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11/10/2011 - 16:14

Será Ogier de 2011 o Vettel de 2010?

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FERNANDO SILVA [@Fernando_Silva7]
de Sumaré

Recordo bem que no fim da temporada 2010 de F1, nada menos que quatro pilotos (Fernando Alonso, Mark Webber, Sebastian Vettel e Lewis Hamilton) chegaram ao GP de Abu Dhabi com chances de conquistar o título mundial. A derradeira corrida daquele ano foi facilmente vencida pelo alemão, que conquistou seu primeiro campeonato depois de ter sido considerado carta fora do baralho em uma disputa que parecia estar entre Webber e Alonso.

Naquele ano, Sébastien Loeb teve vida muito mais fácil que seu xará e ‘colega’ de Red Bull ao conquistar o heptacampeonato mundial do WRC no Rali da França, faltando ainda duas provas de antecipação. Contando com Dani Sordo como companheiro no time de fábrica da Citroën (que ao longo da temporada foi substituído por Sébastien Ogier, que era da equipe Junior ao lado de Kimi Raikkonen), Loeb chegou ao título com incríveis 105 pontos de vantagem para Jari-Matti Latvala.

Analisando o ano de 2011 das duas categorias que julgo serem as principais do automobilismo mundial na atualidade, os papeis se inverteram completamente.

Vettel teve um ano de Loeb, ou de Vettel, mesmo. Dominou como quis a temporada e conquistou o bi mundial de maneira impecável. Mesmo contando como principal adversário um Jenson Button em fase esplendorosa, Sebastian jamais teve a oposição daquele que deveria ser seu principal rival, Webber, que foi postulante ao título em 2010. E o resultado foi o que todos vimos no domingo: Seb alcançou fácil seu segundo título, com quatro provas de antecipação.

Já no WRC, em contrapartida, três pilotos (Loeb, Ogier e Mikko Hirvonen) lutam pelo título de 2011, que certamente será definido na última prova do ano, no País de Gales. Antes, na próxima semana, haverá o Rali da Catalunha, que evidentemente será decisivo. Loeb e Hirvonen somam 196 pontos, apenas três a mais que Ogier, faltando só duas etapas para o fim da disputa.

Assim como aconteceu na F1 em 2010, impossível apontar um favorito ao título do WRC nesta temporada. Mas Ogier vem em ascensão, assim como Vettel cresceu na reta final no ano passado, ao passo que Loeb vem de duas quebras, lembrando muito Webber do último campeonato. Hirvonen é ótimo piloto, mas convenhamos, a Ford corre por fora nesse fim de Mundial, mesmo com a equipe centrando todas as forças no carro 3 do nórdico.

Leia e entenda que não estou comparando capacidade, técnica e estilos de pilotagem, não tem nada a ver. Mas que Ogier tem tudo para ser em 2011 o que foi Vettel em 2010: campeão mundial aproveitando a queda de rendimento de seus principais rivais na temporada e claro, mostrando competência na hora H. Claro que o retrospecto (na Catalunha e em Gales) é mais favorável a Loeb, que JAMAIS pode ser descartado. Mas que o Tião mais novo está em alta, é inegável. A decisão? Só em 13 de novembro, no Rali de Gales.

Autor: - Categoria(s): F1, WRC Tags: , , , , , , , , ,
09/10/2011 - 10:10

Orgulho

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FELIPE PARANHOS [@felipeparanhos]

A hora, claro, é de contar os recordes já batidos por Vettel, novamente campeão depois do GP do Japão. Mas fico pensando no que o garoto já fez na F1 e ainda não é absoluto. 24 anos, 19 vitórias, 27 poles, 33 pódios.

Só existem 12 pilotos com mais vitórias na F1 — e só dois deles, Michael Schumacher e Fernando Alonso, estão ainda em atividade. Se ano que vem a Ferrari não reagir, as 27 corridas vencidas pelo asturiano podem muito bem ficar para trás nesta avassaladora escalada de Vettel.

Sebastian não parece ser do tipo que se desmotiva fácil, no que me lembra Schumacher. O olhar concentrado mesmo quando sorri, por exemplo, uma das marcas registradas de Michael, tem em Vettel um semelhante.

Ao mesmo tempo em que é muito cedo para dizer que Vettel vai bater os recordes de Schumi, quem se atreve a afirmar que ele não vai chegar lá?

Michael realmente tem do que se orgulhar ao ver este menino na pista.

Autor: - Categoria(s): Sem categoria Tags: , , , , ,
06/09/2011 - 14:32

A primeira

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FERNANDO SILVA [@Fernando_Silva7]
de Sumaré

Sempre gostei de assistir as corridas em Monza (pela TV, diga-se… ainda não estive presente lá, ainda), como sempre curti também acompanhar uma boa prova na chuva. E naquele setembro de 2008, o cenário era perfeito para o GP da Itália. Choveu muito naquele fim de semana, e isso certamente foi determinante para mudar toda uma ‘ordem natural’ das coisas, como dizem.

