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09/10/2011 - 10:10

Orgulho

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FELIPE PARANHOS [@felipeparanhos]

A hora, claro, é de contar os recordes já batidos por Vettel, novamente campeão depois do GP do Japão. Mas fico pensando no que o garoto já fez na F1 e ainda não é absoluto. 24 anos, 19 vitórias, 27 poles, 33 pódios.

Só existem 12 pilotos com mais vitórias na F1 — e só dois deles, Michael Schumacher e Fernando Alonso, estão ainda em atividade. Se ano que vem a Ferrari não reagir, as 27 corridas vencidas pelo asturiano podem muito bem ficar para trás nesta avassaladora escalada de Vettel.

Sebastian não parece ser do tipo que se desmotiva fácil, no que me lembra Schumacher. O olhar concentrado mesmo quando sorri, por exemplo, uma das marcas registradas de Michael, tem em Vettel um semelhante.

Ao mesmo tempo em que é muito cedo para dizer que Vettel vai bater os recordes de Schumi, quem se atreve a afirmar que ele não vai chegar lá?

Michael realmente tem do que se orgulhar ao ver este menino na pista.

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06/09/2011 - 14:32

A primeira

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FERNANDO SILVA [@Fernando_Silva7]
de Sumaré

Sempre gostei de assistir as corridas em Monza (pela TV, diga-se… ainda não estive presente lá, ainda), como sempre curti também acompanhar uma boa prova na chuva. E naquele setembro de 2008, o cenário era perfeito para o GP da Itália. Choveu muito naquele fim de semana, e isso certamente foi determinante para mudar toda uma ‘ordem natural’ das coisas, como dizem.

Quase um ano antes, no GP do Japão, que era disputado em Fuji, Sebastian Vettel fazia brilhante prova e poderia ter vencido a primeira na F1, logo em sua primeira temporada completa pela Toro Rosso. O alemão, no entanto, perdeu o ponto da frenagem quando estava em terceiro e encheu a traseira do carro de Mark Webber, vejam só. Foi o fim de corrida para Seb, mas ficou evidente sua capacidade no molhado.

Meses depois, mais maduro e um pouco mais experiente, Vettel teve um fim de semana praticamente perfeito no GP da itália. O alemão surpreendeu o mundo da F1 ao conquistar a pole em Monza até com certa tranquilidade. O STR2 estava muito bem acertado no molhado, tanto que Sébastien Bourdais classificou-se em quarto, mas poderia ter conquistado grid ainda melhor.

Veio o domingão, dia da corrida. Bourdais, que sempre foi bom piloto, deu um azar danado e ficou parado no grid antes da volta de apresentação. Em contrapartida, Vettel fez uma corrida suprema, liderando praticamente todas as voltas da corrida — exceto entre os giros 19 e 22, quando fez sua parada para troca de pneus e Heikki Kovalainen aproveitou para assumir a ponta —, e venceu com maestria sua primeira corrida na F1.

Foi mesmo o rito de passagem de Vettel, que deixou de ser promessa para se tornar um dos principais pilotos da F1. Tanto que no ano seguinte, o tedesco foi promovido para a Red Bull, e o restante da história todos conhecemos: mais jovem campeão da história e a caminho de ser também o mais novo bicampeão. Questão de tempo.

Acho que essa vitória de Vettel é a primeira que vem à mente quando me perguntam qual é foi a corrida mais marcante que eu já assisti. Claro que eu me recordo de outras, como a vitória de Rubens Barrichello na Alemanha em 2000, a despedida de Michael Schumacher em no GP da Itália de 2006, como também aquele final sensacional do GP do Brasil de 2008.

Mas por todas as dificuldades de Monza e por estar no comando da pequena Toro Rosso (que era Minardi), esse GP da Itália de 2008 é seguramente o meu preferido.

