles contaram que, preocupados com a falta de emoção nas corridas da F1, os diretores da categoria resolveram tomar uma decisão inesperada com uma nova regra: a partir de 2011, cada carro teria dois pilotos.

Ambos ficariam no modelo biposto, com lugares para duas pessoas, a exemplo dos que são usados para demonstrações, durante toda a corrida. Um pilotaria e o outro ficaria de co-piloto, mas haveria uma exigência: cada um precisaria comandar o carro por, pelo menos, 40% da prova.

As novas equipes já estariam insatisfeitas com os custos que certamente aumentariam para a próxima temporada, com a construção de carros com dois lugares.

Uma grande fábula, que fica mais fácil de ser desvendada com as “declarações” dadas por Eddie Jordan. “Tenho de ver o que David Coulthard acha disso e, então, discordar completamente dele”, teria dito. Tinha mais: “Essa ideia é pior do que o Kers ou ter Kimi Raikkonen na Ferrari”.

É, os europeus já foram melhores na arte de enganar as pessoas no 1º de abril.

Marcus Lellis – @marcuslellis

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24/03/2010 - 14:47

Webber, sua hora de parar está por chegar?

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Getty Images

Eis que Lewis Hamilton resolve especular a aposentadoria de Mark Webber. Do nada – realmente do nada, porque ninguém tinha falado sobre isso antes, nem o próprio australiano, que é parte interessada neste assunto –, o inglês chega e diz que não se surpreenderia se o piloto da Red Bull decidisse parar. Para o representante da McLaren, Webber se aposentaria por cima, já que tem o melhor carro de sua carreira nas mãos, podendo brigar por vitórias e o título.

Nesse último ponto, até que Hamilton tem razão. Se Mark decidisse parar agora, sairia por cima. Logo o Webber, que foi apontado como uma grande revelação e penou por várias temporadas até ter um certo destaque na F1. Mas ele não é muito novo para parar, não?

Webber fará 34 anos em agosto de 2010. Se for levar em conta que temos Michael Schumacher já na casa dos 40 e Rubens Barrichello e Jarno Trulli batendo na porta dessa casa, é possível falar que ele está novo para isso.

Internautas, o espaço é de vocês.

PS: Existem rumores de que Kimi Raikkonen, patrocinado pela Red Bull no WRC, pode acabar na equipe da empresa de bebidas energéticas em 2011. Usando a lógica, se isso acontecesse, Webber sobraria. Mesmo assim, eu penso que o australiano teria mercado, não seria o caso de se aposentar.

Marcus Lellis – @marcuslellis

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