Quase um ano antes, no GP do Japão, que era disputado em Fuji, Sebastian Vettel fazia brilhante prova e poderia ter vencido a primeira na F1, logo em sua primeira temporada completa pela Toro Rosso. O alemão, no entanto, perdeu o ponto da frenagem quando estava em terceiro e encheu a traseira do carro de Mark Webber, vejam só. Foi o fim de corrida para Seb, mas ficou evidente sua capacidade no molhado.

Meses depois, mais maduro e um pouco mais experiente, Vettel teve um fim de semana praticamente perfeito no GP da itália. O alemão surpreendeu o mundo da F1 ao conquistar a pole em Monza até com certa tranquilidade. O STR2 estava muito bem acertado no molhado, tanto que Sébastien Bourdais classificou-se em quarto, mas poderia ter conquistado grid ainda melhor.

Veio o domingão, dia da corrida. Bourdais, que sempre foi bom piloto, deu um azar danado e ficou parado no grid antes da volta de apresentação. Em contrapartida, Vettel fez uma corrida suprema, liderando praticamente todas as voltas da corrida — exceto entre os giros 19 e 22, quando fez sua parada para troca de pneus e Heikki Kovalainen aproveitou para assumir a ponta —, e venceu com maestria sua primeira corrida na F1.

Foi mesmo o rito de passagem de Vettel, que deixou de ser promessa para se tornar um dos principais pilotos da F1. Tanto que no ano seguinte, o tedesco foi promovido para a Red Bull, e o restante da história todos conhecemos: mais jovem campeão da história e a caminho de ser também o mais novo bicampeão. Questão de tempo.

Acho que essa vitória de Vettel é a primeira que vem à mente quando me perguntam qual é foi a corrida mais marcante que eu já assisti. Claro que eu me recordo de outras, como a vitória de Rubens Barrichello na Alemanha em 2000, a despedida de Michael Schumacher em no GP da Itália de 2006, como também aquele final sensacional do GP do Brasil de 2008.

Mas por todas as dificuldades de Monza e por estar no comando da pequena Toro Rosso (que era Minardi), esse GP da Itália de 2008 é seguramente o meu preferido.

Autor: - Categoria(s): F1 Tags: , , , , , , ,
10/04/2011 - 07:27

Parem de reclamar

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Felipe Paranhos

Às vezes penso que tem gente que sente prazer em reclamar. Da vida, do casamento, da solteirice, do time do coração, da profissão, do chefe, da humanidade. A gente vê isso nas coisas que mais gosta, que melhor acompanha. Um exemplo é a F1.

Foi pelo que li no Twitter durante a corrida que decidi falar sobre isso aqui, a fim de gerar o debate. Quando não tem ultrapassagem, o pessoal reclama; quando tem, reclamam também. Não ficam satisfeitos nunca? Evidentemente que as disputas por posição na Malásia tiveram como fator maior o propositalmente alto desgaste dos pneus Pirelli. Esta não é uma forma natural de se obter boas disputas na pista, é fato. Mas nas temporadas anteriores não tinha nada, exceto em circunstâncias absolutamente incomuns. Não é melhor que seja assim, pelo menos por enquanto?

Kobayashi brigou com Schumacher a corrida inteira, Webber conseguiu sair de décimo para quarto, Heidfeld conseguiu mais um pódio para a surpreendente Renault, Alonso pôde brigar por uma improvável posição por Hamilton, fez barbeiragem e terminou atrás de Massa, que perdeu tempo nos boxes na primeira parada… Além disso, mostrou que pilotar não é só acelerar, ser agressivo, mas também saber como tirar o melhor do carro em condições adversas, o que fez Jenson Button, segundo colocado. E o mais importante: tudo isso não tirou a vitória do melhor piloto da corrida, Sebastian Vettel.

Todos esses acontecimentos tiveram uma mesma origem: os pneus Pirelli. Ano passado, só havia boas corridas com chuva ou variação de tempo. Este ano, em duas provas, tivemos uma mediana e uma muito boa. Parem de reclamar.

Se os pneus estivessem influindo negativamente no resultado da corrida, tudo bem; mas não. Quem merecia vencer venceu, quem cuidou bem dos pneus subiu no pódio, e piloto que fez barbeiragem — bom dia, Fernando — ficou para trás. Que a F1 continue assim em 2011.