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09/08/2011 - 15:49

Geração privilegiada

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FERNANDO SILVA [@Fernando_Silva7]
de Sumaré

Muito antes de sequer pensar em ganhar a vida escrevendo sobre automobilismo, já acompanhava todo tipo de esporte. Do tipo que já lia jornal de esportes com cinco, seis anos, sempre gostei. E sempre escutei aquela expressão manjada dos mais velhos que diziam que no tempo deles, tudo era melhor. E talvez tenha sido mesmo, e talvez eu diga o mesmo quando ficar mais velho.

Eu não vi Pelé, Garrincha, Di Stéfano nem Cruyff jogar. Tampouco pude assistir, ainda que pela TV, uma corrida de mitos como Fangio, Clark, Stewart ou mesmo Fittipaldi. Mas ao mesmo tempo em que perdi momentos gloriosos do esporte, não posso reclamar do que ei vi e recordo e que um dia eu vou contar para meus filhos e dizer que sim, ‘que no meu tempo, que na minha época, o esporte era melhor’.

Ao longo desses 31 anos, eu ainda recordo bem os êxitos de pilotos como Piquet (o pai), Senna, Prost, Mansell e Schumacher, os mais marcantes, isso para ficar na F1. Se for enveredar pelo esporte a motor a fora, como não mencionar Wayne Rainey, Michael Doohan e Valentino Rossi como mestres das pistas? Eu também vou poder falar sobre Alessandro Zanardi, que se não chegou a ser um campeão do mundo na F1, ganhou tudo na Indy e, mais importante que tudo, deu um X na morte e está aí, inteiro, prestes a disputar a Paraolimpíada de Londres.

Confesso que até pouco tempo atrás, não tinha lá muito acesso ao rali, por exemplo. Mas claro, já tinha ouvido falar muito bem, por exemplo, de Carlos Sainz e Tommi Makinen — o popular Antero —, tetracampeão mundial (obrigado Victor e Diogo pela correção), e do clássico Subaru 555. Até que, também pelo fato de trabalhar no Grande Prêmio e acompanhar melhor o WRC, não há como não admirar um piloto como Sébastien Loeb.

Da mesma forma, eu conhecia muito pouco da Nascar. Como não tinha TV a cabo, nem tinha como assistir as corridas naqueles superovais espetaculares, mas por tudo que eu lia nas revistas especializadas, principalmente, sabia que um certo Dale Earnhardt (o pai) era o fodão. E era mesmo. Mas aí apareceu Jimmie Johnson e ganhou tudo nos últimos anos. Se já é difícil ganhar em um ano, dada a extrema competitividade da Nascar, que dirá em cinco, ainda mais de forma consecutiva!

Mas porque eu escrevo essas linhas falando de memórias no automobilismo em geral? Pois bem, o fato é que parte dessa geração que aprendi (tenho certeza que não só eu) a admirar, encabeçada por Schumacher, Loeb, Rossi. JJ, o #48, deve seguir por um bom tempo na carreira e deve também ampliar seus recordes na Nascar, já que a categoria permite que pilotos mais velhos, como Mark Martin, por exemplo, ainda consigam ser competitivos.

Mas me refiro principalmente ao trio Schumacher-Rossi-Loeb. Na última segunda-feira, Michael já deu indicações que pode em 2011 fazer, definitivamente, sua última temporada como piloto de F1, mesmo depois de passar o ano todo falando que vai cumprir o contrato com a Mercedes até 2012. Não digo que ele tem ou não de parar, acho que ele tem feito o que mais lhe dá prazer, que é correr. E ganhando um baita dinheiro por isso. Não sigo o discurso daqueles que dizem que ele se queimou ao retornar. Ao contrário: mostra que, aos 42 anos, se tivesse um carro realmente competitivo, colocaria a molecada no bolso. Que nós, fãs do bom esporte, acompanhemos cada uma das oito corridas que restam, porque podem ser sim, as últimas de Schumcher como piloto de F1.

