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31/10/2010 - 19:35

Um primeiro ano de sucesso

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Felipe Paranhos

Forward, G22, Gresini, Holiday Gym Racing, Interwetten Moriwaki Moto2, Iodaracing Project, Italtrans, Jack & Jones by A. Banderas, JIR Moto2, Mapfre Aspar, Marc VDS, Monlau Competicion, MZ Motor, QMMF, Quereseno, Stop and Go, Tech 3, Technomag CIP, Tenerife 40 Pons, Tuenti Speed Up, Viessman Kiefer Racing, WTR/Speed Master Team.

A FIM anunciou hoje: serão 22 equipes e 40 motos na Moto2 em 2011, com pré-classificação, como neste ano. A categoria é, como dizem os mudernos, um case de sucesso. Apesar de ter uma morte no currículo — Shoya Tomizawa, em San Marino —, o campeonato foi acirrado entre seus verdadeiros disputantes, já que Toni Elías estava um degrau acima de todos os outros, por sua experiência anterior na MotoGP. A última etapa de 2010, em Valência, será o fechamento de um ciclo muitíssimo bem-sucedido.

Além disso, por ser bem mais acessível, deixa a MotoGP sustentada apenas por seus nomes. Convenhamos, a temporada da principal categoria do Mundial de Motovelocidade foi muito sem graça, tanto que Jorge Lorenzo se tornou campeão tão cedo por pura e simples retirada de combate por parte de seus rivais Rossi e Pedrosa.

Vem aí a Moto3 no lugar das 125cc. A ideia é replicar o número de motos, o interesse do público e de patrocinadores. Acho que vai dar certo. A MotoGP, por sua vez, deve continuar a mesma pindaíba deste ano.

Autor: - Categoria(s): MotoGP Tags: , , , , ,
19/07/2009 - 12:27

O 'segredo' do sucesso da Top Race: gastar pouco

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A crise econômica mundial deixou o automobilismo de joelhos e causou transtornos em muitos lugares do mundo, até mesmo em países com moeda forte. Com uma economia que não é muito sólida, a Argentina também passa por problemas e faz esforços para conter o avanço da crise. Por isso, é de surpreender ver uma categoria do país sul-americano, a Top Race V6, ultrapassar barreiras, fazer sua primeira viagem internacional e trazer um campeão mundial de F1, Jacques Villeneuve. De acordo com Alejandro Urtubey, presidente da categoria argentina, não há muito segredo para sobreviver em meio aos contratempos econômicos. A solução encontrada é a mais simples possível: levar qualidade às pistas, mas gastando pouco.

“O Top Race nasceu em 2004 com um conceito distinto daquele que temos no automobilismo na Argentina. Foi a criação de uma categoria puro-sangue, que atende às expectativas do público que é amante do automobilismo, mas tem um baixo custo”, afirmou o dirigente. A Top Race alinhou 39 carros no grid em São Paulo e tem a participação de cinco montadoras: Mercedes, Ford, Chevrolet, Peugeot e Volkswagen.

BloGP apurou que, na Argentina, as equipes gastam cerca de R$ 20 mil para correr em cada etapa. Mas a prova do Brasil foi especial. A organização da Top Race V6 bancou todas as despesas dos times, com passagens aéreas, ônibus para trazer mecânicos, engenheiros e demais integrantes, translados e hotel cinco estrelas para os pilotos. Assim, assegurou a festa da categoria no autódromo de Interlagos.

Marcus Lellis

Autor: - Categoria(s): Top Race V6 Tags: , , , , , ,
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