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18/11/2010 - 14:17

Que feio

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Felipe Paranhos

A Hispania foi a pior equipe da temporada 2010. Mais lenta, mais fraca, mais trapalhona. Tudo errado. A equipe mais lenta, fraca e trapalhona foi, sim, a de Colin Kolles, mas a última colocada no Mundial de Construtores foi a Virgin.

A Virgin que se disse revolucionária no início da temporada. Que fez seu carro totalmente com base em Dinâmica de Fluidos Computacional. Que apareceu com um projeto de marketing ousado, com peças descontraídas, no melhor estilo Red Bull. E que depois desapareceu.

Era de se esperar, evidentemente, que com o investimento feito e o pouco tempo para deixar o carro pronto para 2010, o time não fizesse muito, mesmo. Mas atrás da Hispania, convenhamos, fica difícil.

Os três 14º lugares da HRT com Chandhok em Austrália e Mônaco e de Senna na Coreia do Sul foram decisivos para que o time passasse a Virgin. O melhor resultado do time da Marussia também foi o 14º posto, duas vezes, uma com cada piloto.

Apesar de a Hispania ter sido um desastre no início do ano, terminou a temporada com 13 abandonos, contra 16 da Virgin, que superou os também grandes problemas de confiabilidade do princípio de 2010, mas se deparou com defeitos novos em folha.

Os Virgens têm o apoio financeiro da Marussia, mas não fecharam a parceria técnica que pretendiam com a Renault. Os Hispânicos não têm dinheiro, mas já garantiram ao menos o câmbio da Williams. Quem leva a disputa em 2011? Não faço a menor ideia.

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21/06/2010 - 13:17

Estatoscas varzeanas

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João Paulo Borgonove

Amante da várzea que sou, resolvi fazer uma brincadeira com a classificação da F1. Três equipes novatas, seis pilotos capengando pelo grid. E qual é o melhor time? Quem seria o Campeão da Várzea? Pois é. Heikki Kovalainen, com sua bela Lotus, está em primeiro, o que não é surpresa alguma. Mas ele não está sozinho. E sabe quem acompanha o nórdico nas glórias dos pobres? Karun Chandhok. Sim. O indiano da Hispania é o mais consistente dentre as novatas, junto de Kovalainen.

Os critérios de avaliação foram fracos, segundo um pululante escriba dinamarquês, mas não o relevei, pois ele não entende de várzea. Peguei a classificação final das oito corridas já disputadas e fiz um grid separado, apenas com os seis novéis, de acordo com a classificação final da corrida. E então distribuí pontos. Seis para o vencedor, cinco para o segundo colocado, quatro para o terceiro… e assim por diante, até o sexto e último colocado, que anotou um ponto.

Kova e Chand somaram 33 pontos, mas o finlandês leva vantagem por ter quatro vitórias, contra uma do indostânico. A terceira colocação ficou com o brasileiro Lucas Di Grassi, da Virgin, com 29 pontos, seguido por Jarno Trulli, da líder Lotus, com 26. Bruno Senna, da Hispania, é o quinto, com 24 pontos somados, um a mais que o alemão Timo Glock, da Virgin. Dentre as equipes, a Lotus aparece na frente, com 59 pontos, dois a mais que a Hispania. A Virgin é a terceira e última, com 52 pontos.

Com esse mesmo esquema de pontuação, mas nas classificações, a Lotus segue liderando, mas com uma vantagem muito maior. Kovalainen é o primeiro, com 42 pontos, um a mais que seu companheiro de equipe, o italiano Jarno Trulli. Glock é o terceiro, com 37, seguido por Di Grassi (20), Senna (17) e Chandhok, com 11, mostrando que o indiano é bom em conservar o carro durante as corridas.

Essas estatísticas podem ser inúteis, mas dão uma ideia do desempenho das novatas. É uma bobagem, se analisarmos profundamente, mas está valendo. Afinal, sem o Campeonato da Várzea, os últimos nunca serão os primeiros.

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