Da mesma forma, Rossi não tem mais nada a provar para ninguém. Ganhou tudo na Motovelocidade e poderia parar quando bem entendesse. Mas quis o italiano abraçar o novo desafio, de reconduzir a Ducati às vitórias. Mas a temporada tem sido muito difícil, já que a moto não ajuda, e as equipes rivais — Honda e Yamaha —, que foram muito ajudadas nos respectivos desenvolvimentos pelo Doutor, estão em um patamar superior. Claro que Valentino tem prazer pelo que faz, mas ele tem dado a entender, em suas últimas declarações, que está de saco cheio da moto ruim. Não duvido que ele pare no próximo ano, talvez. Mesmo sabendo que ele tem ainda muita lenha para queimar.

Mas dentre os supercampeões citados, o primeiro a encerrar a carreira deve ser Loeb. Para mim, o cara é um fenômeno do esporte. Não sei se em outro esporte de alto nível um cara consegue ser campeão mundial por sete anos consecutivos. Sei que é clichê, mas Sébastien é como vinho, quanto mais velho e experiente, melhor é nas trilhas de terra e principalmente, asfalto. O francês disse que vai decidir seu futuro no WRC na próxima semana, mas fez mistério. Disse que tem três opções: seguir na Citroën, ir para a Volkswagen e encerrar a carreira no WRC. De todas as possibilidades, a última é a mais provável.

É aquilo, não vi Pelé, Di Stéfano ou Garrincha, não vi Fangio, Clark, Stewart nem Fittipaldi nas pistas. Mas não posso reclamar. Vi Loeb, Rossi e Schumacher. Minha geração é mesmo privilegiada.

Autor: - Categoria(s): F1, MotoGP, Nascar, Rali Tags: , , , , , , , , ,
28/11/2010 - 10:23

O grande perdedor

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Felipe Paranhos

Outro dia eu escrevi aqui sobre Heikki Kovalainen, que eu classifiquei como um dos vencedores da temporada 2010 da F1, uma vez que passou a ser melhor considerado após a bela campanha com a Lotus. Mas aí me bateu uma dúvida: e o inverso? Quem perdeu mais com o Mundial deste ano?

Vocês é que respondem, levando em conta não o tamanho da equipe, mas o tamanho da queda. Eu voto em Vitantonio Liuzzi, mas meu parceiro de trabalho neste domingo, Juan Pablo Buergonueve, acha que foi Felipe Massa. E é páreo duro, mesmo.

Porque Liuzzi foi ridículo em alguns momentos, sendo eliminado no Q1 junto com as novatas, sendo pouquíssimo combativo, apesar de mostrar alguma competitividade em momentos esparsos — algo, aliás, que retrata toda a sua passagem na F1. Depois de 2010, o único empecilho imaginável para impedir a dispensa do italiano é a existência de um contrato para o ano que vem. Mas, como tem gente chegando com saco de dinheiro, não duvido que paguem a rescisão do contrato e levem a vaga.

Mas Massa tomou um grande baque. A temporada em si foi muito aquém do que se esperava, pelos motivos que já muito foram falados. O golpe de misericórdia veio ainda na Alemanha, com a perda de uma vitória praticamente certa. E, sim, eu acredito que uma vitória em Hockenheim pudesse mudar a maré. O psicológico de qualquer atleta é fundamental na atividade esportiva: a confiança, o embalo, a situação que se mostra favorável — o momentum, como se diz em inglês —, tudo isso poderia mudar o ritmo do ano de Felipe.

E Michael Schumacher, que saiu do olimpo para se tornar, novamente, um mortal? Assim como fez Diego Maradona ao aceitar o comando da seleção argentina de futebol, da qual foi demitido após a Copa do Mundo, Schumacher abdicou ao status de deus do esporte para se expor outra vez como alvo de julgamentos. Por um lado, acho improvável que algo apague seu histórico de conquistas, maior vencedor da história que é. Por outro, os mais novos tendem a vê-lo muito mais como este membro do meio do grid do que como o grande piloto, um dos maiores de todos os tempos, que é.