Autor: - Categoria(s): F1 Tags: , , , , , , , , ,
23/03/2011 - 23:11

Pastor Vettel

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Felipe Paranhos

Sério, sério: quem teve a ideia de levar o Vettel pra TOSQUIAR uma ovelha há dois dias de um GP?

Essas ações promocionais se superam a cada dia.

Quando eu vejo essas fotos, só me lembro dessa aqui, do Nicola Larini, à época na Osella, em 1989, provavelmente pra uma matéria daquelas falando sobre como o piloto relaxa em casa e tal. Antológica. Faz tempo que tô querendo encaixar aqui no blog. Por que diabos alguém tem uma máquina de caça-níqueis em casa? A lógica não é ganhar dinheiro? Vai levar grana de você mesmo? Vai entender.

Autor: - Categoria(s): F1 Tags: , , , , , ,
23/02/2011 - 01:08

O legado de Mansell

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FERNANDO SILVA

SUMARÉ — Um dos assuntos mais comentados da pré-temporada é o efeito que a adoção do Kers e da nova asa móvel traseira pode trazer às corridas da F1 em 2011 em termos de ultrapassagens. Pilotos como Sebastian Vettel e Fernando Alonso acreditam que os novos dispositivos não vão resolver a escassez de ação nas provas, enquanto Lucas Di Grassi acredita que tal medida vai proporcionar manobras artificiais.

Nas décadas de 80 e 90 não havia Kers, nem asa móvel, tampouco a busca incessante pelo aumento de downforce nos carros. Também não havia a enxurrada dos Tilkódromos, pistas projetadas por Hermann Tilke, que nada acrescentam à F1. Exemplos existem aos montes, como Sakhir, Abu Dhabi e Sepang. A única que se salva é Kurtkoy, na Turquia, e talvez, Xangai.

Acompanho a F1 desde 1986, época que pude assistir (via TV) um sem-número de ultrapassagens. MUITAS delas foram protagonizadas por Nigel Mansell. Claro que os tempos eram outros, os carros, circuitos, pneus, até mesmo a atitude dos pilotos nas pistas, eram sim muito diferentes. Várias variáveis, diria Humberto Gessinger. Mas no quesito ultrapassagem, o Leão se destacava dos demais. Isso é fato.

Aproveito o gancho dado pelo Blog do Capelli para falar um mais sobre o ‘Red Five’. O vídeo abaixo mostra dez minutos de um pouco do que Mansell fez nas pistas correndo pela F1, ultrapassando rivais do calibre de Ayrton Senna, Nelson Piquet, Gerhard Berger e Riccardo Patrese. A emblemática manobra sobre Berger por fora na curva Peraltada do circuito Hermanos Rodriguez, no México em 1990, obviamente, não poderia ficar de fora.

Fazendo uma breve análise sobre a carreira de Nigel, fico com a sensação que o título de 92 — conquistado com ‘um pé nas costas’ graças ao desempenho supremo do FW14 da Williams — poderia não ter sido o único. Talvez o título viesse em 86, mas o caneco foi perdido para Prost graças a um furo no pneu do carro do britânico em Adelaide; ou talvez em 91, quando Mansell ficou atolado na brita da curva First em Suzuka e viu Senna comemorar o tri.

Mansell foi um vencedor e isso não se discute. É válido recordar seu histórico na F1 e sua coragem para atravessar o Atlântico e, já na condição de campeão mundial, rumar para a Indy — pela equipe Newman-Haas — depois de ter sido chutado na Williams para dar lugar a Prost e faturar o título da categoria norte-americana em 93. Sem contar que o inglês venceu a última prova do Mundial de 1994 com a Williams de número 2, o último carro de Senna.

O legado do Leão no automobilismo é inestimável, graças à sua coragem, técnica e arrojo, ainda que, por conta dessas características, tenha cometido vários erros nas pistas durante sua carreira. Mas ainda assim, o Red Five se colocou entre os grandes da história por sua ousadia e sua postura agressiva, sobretudo nas ultrapassagens. Que a atitude de Mansell sirva de lição para os pilotos dessa geração.

Autor: - Categoria(s): F1 Tags: , , , , , , , , ,
14/11/2010 - 16:17

Red Bull: título sem mácula

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Felipe Paranhos

Valery Rozov, do Base Jump, saltou de um helicóptero, voou em uma roupa especial e parou dentro da cratera de um vulcão. Em atividade. Travis Pastrana, multiesportista, bateu recordes de salto em distância com um carro de rali e chegou a saltar em queda livre, sem paraquedas e tomando um energético.

Terry Adams superou a dislexia para virar um campeão do BMX Flatland. Rebecca Rusch fez história ao comandar uma equipe de homens em uma edição do Eco Challenge. Robbie Maddison saltou de 25 metros de altura e pousou numa réplica do Arco do Triunfo, em Las Vegas.