Cá pra nós, esse papo de perdedor me lembrou isso aqui:

Autor: - Categoria(s): F1 Tags: , , , , ,
03/02/2010 - 14:50

O retorno ao habitat natural

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Michael Schumacher voltou. Apesar de Fernando Alonso estrear na Ferrari em seu país, as atenções da mídia estão voltadas para o retorno do heptacampeão mundial. Todas as coletivas são muito disputadas, alguns jornalistas chegam a fazer plantão em frente à garagem da Mercedes. O alemão é uma espécie de “popstar” da F1.

Mas mesmo sendo “popstar”, Schumi deixou as regalias as quais teria direito de lado. Em vez de se hospedar em um hotel, está dormindo em um motorhome no circuito Ricardo Tormo, em Valência, na Espanha.

Por causa disso, houve uma pergunta bem interessante na entrevista feita nesta quarta (3), último dia de treinos coletivos, com o veterano. Questionaram: “Alguma coisa perturba seu sono de noite?”. A resposta não poderia ser mais sintomática. E que simboliza bem o momento de Schumi.

“Não, eu durmo realmente bem. Até mesmo quando os motores e os geradores estão ligados, eu durmo que nem um bebê. Então, é bom”, disse Michael.

Os motores não perturbam o alemão. Ele se sente muito bem ao lado deles. Schumacher está de volta ao seu habitat natural.

Marcus Lellis – @marcuslellis

Autor: - Categoria(s): F1 Tags: , , , , , , , ,
02/02/2010 - 09:34

Menos, garoto…

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Felipe Paranhos

Jaime Alguersuari não se emenda. Depois de dizer que “o melhor Schumacher já passou”, agora afirmou que “ele é como qualquer outro”. É um garoto de 19 anos, recém-chegado da World Series, falando isso de um cara de 41, heptacampeão do mundo, o maior piloto da história da F1 para tantos.

Gosto de quem dá declarações fora do óbvio, não aguento mais as mesmas ladainhas da F1, mas falar esse tipo de coisa pode ser muito prejudicial à carreira do espanhol — simplesmente porque ele não ganha nada com isso. Corre na Toro Rosso, que certamente não vai disputar posição com a Mercedes, e ninguém vai lembrar de Jaime se Michael não voltar bem. Mas, se o alemão tiver sucesso em seu retorno, vai poder dizer “Alguersuari quem?”

“Admiro tudo o que ele fez, seu passado com a Ferrari e seus sete títulos. Mas na pista, neste ano, ele é só mais um”, disse o espanhol, que não tem muito o que ser admirado, não tem muito passado nem títulos. E que é só mais um, ao menos por enquanto.

Autor: - Categoria(s): F1 Tags: , ,
25/01/2010 - 14:36

Mantido

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Felipe Paranhos [de volta das férias]

Junto com as cores do novo carro da Mercedes — ainda no BGP 001 —, foi revelado também o capacete de Michael Schumacher para 2010. E foi mantido o tom de vermelho. Ainda bem. Vai ficar ótimo no contraste com o carro prateado. Parece menos vermelho-Ferrari, dá a impressão de estar mais alaranjado. Mas pode ser a luz. Veremos.

CapaceteSchumacher

Autor: - Categoria(s): F1 Tags: , , ,
18/01/2010 - 17:00

Falando em capacetes…

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Felipe Paranhos [em férias]

Pra mim não há nenhum mais bonito do que o do Schumacher. Entre outros motivos, porque é simples. Este padrão, adotado na época da Ferrari, recebeu somente o logo da Mercedes e, sem patrocinadores, foi usado nos treinos da GP2 em Jerez.

Garotos, aprendam: simplicidade. Bem melhor que a estética-espermatozóide dos capacetes de Vettel e Kimi, por exemplo.

2010 GP Series Testing

2010 GP Series Testing

talvez vamos quinta, talvez sexta
Autor: - Categoria(s): F1 Tags: , ,
30/12/2009 - 02:04

Lendas platinas

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PAVILHÃO celeste

O Uruguai é um país dado a pensamentos sobre a história: pequeno, vivendo eternamente à sombra dos grandes feitos do passado – tanto economica e social quanto desportivamente -, é inevitável ver os majestosos prédios de Montevideo e lamentar o destino daquelas paredes, que hoje estão invariavelmente pichadas e com mendigos de soslaio na soleira das portas.

Mas também é inevitável sentir uma enorme INVEJA dos uruguaios, principalmente dos residentes da capital, pela vida extremamente digna que levam. Há mendigos, há pobreza, há sujeira, sim. Mas você pode andar na rua às 2h da madrugada, em um bairro com dois postes de luz à meia boca em três quadras, e chegar no seu quarto de hotel sem a sensação de que escapou de ser ESTUPRADO.

Uso este paralelo aparentemente NONSENSE TOTAL para falar sobre algo que, felizmente, aconteceu enquanto eu estava desfrutando de tudo que a cidade na beira do Rio de la Plata oferece de bom (abraço, chopes da Pilsen e LA PAMPOÑITA, desde já meu eterno três estrelas do Guia Michelin): o retorno de Michael Schumacher, confirmado para deleite dos meus colegas de trabalho na justa semana do Natal – venci, haha.

Schumacher sempre será o melhor piloto da história da F1 – qualidade, antes que alguém venha com as 50 pedras verde e amarelas nas mãos, é algo mensurável em número; para falar de MAIOR PILOTO é que são outras, cada um com a sua preferência -, pois conseguiu marcas inatingíveis. Já está na história. E, sinceramente, não consigo esperar um grande desempenho seu em 2010.

Mas, por isso mesmo, não posso deixar de louvar seu retorno. Ele é desnecessário para ele, e muito mais importante para a F1 do que para si. Os carros são totalmente diferentes do que aqueles que ele guiou nos últimos dez anos em que correu, contra adversários de inegável talento – Hamilton, Vettel, Massa e Alonso, que o bateu em um confronto direto, bom não esquecer.

A dignidade de aceitar um desafio que poderia servir apenas para deixá-lo com a impressão de que seu tempo passou – como passou o tempo da “Suíça Americana”, da minha querida e gloriosa Celeste Olímpica, dona do pavilhão remendado, que foi utilizado na campanha histórica em Colombes em 1924 -, mas não aceitar algo que o CORROÍA por dentro, como aparenta ser o caso, seria muito pior. E qualquer competição que conta com a presença de campeões do seu quilate – com a Copa de 2010 entrando como exemplo no futebol – é uma competição melhor.

Avante, Schumi. Aguante, Celeste.
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Palco maior do futebol mundial

E, para fechar, a dica musical do dia. Uruguaia, claro:

Orientales, la Patria o la Tumba!!
Libertad o con gloria morir!,
Francisco Luz

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23/11/2009 - 11:44

Jordan: Schumacher volta à F1 pela Mercedes

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Eddie Jordan, primeiro a cravar as negociações de Schumacher com a Mercedes, voltou a falar do assunto.

[Nota escrita por Luana Marino]

Por mais que a Mercedes negue qualquer tipo de contato e Ross Brawn diga que ter Michael Schumacher no time é um “sonho da imprensa”, os rumores sobre a volta do alemão à F1 não param. Agora, foi a vez de Eddie Jordan manifestar sua opinião, afirmando que acredita na possível volta do heptacampeão à categoria.

“Eu acredito que vai acontecer”, disse Jordan ao “The Sun”. “Tudo começou com uma reunião entre Michael, Ross Brawn e o diretor-executivo da Daimler, Dieter Zetsche, no GP de Abu Dhabi”, lembrou o ex-dirigente, hoje comentarista.

Jordan ressaltou ainda que Schumacher pode pedir uma liberação a Luca di Montezemolo para correr na Mercedes, já que tem contrato com a Ferrari. “Michael gosta da ideia de dirigir um Mercedes preparado por Ross. É uma ideia de dar água na boca”, concluiu.

Autor: - Categoria(s): F1 Tags: , ,
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