Sandro Dias, o Mineirinho, foi o primeiro skatista a conseguir o 900º — manobra em que o atleta dá duas voltas e meia no ar — em uma competição oficial. Shaun White, snowboarder, foi o primeiro a conseguir medalhas nos X-Games de verão e inverno, em dois esportes diferentes.

Carolina e Maria Clara, filhas da ex-jogadora Izabel, foi a primeira dupla de irmãs a conseguir uma medalha em uma etapa do Circuito Mundial de Vôlei de Praia. Felix Baumgartner foi o primeiro a cruzar o Canal da Mancha voando em um wingsuit.

Todos estes são patrocinados pela Red Bull. Todos eles têm algo inovador em seus currículos.

O negócio da Red Bull não é vender carro. Por isso, eu duvidava que a marca maculasse sua imagem vitoriosa com um jogo de equipe na F1 — embora fosse absolutamente compreensível e honesto se isso fosse feito. Mas não foi preciso.

O negócio da Red Bull é vender latinhas para o jovem que, por algumas horas, espera se sentir melhor, mais forte — com asas.

O negócio da Red Bull é patrocinar a inovação. E Sebastian Vettel foi o piloto mais jovem da história da F1 a marcar pontos, obter uma pole, vencer uma corrida e conquistar um título mundial.

Um título de Webber seria comemorado, claro, pela visibilidade da marca, pelo número 1 na carenagem do carro de 2011, por recuperar um piloto que parecia semiaposentado.

Mas é Vettel o retrato do carisma, da inovação, da renovação, da Red Bull.

Apostar cedo em Sebastian foi o investimento perfeito, deve pensar um certo Mateschitz na madrugada austríaca.

* P.S.: A curitibana Marília Compagnoni e o Gabriel de Amorim, aqui nos comentários, notou uma coisa interessante nesta foto aí de cima. Cadê o Webber? Hum… Como diria aquele apresentador de TV muso das nossas avós, significa.

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28/10/2010 - 13:14

Gran Turismo 5: falta pouco

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Felipe Paranhos

Gran Turismo 5, mais nova edição de uma das mais famosas franquias de jogos de corrida, deve ser lançado ainda no fim deste ano, depois de vários adiamentos. Para aplacar a ansiedade dos que aguardam sua apresentação, a Sony e a Polyphony Digital estão divulgando alguns teasers do jogo.

GT5 está em fase de finalização. Antes disso, porém, Sebastian Vettel testou o jogo. E a ele foi dada a oportunidade de andar no X1, um protótipo virtual que tem como objetivo ser o carro mais rápido do mundo, desprezando qualquer regra de categorias esportivas.

Para isso, a Polyphony fechou uma parceria com a Red Bull. Adrian Newey e Vettel foram os consultores técnicos do projeto. Ao fim da produção, o alemão andou no carro, como vocês podem ver no vídeo abaixo, colocado no ar hoje.

Gran Turismo 5  precisa consertar o problema da falta de realismo nos acidentes, característica dos jogos passados. Mas, do ponto de vista da pilotagem, será com certeza fantástico. Preciso comprar um Playstation 3.

Autor: - Categoria(s): F1, Virtual Tags: , , , , ,
27/05/2010 - 13:08

A serventia de Webber

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Felipe Paranhos

Muito se falou nos últimos dias sobre o aumento de moral de Mark Webber agora que é líder do campeonato. Ganhou poder de barganha na negociação de um novo contrato, passou a ser visto com bons olhos por outras equipes…

Mas, convenhamos, todo mundo sabe que Vettel é mais piloto do que ele. A própria Red Bull. Christian Horner falou do alemão para a “La Gazzetta dello Sport”: “Ele está maduro o suficiente para conquistar o Mundial. […] Ele tem três qualidades: velocidade natural, inteligência e uma personalidade forte. E ele brinca. A equipe o adora.”

Sobre Webber, outras loas. Mas suspeito de que a opinião da equipe sobre Mark ficou clara só no fim: “Poucos são tão rápidos quanto ele. A velocidade dele força Vettel a ir ainda mais rápido.”

Pronto. É para isso que serve Webber.

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11/03/2010 - 13:58

A nova musa

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Felipe Paranhos

Sebastian Vettel teve Kate. Mas ele não cuidou bem dela, até brigou com Robert Kubica. Depois, veio a Irmã Safada da Kate. Essa, sim, era boa. Com ela, Vettel ganhou quatro corridas em 2009. Mas veio o momento de aposentá-la.

Agora, o alemão ganhou uma nova paixão. Luscious Liz, a Liz Voluptuosa. Eis:

O nome dado por Vettel ao carro novo me lembra uma banda que eu gosto pacas. Dando uma de Francisco Luz, aê-ó:

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